Ficamos nos olhando por mais alguns segundos, e então ele se afasta com passos inseguros e firmes. Sinto uma pressão no peito. Queria que tudo tivesse sido diferente. Mas não se pode voltar atrás. Só resta aceitar e seguir em frente. Fecho a porta. Lá fora fica o passado, aqui dentro a vida que escolhi construir. Volto para a sala. Melissa acomoda Matthew no seu ovinho e sorrio. Ela tem dificuldade em se separar dele, mesmo que tenhamos câmera, interfone e eu esteja atenta. Ela me olha e se levanta. — Não sei se você concordava que seu pai visse nosso filho... — Eu ia ne*gar. Confesso. — Mas quando você apareceu com ele, soube que não podia ne*gar aquele pedido a um moribundo. — Claro que não. Você é uma pessoa melhor, e provou isso. — Não fiz isso por ele. Fiz isso por mim. Sem iss

