ANASTASIA/LIZZY
Seus lábios descem em direção ao meu pescoço, o sinto puxar o ar, minha mente clama por resistência, mas meu corpo tem seus próprios planos ao se render ao prazer que ele conseguia lhe proporcionar.
— Você é muito gostosa… — Sussurra no meu ouvido.
Suas mãos exploram meu corpo traçando caminhos quentes de desejo e possessão. Ele aperta meus s***s com firmeza, seus dedos como garras afiadas deixando sua marca ardente. Seu toque desencadeia uma onda de calor que se espalha por mim, uma sensação ao mesmo tempo angustiante e viciante. Minha boca sufocada pelo retalho da camiseta se mantem em silencio, mas meu corpo deixa mais que claro um desejo reprimido por aquele maldito homem.
Seus lábios se voltam novamente aos meus s***s, alvos de seu apetite voraz. Sua língua brinca com um dos meus m*****s enquanto seus dedos puxam e apertam o outro, sua boca intercala entre chupar um seio e outro como se experimentasse um banquete. Cada beijo, cada chupada, é uma tortura.
Desgraçado o que está fazendo comigo? - Me pergunto mentalmente sentindo o resto de bom senso que me resta esvair-se.
Minha b****a pulsa a cada toque, sinto minha excitação começar a molhar as minhas coxas a deixando escorregadias, me vejo mergulhada na p***a de uma espiral de prazer que me arrasta cada vez mais para baixo.
Seus lábios deslizam para a minha barriga deixando a marca do pecado em forma de chupões a adornando, é como sua assinatura, uma marca do seu poder sobre mim.
Ele me manipula com destreza, erguendo minhas coxas para os seus ombros. Vejo faíscas de luxúria em seus olhos.
— Está sentindo como eu te deixo molhada? — Sua provocação é c***l, mas também revela uma verdade inegável. Meu corpo responde ao seu toque, uma resposta visceral que desafia qualquer resistência.
Hades desce com a língua sobre meu c******s, uma sensação que incendeia todos os meus sentidos. Solto um gemido abafado pelo retalho, um som entrecortado pela luxuria e pelo tormento.
— Você é tão doce… — As palavras dele, murmuradas contra a minha pele me fazem fraquejar.
A mordaça é retirada bruscamente, e minhas palavras, por um breve momento, ganham liberdade.
— Vamos ouvir você, Lizzy. — A ordem dele, mais um convite obsceno do que um pedido, ressoa no quarto. Meu olhar se mistura com uma mistura de raiva contida e uma antecipação traiçoeira, enquanto meu corpo permanece cativo de suas vontades.
As mãos dele, ávidas e possessivas, apertam minhas coxas, marcando-me com a intensidade de seu desejo. A língua dele, uma extensão de sua luxúria insaciável, mergulha novamente na minha b****a com habilidade.
Meus gemidos escapam dessa vez sem nada para contê-los, uma sinfonia de êxtase e agonia, entrelaçados em uma dança pecaminosa. Ele, indiferente às minhas tentativas de resistência, continua sua exploração, uma prova de sua habilidade em extrair prazer mesmo contra a vontade aparente.
— Grite para mim, Lizzy. — As palavras dele, impregnadas de malícia, ecoam como uma ordem que não admite negação. Meus gritos são sufocados, abafados pela vastidão do quarto, mas a sensação intensa de prazer que ele provoca desafia qualquer barreira.
As sensações se intensificam, uma cascata de prazer que se desdobra diante da habilidade hábil de Hades. Seus lábios e língua persistem, uma sinfonia de movimentos que arranca de mim gemidos e súplicas silenciosas. As fronteiras do êxtase se expandem quando, sem aviso, ele introduz dois dedos, uma invasão que desencadeia uma explosão de sensações.
— Ah, Hades! — Grito seu nome, uma oração profana que ressoa no quarto. A cama testemunha minha entrega, uma tempestade de prazer que se desdobra como uma obra de arte proibida.
Sinto seus dedos dentro de mim em movimento como uma maestria pecaminosa. Minhas mãos, antes tensas, agora agarram as cordas como se fossem a única âncora em meio à tempestade. O prazer cresce, uma maré avassaladora que se acumula até o ponto de ruptura.
Já não aguento mais, não consigo me conter mais, perco minha lucidez. Atinjo o ápice, um êxtase que se manifesta em um jorro de líquido enquanto meus músculos se contraem e tremem. A cama, agora marcada por minha entrega, se torna testemunha de uma experiência que transcende os limites do convencional.
Meu corpo, saciado e exaurido, repousa na cama como um testemunho de uma conexão tumultuada. O quarto permanece impregnado com a eletricidade pós-êxtase, o cheiro de sexo ganhando o ar. Minha respiração, irregular e carregada, contrasta com a figura de Hades, agora de pé diante da cama, uma presença que exala confiança e domínio. Seu rosto, adornado pelos resquícios de meu g**o que pingam por seu peito.
Ele desfaz o zíper de sua calça abaixando a cueca e pegando seu p*u que m*l cabe em sua mão.
— Olha o que você faz comigo. Me deixa louco pra c*****o. — Sua voz, um sussurro rouco, permeia o silêncio. Minha resposta é um olhar ardente, uma mistura de desejo e desafio.
Ele se posiciona ao meu lado, e suas mãos habilidosas iniciam uma massagem provocante em seu p*u, masturbando-se. Com cada movimento, a tensão no ar aumenta, e quando ele goza, seu g**o pinta meus s***s expostos em jatos quentes.
— Você é minha, Lizzy. Toda minha. — As palavras dele, uma afirmação possessiva, são ecoadas pelo gemido final que ressoa entre nós. Seu p*u deixando as últimas gotas do seu g**o pingarem.
O quarto agora mergulha em uma calmaria tensa, enquanto Hades se veste, o atrito do tecido contra a pele ecoa como um lembrete do que acabamos de compartilhar. As chaves das algemas repousam estrategicamente na mesa de cabeceira, uma oferta silenciosa de liberdade após a extravagância da luxúria.
— Eu volto depois. — Suas palavras, lançadas no ar, pairam como uma promessa de um futuro que se desenha entre nossos destinos entrelaçados.
Ele desfaz o nó que mantém minhas mãos acima da cabeça, uma libertação física que contrasta com a complexidade emocional que permeia o ambiente.
— Eu vou estragar qualquer homem pra você, porque ninguém mais vai te fazer gozar como eu faço. — Hades, agora completamente vestido, lança um olhar penetrante antes de desaparecer pela porta. O som da fechadura girando é como um ponto final na cena, deixando-me entregue à minha própria confusão.
Irada, a raiva volta a crescer dentro de mim. Uma revolta contra a vulnerabilidade que permiti.
— Maldito seja, Hades. — Murmuro para o vazio do quarto, uma declaração impotente contra o tornado de emoções que se desenrolou em minutos.
Os lençóis, testemunhas silenciosas de nossa paixão efêmera, agora parecem frios e distantes. O quarto, antes vibrante com a energia carnal, torna-se um cenário de reflexão amarga.
O toque final é a indignação por ele ter gozado nos meus s***s, uma manifestação da dominação que ele exerce sobre mim, mesmo quando a física corda é desfeita. Um ato final que ressoa em minha mente, ecoando como uma provocação insolente.
O quarto, agora vazio de sua presença intensa, deixa-me à mercê das minhas próprias emoções conflitantes.