-Eu vou me arrepender amargamente disso, amanhã de manhã- revirei os olhos para mim mesma, descendo do carro na frente da casa dos May, junto do filho primogênito da família.
-Não pense que comigo será diferente- esperei ele destrancar a porta.
É claro que Bailey não demorou três segundos para surgir atrás de mim, mas o caminho até sua casa foi extremamente silencioso. Podia dizer que se seu beijo não tivesse me deixado com um tremendo t***o, não teria tanta força de vontade para terminar aquela loucura.
-É para hoje?- perguntei sobre sua enrolação com as chaves.
-Shii- colocou o dedo sobre meus lábios, eu tinha lhe dado esse tipo de liberdade? A resposta era óbvia: não- Shivani está na sala.
-Oh m***a, eu devo estar mesmo com muita vontade de t*****r contigo, para não te obrigar a me largar em casa agora mesmo- sussurrei- Qual é a janela do seu quarto?
-Dá para trás, acho que dá para você subir.
-Então me leva até lá, i****a- falei, antes de "delicadamente" marchar atrás dele.
-Acho que dá para subir naquele galho, andar por cima do telhado e entrar pela sacada.
-A sacada está aberta?
-Não. Pula lá para dentro que vou subir e abrir a porta para você.
-Tá bom, anda logo e me ajuda a subir no galho. Sem colocar a mão na minha b***a, seu t****o.
-Como se eu não fosse fazer isso daqui a cinco minutos- mesmo sem poder olhá-lo, sabia que tinha revirado os olhos.
-Anda logo- ordenei, assim que subi no galho e consegui pular para o telhado. Caminhei com cuidado até a sacada, me jogando lá dentro em seguida- Anda- mexi os lábios, vendo que ele ainda estava parado lá embaixo.
Me levantei e encarei seu jardim e sua piscina, tudo extremamente bem cuidado. Me arrependi segundos depois, quando me dei conta, ou melhor, me lembrei que a casa de trás pertencia a Heyoon Jeong, que naquele momento parecia parada em sua sacada.
Me joguei no chão mais uma vez, reclamando de dor logo em seguida. Revirei os olhos, sem conseguir acreditar no ponto que eu tinha chegado por uma transa.
Uma transa com alguém que eu jurei nunca ir para cama, horas mais cedo.
Era melhor parar de pensar nisso, antes que desistisse.
-Não lembro de termos combinado que ficaria deitada no chão frio, até eu abrir a porta- Bailey surgiu, destrancando a mesma.
-Primeiro, não combinamos nada. Segundo, péssimos vizinhos que além de tudo são fofoqueiros, não queria que a coreana soubesse da minha visitinha noturna, certo?
-Ela estava na sacada?
-Sim. Ah, e terceiro, deve estar fazendo uns quarenta graus na Califórnia, o chão frio está parecendo um forno- falei, antes que ele me puxasse para levantar.
-Está doido? Sua amiguinha ainda está ali.
-Ela é míope. Usa lentes de contato e quando aparece na sacada a noite, é porque não está conseguindo dormir e sai para respirar um pouco de ar puro. Ela não está enxergando um palmo, nesse exato momento.
-Não sei se confio. Não posso ser vista na casa de um mauricinho como você- falei, o empurrando para o lado e entrando no cômodo. Ele fez o mesmo, fechando as cortinas em seguida.
Rondei o ambiente e peguei o controle do ar condicionado, o lingando.
-Para quem não gosta de ser vista na minha casa, anda fazendo visitas recorrentes. É o que? A terceira em menos de uma semana.
-Levando em conta que em uma delas eu fui praticamente arrastada e que na outra vim por sua mãe, eu diria que essa é a única que conta.
-Se você diz- deu de ombros, tirando sua camisa e se jogando na cama.
Ele tinha a m***a de um corpo musculoso, extremamente gostoso.
-Mas então- eu até pensei em provocativamente tirar minha blusa, mas lembrei que não vestia uma, então apenas me desfiz da bolsa e dos coturnos de salto- Não tem medo de estragar sua reputação de garoto bonzinho, ficando comigo?
-Não acha que esse risco vale a pena?- ele me deu um sorriso.
