CAPÍTULO 35

1459 Palavras

GABRIEL EDUARDO BELLMONTE — Você não tem provas. — respondeu simplesmente, como se isso apagasse os fatos. — Ah, Simas… você ainda vai se surpreender, acha mesmo que eu voltei pro Brasil só pra me divertir, hein? Acha que eu não passei esses anos todos cavando, buscando, puxando cada fio solto da sua vida miserável? Ele não respondeu, apenas ficou me encarando, um olhar de cobra, falso, gelado, bem diferente do de homem de família apaixonado que demonstrava para todos que não conheciam seus verdadeiros lado. — Você não sabe de nada. — rebateu, se ajeitando na cadeira, tentando manter o controle. — E se está se aproximando da Marianna pra tentar arrancar alguma coisa… está perdendo tempo. — Sorriu, aquele sorriso nojento. — Ela não sabe de nada, nunca soube. Ela é a única luz, a doçura

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