capítulo 32

1272 Palavras

Lobo narrando Depois que eu deixei a Bárbara na lanchonete e voltei pra boca, minha cabeça ainda tava a mil. A imagem dela chorando. A montagem. O Théo no chão. A sirene ecoando atrás da gente. Eu sabia que aquilo ainda ia render. Mas quando subi a última curva da comunidade e vi dois dos meninos posicionados em pontos estratégicos que normalmente ficavam vazios, entendi que o problema era maior do que briga de faculdade. Meu pai tava me esperando na sala dele da boca principal. Braços cruzados. Olhar duro. — Tu tem noção do perigo de sair do morro ? — ele disse antes mesmo de eu abrir a boca. — Eu fui ajudar a Bárbara que estava com problemas na faculdade. Isso fez ele me encarar diferente. Não era aprovação. Mas também não era julgamento. Era cálculo. Ele assentiu de leve. — Dep

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