Que s****o, Bailey May tinha duas personalidades, uma delas era secreta, aparentemente.
-Se bem que... Já deve estar acostumado com sua vida dupla- sentei na ponta da sua cama, engatinhando sensualmente até estar por cima de seu corpo- Quer dizer, temos uma disputa acirrada entre o que te destruiria mais, perante aos nossos queridos colegas de classe: eu ou a e**a.
-Joalin, Joalin.
-Já te falei que vou manter seu segredinho, se você for bonzinho, é claro.
-Não acha que temos muitos segredinhos, ultimamente?
-Uhm, a culpa disso não é minha. Não sou eu quem adoro esconder as coisas, mas quer saber... Talvez escondido seja mais gostoso.
Encostei minha boca na sua, deixando um rápido beijo molhado.
-Então quer dizer que pretende esconder essa noite de sua gangue?- ele se virou por cima de mim, deixando beijos nas minhas costas e brincando com o fecho do meu top- Não é você quem não esconde nada deles?
-Acho que dessa vez vou experimentar de uma aventura secreta e excitante, além do mais, seria humilhação demais, depois de ter dito que nunca me levaria para a cama.
-Pensei que você fosse diferente- ele provocou, dando uma mordida no meu pescoço.
-Eu sou. Deveria me agradecer pela exceção que estou abrindo, se não fosse por isso, amanhã todos eles saberiam até quantos centímetros você guarda dentro da sua calça.
-E o que vai dizer para eles, nova mentirosa?
-Que transei com um cara qualquer, que nunca tinha visto na vida- dei de ombros- E que nem era tão bom de cama assim.
-Quero ver por quanto tempo a madame verdadeira vai conseguir esconder essa noite de seus comparsas.
-Você adora falar de nós como se fossemos bandidos, isso é o que? Sua fantasia s****l secreta?
-Até parece.
-Mas se é assim, vou aceitar isso como um desafio. Eles nunca saberão dessa noite, pelo menos não pela minha boca.
-Se você diz, eu finjo que acredito. Até porque, vamos tentar manter sua boca ocupada, por um tempo.
-Ah é?- sorri, antes que ele girasse meu quadril e encaixasse minhas pernas entre seu corpo.
-É- respondeu firme, deitando por cima de mim e o beijando.
Eu já tinha falado que, na minha pequena listinhas de adjetivos sobre Bailey May, um dos poucos pontos positivos era seu beijo?
Não sei onde ele aprendeu a beijar assim, se é por muita prática ou sei lá, se está no sangue. Mas com apenas um beijo, ele conseguia molhar minha calcinha como ninguém havia conseguido, em toda a minha vida.
Levei minha mão pelo seu abdomen trincado e fiz questão de arranhar seu pescoço com vontade. Tinha que deixar minha marca, comigo era assim.
Sorri entre seus lábios, arrastando meu corpo contra o seu e sentindo o volume se formando dentro de sua calça. A mão dele foi mais rápida que eu, abrindo o meu top e deixando meus s***s a mostra.
Bailey os encarou por um tempo, mordeu os lábios e suspirou. Segui seu olhar, juntando cada pedaço de autoestima e sensualidade que tinha dentro de mim, até porque seu olhar era faminto.
-Quanto mais admira, mais perde tempo de brincadeira- sussurrei em seu ouvido.
Ele pareceu acordar do transe logo em seguida, qual era o problema desse garoto?
Fechei os olhos e senti sua língua quente tocando meu mamilo, fazendo minha pele se arrepiar. Ele deixou um beijo molhado no outro, descendo a trilha pela minha barriga e abrindo o botão do meu short com uma habilidade e rapidez impressionante.
Ele tirou a peça do meu corpo, me torturando com beijos quentes pelo interior das minhas coxas, logo em seguida.
Segurei em seus cabelos e pressionei sua cabeça contra meu corpo, assim que sua língua passou por cima do fino tecido da minha calcinha.
Essa era a loucura mais gostosa da minha vida, mas eu jamais admitiria isso em voz alta.
-Tão molhada- vamos ocultar o fato de que eu estava assim desde a festa, não iria enaltecer o cara desse jeito.
