MARIANNA THOMAZ Olho ainda para Gabriel, sem entender se é real ou fruto da minha imaginação, ele está mesmo aqui? — Que saudades de você me chamando assim, meu sonho, minha Marianna, minha. Ele diz com aquele jeito possessivo de sempre, fico arrepiada e ao mesmo tempo sem ação. — Sai daqui!! Minhas palavras saem mais rápidas do que eu esperava do que estou sentindo mo momento. — Mari, amor, me escuta. — Não tenho que escutar, Gabriel, nunca fui nada para você além de uma vingança. — Marianna, você é tudo para mim desde que eu tinha doze anos. Desde que pus meus olhos em você, não ouve um dia em que não tenha pensado, tenha feito tudo para ter você, não fale assim, me dá uma chance de explicar. — Não. Você me usou, a velha divorciada, traída e carente, foi tão fácil né? Me usar pa

