MARIANNA THOMÁZ Um mês, trinta dias, setecentas e vinte horas, quarenta e três mil e duzentos minutos, e ainda assim, não era tempo suficiente para explicar tudo o que Gabriel se tornou na minha vida. Um mês ao lado dele parecia ter sido mais intenso do que anos da minha vida anterior inteira. Se alguém me dissesse que eu poderia ser tão feliz, tão amada, tão desejada… eu riria na cara da pessoa. Porque até então, amor era sinônimo de controle. Desejo era sinônimo de obrigação, e felicidade… bom, essa palavra nem fazia parte do meu vocabulário. Até ele aparecer. Gabriel, meu vício, meu ponto de paz, meu furacão s****l em forma de homem, tão intenso e delicioso que só de lembrar fico quente. Ele me tratava como se eu fosse feita de ouro, como se eu fosse a única mulher que já existiu n

