Ricardo narrando… Eu segurei a cintura dela com as duas mãos, firme, forte, do jeito que eu tava segurando meu próprio controle pra não perder a linha com ela ali, de costa, gemendo meu nome. O corpo dela tremia no ritmo certo, no meu ritmo. Vitória era f**a… era a p***a da minha perdição inteira. E quanto mais eu puxava o quadril dela, mais ela empinava. Mais oferecia. Mais deixava claro que tava tão entregue quanto eu. — p***a… — murmurei, sentindo minha respiração bater quente nas costas dela. — Tu me deixa maluco assim… Ela gemeu baixinho, mas gemido com gosto, com vontade. A mão dela apertou o lençol de novo, como se precisasse se segurar porque o corpo já não obedecia mais. Ela soltou um suspiro que parecia quase um choro de prazer. E c*****o… aquilo bateu direto na minha

