Episódio 11

1347 Palavras
Depois daquela noite, Eduard não me tocou mais, e isso porque ele não está em casa. Ele viajou com a minha mãe, uma viagem a negócios. Foi o que minha mãe disse quando se despediu de mim. Já faz uma semana que eles foram embora, e ele nem ligou para perguntar: você está bem, vad*ia? É igualzinho a quando eu morava com meu pai. Ele saía de casa, eu não sabia para onde ia, e enquanto estava fora, não ligava, nem para saber se eu tinha sobrevivido à noite. Se eu pensava que as coisas seriam diferentes com a minha mãe, aí estava a resposta: não. Não seria diferente, continuaria igual. Quanto a Eduard, eu não podia esperar nada dele, porque ele só queria o meu corpo, e nada mais. Ele não conseguia me dar nenhum afeto além de s*x*o. Esta semana estou me concentrando totalmente nas aulas que estou fazendo, passando tempo com meus novos amigos. Eles estão tornando esses dias os melhores. Estou rindo muito com um amigo e, enquanto rio, dou uma olhada na limusine estacionada à nossa frente. — O que aconteceu? Por que você parou de rir de repente? Ele pega minha mão e olha para onde estou olhando. — Nada, não há nada de errado, eu só preciso ir. Como não estou dirigindo hoje, vou até ele. Fico perto da janela onde ele está sentado, esperando que ele olhe para mim, mas ele me ignora. Não sei por que ele está me pedindo para chegar mais perto se vai me ignorar. —Entre. Ele ordena. Eu entro sem dizer uma palavra. Quando entro, ele fecha a janela que separa a cabine do banco de trás. Ele me puxa para o seu colo, afasta os cabelos soltos dos meus ombros, junta-os em sua mão grande e os aperta, me fazendo franzir a testa. — O que você estava fazendo com aquele cara? Permaneço em silêncio, observando seus belos traços. — Eu nem posso sair por uma semana, e você já está procurando um substituto. — Ele é meu amigo. Digo sem desviar o olhar. — Então, amigos dão as mãos? Ele range os dentes e pressiona os dedos contra meu cabelo. — Ou é ele quem te dá o que eu não posso, 'querida'? Suas palavras me ofendem. Imploro para que ele me solte, minha voz embargada. Quando ele me solta, tento me afastar, mas ele me segura firme em seus braços. — Você está chateada? Por quê? Porque eu disse algo que você pede a todos os homens com quem dorme? Lágrimas grossas escorrem pelo meu rosto por causa do jeito que ele fala comigo. O que eu fiz para ele? Por que ele me diz essas coisas? Ele não percebe que está me machucando? — Me solta. Imploro enquanto tento me libertar, mas Eduard segura meu rosto com as mãos e me força a olhar para ele. Quando nossos olhares se encontram, eu congelo. É tão frio e malévolo que me enche de terror. — Não seja rebelde, Chapeuzinho Vermelho, porque você só vai me irritar. Ele pressiona os lábios contra os meus, beijando-me violentamente, sua língua invadindo minha boca até que eu solte um gemido. Depois de soltar meus lábios, que ainda ardem, ele murmura: se você se comportar, as coisas podem melhorar. Ele ataca a minha boca novamente, seus lábios envolvendo os meus por completo. Como uma boneca, ele me força a sentar em seu colo. Suas mãos deslizam por baixo do meu vestido vermelho. Com suas mãos grandes, ele agarra minhas nádegas, aperta-as e ruge. — Eu adoro, Chapeuzinho Vermelho. Este vestido te deixa divina. E aqui estamos. Alguns elogios daquele homem me fazem sentir a mulher mais sortuda do mundo. As mãos de Eduard percorrem minhas costas, apertando-as e rugindo contra meu pescoço. Ele inala meu perfume, roça minha pele com os dentes, alcança minha boca e me beija novamente com um frenesi. Agora suas mãos repousam em meus ombros, deslizando as alças do meu vestido e sutiã até