Quando chego até ele, ele pega a minha mão com a delicadeza de quem sabe que não está começando algo novo, mas continuando algo que o tempo esperou. A cerimônia avança. O juiz fala, mas m*al o ouço. Ethan pediu que escrevêssemos os nossos votos, "sinceros, sem floreios". Minha mãe já lhe havia contado que a primeira vez quem os escreveu foi minha ex-sogra. Respiro. — Ethan. Começo. — Prometo não organizar a sua vida como se você fizesse parte da minha agenda, embora às vezes você precise. Prometo confiar nas suas intuições e não transformar cada conversa numa reunião com pontos a serem discutidos. Prometo manter a suas chaves localizáveis, o seu café quente e a sua paciência intacta quando nosso filho decidir nos acordar às três da manhã. Todos riem. Ethan sorri, e naquele sorriso es

