— Mas… na história, o lobo não come a Chapeuzinho Vermelho, ele come a avó dela.
— Não conheço essa história. Na minha, o lobo a come enquanto a avó dorme. E isso acontece porque ela quer assim. Diz ele, mordendo o meu lábio. — Você quer continuar perdendo tempo ou quer descobrir como eu a como?
— Eu quero… eu quero descobrir. Digo simplesmente. Fecho os olhos, esperando o seu beijo, mas ele se afasta e pega a minha mão em direção à piscina. Não pergunto para onde vamos, porque o que ele diz deixa claro.
— Vamos terminar o que começamos, exatamente de onde paramos.
Enquanto ele me guia pela mão em direção ao ateliê de arte, olho para trás para ver se minha mãe ou alguém está observando. Esse homem caminha com tanta naturalidade, como se o que ele está prestes a fazer fosse perfeitamente normal. Estou prestes a mudar de ideia, mas ele puxa o meu braço para perto e, com um sorriso divino, diz: mudou de ideia, Chapeuzinho Vermelho? Assinto e tento me afastar, pois estamos no meio do caminho, num lugar bem iluminado onde poderíamos ser facilmente vistos do segundo andar.
— Nós... eles podem nos ver...
— Relaxa, todos estão dormindo. Ele morde o meu lábio inferior. Fecho os olhos e deixo-me levar pela suavidade do seu beijo, que se torna depravado assim que a sua língua entra na minha boca.
As suas mãos grandes repousam nas minhas nádegas, puxando-me para mais perto para que eu possa sentir a dureza do seu me*mbro. Então, ele me levanta até a cintura e me carrega até a casinha. Ele abre a porta e a fecha com os calcanhares, depois faz o mesmo com a porta do quarto. Ele me coloca no chão e começa a me despir, e eu a ele. Quando estamos os dois nus, ele me levanta e me coloca na cama. Segurando o meu rosto com as mãos, ele me olha nos olhos e diz, ofegante: você ainda tem tempo para se libertar.
Me libertar? O pê*nis dele está apontando para minha vagi*na, que está encharcada de líquido. Estou louca para tê-lo dentro de mim, e ele espera que eu me afaste?
Balanço a cabeça negativamente. Quero beijá-lo para que ele continue, mas ele está puxando o meu cabelo para trás. Não sinto nenhuma dor, mas é porque estou muito excitada. — Quando eu estiver dentro de você, você não vai conseguir escapar.
— Eu não quero escapar, Sr. Richardson. Eu sussurro, envolvendo as minhas pernas em volta dos seus quadris. Empurro com os calcanhares, mas ele não se move. Olho nos olhos dele e ele sorri.
— Duas coisas: vamos tra*nsar quando eu quiser, onde eu quiser, sem exigências nem nada, ok? Eu aceno com a cabeça inconscientemente, porque esse homem me enlouqueceu.
Ele solta o meu rosto e me beija com um frenesi. Morde os meus lábios, devora a minha língua, invade a minha boca e aperta o meu cabelo. Solta-o, desliza as mãos até os meus quadris, empurra-me para baixo e manda que eu deite. Eu obedeço, sem soltar as minhas pernas dos seus quadris.
Assim que estou deitada, a suas mãos repousam nas minhas coxas, sobem pelo meu estômago até os meus se*ios, que ele aperta. Ele os segura, me encarando fixamente, e se inclina para chupá-los.
Quero gritar, mas tenho medo de que os meus gritos sejam ouvidos, então mordo o lábio e contorço-me na mesinha, com a cabeça para fora.
Eduard suga os meus se*ios como um louco. Enquanto faz isso, um dos seus dedos desliza entre os meus sei*os, movendo-se para dentro e para fora rapidamente, me deixando completamente atordoada.
Ele deixa os meus sei*os para explorar cada parte do meu estômago, mordendo as minhas costelas, fazendo cócegas. Ele sobe pelo meu pescoço e eu estou sobre ele. Ele segura o meu pescoço com as mãos, olha nos meus olhos e murmura:
— Esperei tanto por este momento.
