BIOLOGY

1915 Palavras
Bailey Levei um susto gigante quando a porta do banco do carona foi aberta. Quer dizer, eu estava no horário entre aulas e vim no carro buscar um livro que tinha esquecido.  Naquele momento, pensei que ter estacionado o camaro vermelho em um canto mais afastado, não tinha sido uma boa ideia, mas logo mudei de opinião, quando vi Joalin lá dentro.  -Eu- ela pareceu respirar fundo- Vi você entrando. Sabia que não dá para enxergar nada, do lado de fora? -Sim, os vidros são extremamente escuros, fui eu que escolhi assim- dei de ombros, meio óbvio- Você está melhor?- questionei.  -É sobre isso que eu vim falar- ela suspirou- Primeiro eu queria te pedir para não comentar sobre o meu surto, com ninguém. Você sabe, não sou do tipo de gente que sai por aí demonstrando minhas fraquezas e eu realmente não estava em um dia bom.  -Você sabe que eu não vou falar para ninguém- eu disse- Ficou chorando sozinha no seu quarto até que horas?- meu tom de voz saiu preocupado.  -Na verdade não tive forças de chegar lá, meu irmão me levou até a cozinha e eu fiquei chorando enquanto ele me enchia de sorvete- ela riu baixo, parecendo envergonhada. -Fico feliz que tenha trombado com ele no caminho para o andar de cima.  -É, eu também- ela abaixou o olhar- Eu também... Queria te pedir desculpas por ter gritado com você enquanto você estava tentando me ajudar.  Eu queria soltar um: "Você está me pedindo desculpas? Que tipo de universo paralelo é esse?". Me contentei em soar educado, até porque ela estava vindo aqui, nitidamente envergonhada e passando por cima de seus limites apenas para esclarecer a noite anterior.  E vai por mim, o que ela estava fazendo, vindo até meu carro para falar aquelas coisas, não combinava nem um pouco com o "Jeito Joalin de ser".  -Não tem problema, você estava nervosa e eu sinto muito que tenha tido que passar por aquela situação.  -É- ela coçou a cabeça- Também queria te agradecer por ter me ajudado, você não tinha obrigação de fazer isso.  -Só quis ajudar! Não te deixaria lá, naquela situação, fingindo que não estava vendo.  -E já que- ela parou por um segundo, me encarando e parecendo criar coragem para terminar o que estava falando- Ok, eu provavelmente vou me arrepender de falar isso. Mas já que nós decidimos esquecer tudo o que rolou nesses últimos dias, posso dizer que já não te odeio tanto assim.  -Obrigado por me odiar um pouco menos, agora- soei um pouco irônico, mesmo que não fosse minha intenção. -Deixe eu terminar antes que perca a coragem.  -Ok- levantei minhas mãos em rendição.  -Como estava dizendo, talvez um dia possamos ser amigos. Sabe, quando estivermos comandando as empresas de nossos pais ou sei lá, quando aprendermos como lidar com tanta coisa- ela deu de ombros, abaixando o olhar e deixando as bochechas avermelhadas a mostra.  -Então, por hora, colegas?- estiquei minha mão em sua direção. Ela hesitou por um segundo, mas apertou.  -Só não sai falando disso para todo mundo não, ok? Tem muita coisa que a gente não pode explicar.  -Eu sei, eles perguntariam sobre como as coisas chegaram no ponto que estão hoje e as entrelinhas são apenas um segredinho nosso- falei, mordendo o lábio.  -É, pois é- ela colocou a mão na maçaneta, prestes a descer do meu carro- Então eu vou para a aula de biologia e- ela parou, me olhou de cima a baixo e voltou a falar- Não deveria usar essa jaqueta do time de futebol por aí.  -E posso saber o porquê?  Ela largou a maçaneta, virou seu corpo na minha direção e, quando eu vi, Joalin já estava sentada no meu colo, juntando seus lábios aos meus de forma faminta.  