-Acho que você vai precisar resolver essa situação- pisquei, quando senti ele afastando o tecido da minha calcinha e, mais uma vez, ficando parado com aquele olhar embasbacado.
Seu dedo encostou no meu c******s como se eu fosse uma bonequinha de porcelana. Estranhamente, gostei disso.
Fechei os olhos com força, sentindo seus dedos passando pela minha entrada e, em seguida, sua língua em contato com minha v****a.
Tentei não gemer e quando o fiz, foi no tom mais baixo que conseguia.
Eu estava, literalmente, de pernas abertas para Bailey May.
Nunca imaginei que aquilo fosse acontecer, mas a vida adora me surpreender.
Respirei fundo, quando senti seu dedo me penetrando. Bailey levantou o olhar, aumentando os movimentos de sua língua em meu ponto de prazer.
Não deixei de sorrir em sua direção, ele sabia muito bem o que estava fazendo.
Outro dedo me foi preenchido, mas aquilo parecia pouco, eu o queria. Queria ele dentro de mim.
Não que a sensação de seu rosto entre minhas pernas não fosse boa o suficiente, eu sabia que guardaria aquela imagem detalhadamente, que teria t***o só de lembrar dos toques de sua língua.
Não sei se foi a imersão de pensamentos o o aumento de seu ritmo, mas não tive mais tempo para refletir, pelo menos não antes de gozar na boca dele.
Senti o o*****o forte e poderoso se espalhando pelo meu corpo, arrepiando cada fio do meu cabelo e me fazendo perder o controle das minhas pernas trêmulas. Suspirei, tentando controlar minha respiração da forma mais baixa possível.
Bailey arrancou minha calcinha e então subiu, beijando meu pescoço e minha boca, logo em seguida. Sua língua em contato com a minha, se tornava cada vez mais tentadora.
-Espero que não tenha esquecido de trancar a porta- falei, me virando por cima dele.
Não perdi tempo, tirei sua calça e boxer de uma vez. Encarando-o com a provável mesma expressão que ele me olhou, minutos mais cedo.
Mordi os lábios e salivei, segurando seu pênis em minhas mãos.
O May se ajeitou, sentando com as costas encostadas na cabeceira da cama. Fiquei de quatro, propositalmente, e passei minha língua por todo seu comprimento, antes de abocanhar só sua glande.
Chupei com vontade, antes de descer até meu máximo. Ele era grande e não cabia inteiro em minha boca.
Masturbei a base e senti suas mãos segurando meu cabelo, em um r**o de cavalo desajeitado.
Gemi quando senti seus dedos pelos meus s***s, descendo até minha i********e. m***a, eu estava extremamente molhada.
Bailey soltou meus cabelos, jogando um pacote de camisinhas na minha direção.
Sorri s****a, abrindo a embalagem com os dentes e a colocando em seu m****o de maneira ágil.
Sentei em seu colo e juntei seus lábios aos meus, enquanto roçava nossas intimidades de maneira tentadora. Eu não lembrava de, em algum momento, ter estado tão excitada, pelo menos não nos últimos meses.
Segurei em seu pênis e o encaixei dentro de mim, lentamente, até que estivesse completamente sentada em seu colo.
Foi impossível não gemer, mesmo com Bailey tapando minha boca com sua mão.
Rebolei em seu colo, me aproximando ainda mais de seu corpo e sentindo meus m*****s contra seu peito. Ele soltou um gemido rouco e me beijou, talvez assim resolvêssemos os problemas com o barulho.
Suas mãos na minha b***a me ajudaram a quicar e fazer de cada estocada, extremamente funda. Minhas pernas tremiam e aquilo não era sinal de cansaço, mas sim de um novo e intenso o*****o que se aproximava.
Arranhei suas costas, aumentei ainda mais a velocidade e beijei seus lábios de forma faminta, até que nossos corpos falassem por nós mesmos e misturassem nosso prazer. Caí sobre ele, sentindo minha i********e contrair em volta do seu m****o e as vibrações me atingirem por toda parte.
Bailey mais uma vez beijou meus lábios, me guiando até uma última e fundo estocada, que me fez perder o juízo, de tanto prazer.
Droga, aquela tinha sido a melhor transa da minha vida, em uma escala sem comparações, inigualável.