O sol ainda m*l havia nascido quando Sofia abriu os olhos. A claridade tímida atravessava as cortinas, desenhando linhas douradas sobre o chão da sala. Por um instante, ela não soube onde estava — até sentir o peso do braço dele sobre sua cintura. A respiração dele era lenta, profunda, e o calor do corpo que tocava o dela a fez lembrar, de forma quase c***l, de tudo o que havia acontecido algumas horas antes. A noite inteira voltava em flashes: o toque, o olhar, o pedido para que ele ficasse. O gosto do arrependimento misturado com o desejo. E agora, o silêncio. Ela se virou devagar, observando-o dormir. Havia algo de vulnerável em vê-lo assim — sem defesas, sem o peso do orgulho. O rosto dele parecia mais leve, quase tranquilo. Sofia estendeu a mão e, por um impulso impossível de cont

