Capitulo123

752 Palavras

Arturo A mensagem chegou enquanto eu trocava a fralda do Noah. Sarah estava cantando alto na sala, inventando uma música sobre pinguins voadores. Emilly, com os cabelos presos num coque torto, ria da cena enquanto misturava a massa de bolo de cenoura que ia virar café da tarde. Era um daqueles momentos raros… onde tudo parecia simples. Até o toque do telefone vibrar seco sobre a bancada da cozinha. Atendi sem pensar. A voz do Lobo do outro lado era só silêncio. Silêncio e respiração pesada. — Fala, irmão. O que houve? Do outro lado, ele sussurrou: — Mendoza… foi dizimada. O mundo parou por um segundo. — Como assim? — Seis irmãos mortos. O caminhão queimado. Não sobrou nada, Arturo. Só cinza e sangue. Eu… eu vi as imagens. E, irmão... a assinatura é dela. — Quem? Mas eu já sabia

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