A ousadia dessa mulher é uma faca sem bainha me cortando por dentro. E eu, p***a, eu adoro uma lâmina afiada pra me divertir. Encosto ainda mais, o nariz quase roçando no dela, sentindo a eletricidade estalar no ar, pronta pra explodir esse bunker. — Quem disse que eu quero que você abaixe a cabeça, russa? — Sorrio torto, malicioso, a visão descendo pro decote dela sem pedir licença, imaginando o estrago. — Eu quero é ver até onde você levanta esse queixo antes de começar a gemer o meu nome desesperada, enquanto eu te quebro no meio pra tu aprender quem manda no Império e quem é o dono da tua raba a partir de agora. O silêncio fica grosso, sólido, pesado como uma laje. A russa me mede com os olhos castanhos faiscando ódio e desejo, uma mistura que me deixa com o sangue em brasa. Chego ma

