GABRIEL EDUARDO BELLMONTE Assim que a casa se acalmou, alguns amigos se foram, as amigas da Mari foram dormir, Kennedy e Camila também, eu estava no meu quarto com ela, com meu amor. Olho para ela se preparando para dormir, passando seu hidratante corporal, tão linda, sua barriga arredondada, o primeiro lar do nosso filho. Eu amo demais essa mulher. — O que foi, amor? — ela pergunta ao me olhar. — Você é tão linda. Não canso de te olhar de saber que é minha. Meu olho vai até sua mão, a aliança brilhando, minha noiva, minha. Só minha. — Bobo. Me aproximo dela, beijo a sua testa, ela se levanta e se abraça a mim, pego ela nos braços e a levo para cama. — Você me faz feliz, Marianna, como nunca fui antes, obrigado por existir. — Eu te amo, Gabe. Me abraço a minha noiva, e nos cobr