minha cintura, deixando meus sei*os à mostra, apenas para que seus lábios os cubram segundos depois. Segurando sua cabeça, inclino-me para trás, movendo meus quadris em seu colo, sentindo aquele volume sob mim. Enquanto ele suga meus mami*los, arfo e sussurro seu nome. — Eu te amo, Eduard. Digo quando os nossos olhos se encontram novamente. Ele hesita por um momento, olhando para mim com uma mistura de admiração e desejo. Aproximo o meu rosto do dele, pressiono meus lábios suavemente contra os seus e digo novamente: Eu te amo. Ele me beija apaixonadamente, me joga para o lado, desabotoa o cinto, abaixa as calças e me puxa de volta para si. — Incline-se. Ele ordena, guiando-me com a mão. Eu obedeço, ajoelhando-me diante dele enquanto ele se senta. Seus dedos se enroscam em meu cabelo, ele me puxa para perto para me beijar e, quando se afasta, me força a fazer s*x*o oral nele. Não é a primeira vez que faço isso. Já experimentei outras vezes, mas nunca desejei nenhuma delas tanto quanto esta. Lambo seu mem,bro ereto antes de cobri-lo completamente com a minha boca. Um simples toque de nossas línguas o faz gemer, e quando o coloco na boca, principalmente quando o chupo, ele murmura coisas que nunca murmurou antes. Suas mãos empurram minha cabeça para baixo até que ele ejacula dentro de mim. Terminando, até a última gota de esperma, ele me levanta, me senta em seu colo, penetra em mim com uma estocada poderosa e me sacode com força. Enquanto faz isso, seus dentes roçam meu pescoço, mordem minha clavícula, causando arrepios na minha pele. Explodo em orgas*mo quando suas mãos pousam em minhas nádega*s, apertando-as. Gemo alto, cravando minhas unhas em suas costas. Sentindo as unhas afiadas, ele me empurra e, olhando para mim com a respiração ofegante, ruge: é melhor você não ter deixado nenhuma marca nas minhas costas. Seu olhar, uma mistura de raiva e luxúria, me enlouquece. Colado meus lábios nos dele, formando um beijo incontrolável, um beijo apaixonado que você nunca quer que termine. Acabamos no chão. Cavalgando-o. Suas mãos batendo em minhas nádegas, seu pêni*s penetrando violentamente em mim, sacudindo cada parte de mim até que eu estivesse exausta. … Quando cheguei em casa, minha mãe me interceptou no corredor, pegou minha mão e me levou até o quarto. Era a primeira vez que ela estava lá em plena luz do dia. Fiquei olhando para aquela cama onde eles certamente tiveram mais de uma noite de amor. Só de imaginar ele a levando para lá e declarando seu amor por ela, meu coração se parte. — Trouxe um presente para você. Ela me entrega algumas blusas e me conta como a viagem foi maravilhosa. — Vocês foram passear? — Não. Foi a trabalho, mas aproveitamos para conhecer a cidade. Sorrio para ela enquanto olho as blusas. Digo que são lindas e até agradeço pelo presente atencioso. Inconscientemente, olho para o lado e vejo um retrato dela com Eduard. Ele parece tão feliz, com um sorriso de orelha a orelha, como se estivesse transbordando de alegria. — Tiramos na viagem. Diz ela, segurando o retrato e passando os dedos sobre ele. Estou absorta em pensamentos sobre o quanto eles se divertiram, tanto que esqueço que estou no quarto dela. Lembro-me de quando ouço a porta abrir e sua figura alta, com uma expressão de surpresa, aparece na porta. — Eduard, meu amor, você chegou. Diz ela, caminhando em sua direção. Nesse instante, eu me levanto. Espero que eles se beijem como sempre e se afastem da porta para que eu possa correr e me esconder no meu quarto, mas Eduard se afasta da minha mãe sem tirar os olhos de mim. ‍​‌‌​​‌​‌​​‌​​‌​​​​​​​​​‌​​‌​​​‌‌​​‌​​‌​​​‌​​​‌​​‌​‌​‌‌‍
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