Segurei a sua nuca, a puxando para mim e sentindo ela rebolar em meu m****o, enquanto sua boca parecia se encaixar perfeitamente na minha.  -Força do hábito- ela disse, ameaçando sair do meu colo. Segurei na sua cintura, a mantendo ali por mais alguns segundos.  -Tem o hábito de beijar todo mundo na boca?- sorri provocativo.  -Não, mas você fique sabendo que- a calei com mais um beijo.  Joalin estava praticamente irresistível naquele dia. Quer dizer, ela parecia irresistível sempre, mas aquele moletom preto que ela usava como vestido, junto com as botas over knee sem salto, o coque baixo no cabelo, tudo aquilo parecia a atrair em minha direção.  -Nós temos cinco minutos- falei, olhando as horas rapidamente.  -Sabina vai me m***r se eu a deixar esperando, vou fazer dupla com ela hoje- ela disse, beijando meu pescoço. Era tão estranho como estávamos, sem querer, falando de nossas vidas um para o outro.  -Seu irmão é minha dupla- falei.  -Eu sei, Noah trocou ele por Sina- ela disse rindo.  Joalin atacou meus lábios mais uma vez, enquanto sorrateiramente abria o botão da minha calça jeans. Ela ainda rebolava no meu colo, quando tirou meu m****o de dentro da boxer e sorriu ao ver que eu já estava e******o.  -Uma pena que sempre tenhamos pressa- eu sussurrei no seu ouvido, puxando seu casaco para cima e passando os dedos na sua i********e, por cima da calcinha.  -Se dizem que a pressa é inimiga da perfeição, não sei o que a gente faria se tivéssemos mais tempo. -Exercício físico para um mês inteiro- eu falei, tirando uma c*******a do porta-luvas e entregando na sua mão.  A Loukamaa, com toda a sua experiência, masturbou meu m****o com a mão e o roçou em sua v****a, ainda por cima da calcinha. Ela gruniu baixo, colocando o pequeno tecido para o lado e repetindo o processo.  -Oh -p***a Joalin- gemi baixinho, no seu ouvido, enquanto ela rebolava por cima do meu pênis e abria a c*******a com a boca. Depois de colocá-la no devido lugar, ela encaixou meu m****o em sua entrada e sentou com força, de uma única vez.  Soltei um gemido um pouco mais alto e levei minhas mãos até seu corpo, uma na b***a e outra em seu c******s, masturbando o seu ponto de prazer e enxergando os sinais de t***o pelo seu corpo.  Ela estava tão molhada e seus movimentos eram rápidos e intensos, visto que tínhamos pouquíssimo tempo. Aumentei a intensidade da pressão em seu c******s e apertei sua b***a com força, ela não demorou para gozar e jogar o peso do seu corpo em cima de mim.  Joalin me beijou mais uma vez, dando duas ou três cavalgadas e saindo do meu colo. Ela voltou a se sentar no banco do carona e tirou a c*******a do meu m****o, o masturbando com a mão e lambendo a glande com vontade. gemi mais uma vez, segurando em seu cabelo.  Não controlei o o*****o, gozando na sua boca logo em seguida. Ela sorriu s****a, engolindo tudo aquilo com uma expressão satisfatória. A Loukamaa ajeitou sua roupa rapidamente e se virou para mim, antes de sair do carro.  -Corra para a aula, eu vou passar no banheiro para arrumar meu cabelo e não vai pegar bem chegarmos juntos, de novo.  Respirei fundo quando ela saiu do veículo. Aquela garota era intensa, como nenhuma outra.  Me ajeitei, peguei meu livro e olhei a hora, correndo em direção a sala de aula e conseguindo chegar junto com o professor.  -E aí, cara- me joguei na cadeira, ao lado de Josh.  -E aí- ele me cumprimentou, olhando em volta da sala- Onde Joalin se meteu? Estou preocupado com ela depois de ontem.  -Ainda não esbarrei com ela hoje- menti, me sentindo culpado. Eu estava com a irmã do cara cinco minutos atrás, não tive a decência nem de lavar as mãos, antes de apertar a mão dele.  -Falando nisso, valeu por ter levado ela em casa ontem. Eu não vejo ela naquele estado em sei lá, uns três anos- falou, eu concordei com a cabeça e iria dizer que ela me contou do sorvete, mas ainda bem que o professor começou a falar, se não eu claramente ia me contradizer na parte que "não esbarrei com ela hoje".  -Hoje vou precisar de um voluntário para que eu analise sua saliva e transmita para o resto da classe- ele disse, apontando para o telão- Depois que eu explicar, vocês poderão fazer a experiência com uma pessoa de cada dupla.  -Josh, cadê Joalin?- Sabina se virou para a mesa de trás, onde nós dois estávamos- Eu vou m***r aquela atrasada.  É, bem que a loira disse.  -Eu não sei também- seu irmão deu de ombros.  -Então, quem se voluntaria?- ele perguntou mais uma vez, antes de alguém bater na porta. É, era quem eu imaginava- Está atrasada, mocinha.  -Desculpe, professor.  -Você será nossa voluntária- ele disse, sem dar chances de resposta.  -Para que?- ela parecia confusa.  -Cuspa aqui- ele entregou o plástico na mão dela.  A encarei com o maior olhar de "Corre, fala que está passando m*l, finge desmaio", mas ela nem olhou na minha direção. E o pior de tudo, nem parou para refletir sobre o lado arriscado que eu não conseguia parar de pensar.  Mas tudo bem, seria muita falta de sorte, não ia acontecer.  -Só queria deixar claro que não consumi nenhuma substância ilícita no estado da Califórnia- ela disse, entregando a ampola.  -Vamos lá- o professor sorriu animado, transmitindo as imagens no telão e pronto para fazer a análise.  -Tive que responder um questionário do pessoal do grêmio, no meio do caminho- ela deu essa desculpa para Sabina, em um tom de voz baixo, mas eu ainda consegui ouvir.  -O que foi, cara?- Josh me questionou, quando comecei a tossir nervoso.  -Acho que eu engoli algo que não devia- falei um pouco mais alto, tentando fazer com que a garota entendesse a mensagem.  Acho que funcionou, porque ouvi ela sussurrar um "m***a" baixinho. Ela se virou para nossa mesa e pegou a garrafa de água do seu irmão, virando metade dela na boca. -Para de morder a tampa da caneta, mano. Vai acabar engasgando de verdade- ele tentou aconselhar, enquanto eu só conseguia encarar o professor.  -O que eu vejo aqui... Esperma.  Coloquei a mão na testa, um pouco culpado. A sala se dividia entre expressões de espanto e risadas, mas Josh, Sabina, Sina e Noah olhavam diretamente para a loira.  -NÃO É MEU- o Urrea gritou, bem pouco escandaloso.  -Pode ficar com a água- o outro garoto disse, sobre sua garrafa descartável.  -Pesquisa do grêmio, em? Está perdoada pelo atraso se me contar quem foi- Sabina falou.  -Eu não falo é nada- Sina disse, dando uma risadinha.  -Se você me disser que foi o cara de ontem, eu te mato- Josh encarou a irmã, preocupado. E mais uma vez, exatamente como no dia anterior, a sala estava voltada para eles.  -Eu não sou doida. Agora podem parar de bisbilhotar minha vida e voltar a prestar atenção na aula?  -Acho que preciso falar sobre a importância da c*******a, o s**o o**l também pode transmitir doenças- o professor disse, visivelmente constrangido e preocupado- Tomem cuidado com quem vocês confiam, jovens.  -Eu sei que você é toda cuidadosa, em quem você anda confiando tanto para fazer essas coisas, já que a gente sabe que não foi Noah?- Sabina voltou a questionar Joalin, em tom baixo. -Em ninguém. Era um cara que eu já tinha ficado antes, só isso. Agora por favor esqueça essa história. -Você que manda- A mexicana deu de ombros e o professor finalmente seguiu a aula, esquecendo a história da saliva, provavelmente traumatizado. 
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