— Me preocupo com você. Você sabe, não é? Não quero que nada aborreça você. Você não pode se estressar no seu estado. Ele se aproxima e apoia a mão na minha barriga. — Nosso filho está te dando trabalho. — Fico estressada mais te ver se mexer tanto. Respondo, suavemente. Ele ri. Aquela risada baixa, contida, que sempre me desarma um pouco. Caminho em direção a ele e ajeito a gola da camisa sem pensar muito e me afasto. — Você deveria descansar. — Sim. Embora agora eu esteja mais tranquilo. Levanto o olhar. Há algo no seu olhar que me reconcilia com o mundo. Não porque diga alguma coisa, mas porque acredita em mim. Porque não há sombra de dúvida nem intenção de me convencer de nada. Apoio uma mão no braço dele. — Confio em você, Ethan. Você sabe, não é? — Sim. Ele respondeu. — E es

