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Meu destino com o CEO

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Sinopse

Nada é capaz de quebrar as barreiras do destino quando duas almas nasceram para viver juntas. Mas o problema não é o poder de separação, e sim o poder da junção…

Vivendo uma vida de gana, poder e bens, Kaleb advem de uma família perigosamente poderosa e vinculada às chamas do amor que os destino vos trás, o que ele não esperava, era que sua metade estivesse tão longe…

Catarina não era adepta a crenças como “amor a primeira vista”, muito menos em destinos traçados; e apesar de todos os sinais evidentes ao seu redor, para ela o amor deveria ser ponderado por meios racionais.

Eles jamais irão se separar, mas primeiro, precisam se juntar…

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Prólogo
Às vezes o destino nos prega algumas peças. Infortúnios inesperados, desastres e algumas coisas boas também. Felicidade, dinheiro no bolso, um sorriso inesperado ou uma alegria instantânea; nunca sabemos o que o destino tem para nós, mas o que sabemos é que: não importa quando e nem como, o que tiver de ser, será. E Catarina não imaginava o quão planejado já estava o seu destino, mas Kaleb sim. Este sabia que o seu momento chegaria e esperava aquela noite com todo o anseio de sua vida… As estrelas iluminavam os céus, o barulho noturno da cidade grande se tornava um rebento distante e o destino tilintava nos céus guardando o sonho de duas almas distantes. Ao soar de um vento certo, passando pelas água do oceano, tocando os mundos distantes e conectando almas, duas almas se encontraram na calada noturna. Era um sonho. Era o destino. Eram duas almas. — Oi. — Catarina sorriu ao ver a imagem grande à sua frente. A névoa deixava o lugar com um aspecto peculiar e misterioso, mas se tratava da beirada de um lago fresco. Seus pés tocavam a grama verde enquanto rodeava os olhos nas flores da paisagem. Seus passos eram curtos, mas sua curiosidade era grande ao ver aquele homem de costas, procurando por algo, como se estivesse perdido. Uma vez que sua pequena voz tocou seus ouvidos, o homem se virou devagar, arqueou suas duas sobrancelhas e piscou curioso. Catarina lhe entregou um singelo sorriso de lado, sentiu as batidas do coração soar mais leve e, sem nem mesmo entender, gostou de sonhar com ele. A presença daquele homem lhe trazia segurança, paz e algo a mais. Algo que ela não conseguia identificar como era, mas conseguia aceitar que seu sonho era bom. — Uma vida esperando para conhecê-la… — Com sua voz grave, Kaleb soltou entre os ventos a admiração pela pequena imagem em sua frente. Não havia malícia em seu olhar, mas talvez um pouco de decepção. — Tens uma miniatura de tamanho, imagino que também tenha pouca idade. Catarina sorriu. — Você parece um velho falando! — sorriu de volta — Tenho dez anos! E você, quem é? — Catarina usava pantufas, um pijama de bolinhas e tinhas as mechas do cabelo n***o preso em suportes de estrela, e olhou ao redor como quem gostaria de aproveitar o sonho e a bela paisagem. — Porque está no meu sonho? — Dez anos é muito pouco! — reclamou o homem. Catarina não se importou com a reclamação, caminhou em direção ao lago de águas calmas, arrumou as pantufas dos pés e tentou subir as pedras do beiral. Num ímpeto de pressa, a menina foi tomada pelo desequilíbrio imediato, assustando até mesmo os sentidos de Kaleb. Mas, antes mesmo de qualquer tombo acontecer, as mãos grandes do homem tomou-te o pulso, a puxou de volta para a órbita e tudo o que Catarina teve foi um pequeno arranhão na curva do pé e um r***o na sua pantufa. — Cuidado, garota! — ele ralhou. Catarina olhou para baixo, sentou-se de costas para a pedra e tirou a pantufa rasgada dos pés, olhando o pequeno corte no osso do pé. O homem grande arqueou as sobrancelhas e a viu se decepcionar. — Minhas pantufas eram novas, mamãe vai brigar comigo. — Ela piscou para o sapato em sua mão, mas deu de ombro em seguida. — Como me ajudou tão rápido? — Tenho bons reflexos. — respondeu observador. — E como se chama? — Kaleb. Mas pode me chamar de Kall. É assim que os meus mais chegados me chamam. — respondeu colocando a mão em seu bolso, olhando o pequeno corte no pé da menina. À distância, Kaleb se perguntava se devia fazer alguma coisa ou apenas entender este sonho mais um pouco. — Eu me chamo Catarina, mas os meus amigos me chamam de Catrin. — Catarina nem mesmo se importava com o seu pequeno corte, mas viu o olhar preocupado do homem. — É só um sonho, quando acordamos não teremos machucados, nem pantufas rasgadas. — Ele levantou o olhar e admirou a inocência nas palavras da criança. Visivelmente Catarina não sabia. — O que foi? Vestidos com trajes elegantes em um conjunto de terno com um fino montante, abotoaduras douradas e um corte impecável, Kaleb colocou a mão no bolso, admirou a lua serena que iluminava a paisagem e respirou fundo. Era um homem de uma longa linhagem e esperava por este dia mais do que podia admitir, mas nunca imaginou que o destino lhe enviaria sua amada com tão pouca idade. — Este não é um sonho comum, pequena Catrin. — respondeu descendo o olhar e a olhando com preocupação. — Quando acordar, suas pantufas estarão rasgadas e seu machucado visível. Catrin arqueou as sobrancelhas e olhou as pantufas rasgadas. — Então acho que estou frita! — Ela pensou num raio de preocupação, mas logo levantou o olhar curiosa. — Quantos anos você tem? E porque está vestido assim? — Muitos anos. — respondeu evasivo, mas paciente. — Eu tomei uma dose de um escocêss de minha adega e fui para o meu escritório responder algumas pendências financeiras sobre os meus negócios. Como o responsável pela minha linhagem, algumas coisas me agregaram o cansaço, e com as roupas que eu estava, adormeci na minha cadeira. — Que chato, você trabalha! — Kaleb a olhou admirado pela espontaneidade da menina e dividiu o seu peso entre os pés, ainda observador. — Só tem dez anos… — ele sorriu fraco. — Haverá um dia que irá enxergar a necessidade no trabalho. — E quando isso acontecer ele vai deixar de ser chato? Kaleb refletiu a posição da menina, e cedeu: — Não. O trabalho não deixará de ser chato. Num rápido rebento da situação, Kaleb conseguiu relaxar os nervos e se entregou à risada momentânea que o tomou enquanto a pequena Catarina o via se apoiar a sua frente, e passava a tagarelar sobre os infortúnios de sua vida. Ela não sabia nada sobre Kaleb, mas admirava as luzes do vagalume ao redor do homem, que se sentava à vontade à sua frente enquanto partilhava pequenos momentos de sua vida. Catarine não via maldade no homem, mas também não conseguia identificar o que sentia. Ela só sabia que estava feliz por ele estar ali. E foi sob os raios de um luar fresco, que duas almas se encontraram para todo o sempre, sem nem mesmo imaginar as probabilidades do resultado.

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