Helena As cinzas de Mendoza ainda sopravam pelas estradas. Mas eu já estava longe. Mais rápida que a dor, mais fria que o arrependimento. Treinada. Letal. E livre. Romanov me observava com mais respeito agora. Eu sentia. Até mesmo os homens dele, brutais, acostumados a esmagar sem fazer perguntas, baixavam os olhos quando eu entrava. Eles me chamavam de Viúva n***a. Eu preferia assim. Porque toda vez que alguém pronuncia esse apelido, lembra que fui feita pela morte de um amor. E que esse amor ainda respira — por pouco tempo. Nos dias seguintes ao m******e em Mendoza, começamos a testar os limites do Vultures. Romanov chamou isso de “ataques de dissimulação”. Explodimos depósitos menores em cidades esquecidas. Interceptamos um carregamento de combustível. Fizemos desaparecer d

