Damon
Eu nunca vi uma garota tão teimosa na minha vida, muito menos uma garota recusar ajuda. Ela falava igual uma matraca e me deu uma vontade enorme de dar um jeito de calar sua boca, mas as únicas formas que pensei para fazer eram sexuais.
O destino era muito louco, eu iria pousar na casa dos pais dela amanhã mesmo, mas do nada quase bati no carro dela. Quando vi que era a Sofia, m@l conseguir acreditar em tamanha sorte, isso até ela acordar e abrir a boca. Como uma garota tão bonita, poderia ser tão brava?
— Damon? Quem é você? — parei o carro na frente da casa dela e sai do carro. Ela se adiantou e tentou descer, mas a garota estava machucada, então a peguei em meus braços. — Me solte! Não precisa me leva, eu posso ir sozinha. Meus pais vão enlouquecer se vir você entrando comigo em seus braços. Por favor, Damon. Eu agradeço pela ajuda, mas por favor. — ela choramingou.
— Cala a boca! Por que você continua falando sem parar? — ela me olhou com raiva. Sabia que ela estava lutando para não me dar uma bela resposta.
— Eu acho que você é louco. — ela falou, irritada.
— Você não viu nada, principessa.
— Não me chame assim e me coloque no chão. — mesmo com suas exigências, ela não fez nada para descer. Seu corpo se aninhou perfeitamente em meus braços.
Ela era linda e não poderia negar, desde do primeiro dia que a vi a achei linda. E confesso que me deixava e******o, toda vez que ela era agressiva comigo. Nada me deixava mais e******o do que eu uma mulher difícil de domar. Era como uma doce desafio.
Tive algumas oportunidades de vê-la por vezes, numa ocasião outra, cada dia que ela crescia ficava mais bonito e sexy, com o corpo de mulher.
Vamos, Damon! Lembro do motivo que te trouxe aqui. Você não pode olhar para ela assim.
A vingança era um prato que se comia frio e gelado e eu esperei anos por isso, não podia me desviar pela beleza de uma mulher. Pretendia tê-la no processo, mas só na minha cama e nada mais. Seria bom ter um pouco de diversão dupla e satisfazer meus desejos.
Cheguei na da Sofia com ela em meus braços, uma empregada abriu a porta e me olhou espantada. Não era uma cena que se via constância ali, imagino. A princesinha da casa, nos braços de um desconhecido.
— Sofia! — A mãe dela desceu correndo as escadas. — Nikolai! Nikolai! — ela gritou para o marido, que veio correndo do escritório. Ele me olhou confuso, por uns instantes.
— Quem é você? Solte a minha filha. — a mãe dela gritou, era bonita e jovem, igual à filha.
— Senhora, eu soltaria, mas ela está com tornozelo machucado, se puder me dizer onde colocá-la?
— Quem é você finalmente? — ela me olhou, irritada. E sabia exatamente de onde a Sofia tirou toda a rebeldia.
— Querida, deixe que eu resolvo. — O Nikolai interrompeu a esposa. — Damon, você pode me dizer o que faz com a minha filha em seus braços?
— Me solte! — a Sofia falou, baixinho. — A coloquei no chão.
— Ela sofreu um acidente.
— Meu Deus! — A Graziella exclamou. — Olha o que você conseguiu, Sofia.
— Ela avançou na frente do meu carro, tentei desviar, mas ela perdeu o controle do carro e bateu em uma árvore. Eu iria levá-la para o hospital, mas a garota é bem teimosa e fez um escândalo até para eu trazê-la para casa. — a Sofia me olhou feio.
— Eu estou bem. Só machuquei o tornozelo. A batida foi forte, mas o Airbag abriu rápido e não me machucou.
— Não machucou? — A mãe estava tão irritada, que imagina que a Sofia estava bem encrencada. — Você é tão imprudente, Sofia. É isso que você consegue com a sua rebeldia.
— Leve era para o quarto, Graziella. Daqui a pouco conversamos, Sofia. — Nikolai a alertou.
— Eu posso levá-la. — anunciei.
— Não precisa, se ela conseguiu se colocar em um acidente, consegue subir as escadas. Chame um médico para vê-la se for preciso, Graziella. — o Nikolai parecia irritado.
A Graziella assentiu e a Sofia subiu mancando, com ajuda da mãe. Ela me deu uma olhada rápida antes de subir, não conseguiria decifrar suas expressão, que deveria ser puramente de gratidão.
— Peço desculpas pela minha filha, está na flor da idade e tem sido difícil de controlar. Tem me causado alguns problemas ultimamente e burlando a segurança.
— A segurança dever ser muito r**m, para não conseguir controlar uma garota. — ele me analisou.
— Tem sido difícil ajustar as coisas, antes eu era apenas um conselheiro, mas agora que assumi o lugar do meu sogro, preciso de uma segurança mais efetiva, só tem sido difícil fazer meus filhos aceitarem, que eles precisam seguir regras. Ainda mais a Sofia, acredite, ela é a mais teimosa.
— Eu acredito. Talvez eu possa cuidar disso para você, Nikolai. — O Nikolai me olhou.
— Você quer cuidar da segurança dos meus filhos? Você não está aqui para isso.
— Tenho sido um soldado fiel, Nikolai. Para mim, cuidar do seu bem mais precioso, seria uma honra. E acho que podemos corrigir essas questões de segurança primeiro, antes de começarmos qualquer trabalho.
— Bom, você tem razão. Vamos para o escritório, lá podemos conversar melhor. — O Nikolai me levou até o escritório e nos serviu de uísque.
— É uma casa muito bonita.
— É a mansão Greco. Moramos aqui faz alguns anos, desde que comecei o processo para assumir como sottocapo no lugar do meu sogro. Ele está velho e cansado, só curtindo com a esposa.
— Parece que muito coisa mudou.
— Sim! Os anos passam e as coisas mudam. Mas me diga, não acha uma coincidência você ter encontrado minha filha?
— Muito. Eu até não acreditei. Só me lembrei dela, porque a vi na festa dos Romano, dias atrás. Quando vi que era ela, não pensei duas vezes e tentei levá-la para o hospital, iria te ligar assim que chegasse lá, mas confesso que é uma garota bem teimosa. — ele sorriu, acho que conhecia bem a filha.
— Eu agradeço por isso, Damon. Estou em dívida com você.
Ah, Nikolai! Você tem muitas dúvidas comigo e ia pagar uma por uma, enquanto vê a sua família sofrer.