Ele cobre a minha boca, sobe em cima de mim e começa a penetrar sem restrições. Solto um gemido alto quando o seu mem*bro abre as minhas dobras.
— Oh, que delícia! Ele diz. E é mesmo; o seu pê*nis é tão enorme que me faz gritar.
Uma vez dentro, ele penetra com tanta velocidade e força que os meus se*ios tremem e a mesa de ferro range.
Ele agarra as minhas pernas e quadris para me puxar para fora e me jogar com força contra a parede, exatamente como eu imaginei.
Enquanto penetra, ele segura os meus braços e os coloca acima da minha cabeça. Ele posiciona as mãos e começa a estocadas fortes, vigorosas e magníficas que me fazem gritar o seu nome.
— Ah, Eduard!
— Deliciosa, Chapeuzinho Vermelho! Ele diz enquanto solta os meus braços, passa os seus por baixo das minhas costas, segura os meus quadris e penetra com mais força. — Minha, pequena, só minha. Ele me penetra com ainda mais força, querendo me despedaçar. A cada estocada, ele é como um animal, me empurrando e me golpeando implacavelmente até go*zar dentro de mim.
Ele grunhe contra o meu pescoço, ofegando pesadamente enquanto libera completamente o seu orgas*mo.
— Não estou usando proteção. Digo. Ele olha para cima, leva a mão aos meus lábios e traça linhas.
— Tarde demais. Sinto o seu pê*nis pulsar dentro da minha vag*ina, e a minha vag*ina se contrai ao redor dele.
...
Essa não é a única vez que fazemos se*xo. Passamos quatro horas fazendo se*xo desenfreado por toda a casa. O último lugar é na piscina, onde ele me pressiona contra a parede, me penetra e estoca violentamente até eu go*zar novamente. Já perdi a conta de quantas vezes ele me fez gritar o nome dele, implorar por mais e dizer o quão delicioso era o pa(u dele.
Estou exausta, tanto que ele me carrega até o quarto, me deita completamente nua e sai.
Quando ouço batidas na porta, levanto e corro para o banheiro. Olho para meus se*ios, que estão mordidos, e os cubro imediatamente ao ouvir a minha mãe do lado de fora do meu closet.
— Você está bem? Você não desceu para jantar ontem.
— Sim, estou saindo agora, vou tomar um banho.
Ligo o chuveiro e deixo a água correr sobre o meu corpo. Enquanto a água cai, fecho os olhos e imagens do que aconteceu na noite passada inundam a minha mente. O arrependimento retorna. Não sei como vou olhar para minha mãe, muito menos para ele.
Quando saio do chuveiro, minha mãe não está lá. Sou grata por isso, assim posso me trocar sem medo de que ela veja os hematomas que o marido dela deixou em mim.
Assim que estou pronta, uma empregada bate na porta e me diz que estão esperando na pequena sala de jantar. Quero recusar, mas me lembro que já fiz isso ontem à noite. E se eu fizer de novo, minha mãe vai começar a suspeitar de algo.
Cheia de pouca coragem. Ao entrar, encontro apenas minha mãe. Não pergunto sobre ele, pois nunca perguntei sobre Eduard desde que cheguei. — Está tudo bem? Assinto sem olhar nos seus olhos. — Você parece abatida, os seus lábios estão rachados...
Ela está me observando quando ouço passos. São dele. O meu corpo começa a tremer no instante em que o ouço se aproximando, principalmente a sua voz.
Pelo canto do olho, vejo-o beijar a minha mãe e murmurar: você está linda, meu amor! Foi como se adagas afiadas cravassem no meu coração. Sinto algo dentro de mim se quebrar; a decepção me domina, e uma vontade irresistível de fugir.
E o que você esperava, Brigitte? Que ele se levantasse, viesse até você e dissesse as mesmas coisas que disse à esposa? To*la! Vocês foram apenas um caso de uma noite.