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AMADA PELO CEO

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Sinopse

Ana Flor sempre acreditou que sua vida se resumiria a humilhações e noites m*l dormidas em um restaurante que pouco a valorizava . Até que uma noite mudou tudo.Lee, um capitão da marinha enigmático, poderoso e envolto em mistério, cruza o caminho de Ana e, fascinado por sua beleza e essência, lhe faz uma proposta tentadora — um contrato. Para ter a vida de luxo, estabilidade para sua avó e o brilho de um casamento perfeito, Ana precisaria abandonar sua vida … e se tornar a esposa troféu de um homem que ela m*l conhecia.Seduzida pela promessa de uma vida melhor, mas assombrada pelas exigências implacáveis e pelo mistério em torno do Sr. Lee, Ana se vê dividida entre o medo e o desejo. Até que um segredo obscuro começa a emergir, revelando que o homem ao seu lado guarda muito mais do que a fortuna e o charme que aparenta.Entre o luxo de um palácio e o peso da consciência, Ana Flor precisa escolher: seguir o coração e se entregar a um amor proibido, ou fugir antes que seja tarde demais.🔥 Um romance intenso, cheio de paixão, suspense e dilemas morais. Afinal… será que o amor pode sobreviver quando está manchado pelo perigo?

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O INICIO
Flor - Senhor eu acho que essa mesa já está reservada. - Eu não estou nem aí pro que você acha - diz sentando e ignorando o que eu acabei de dizer. Saio em direção a cozinha com desaforo desse cara. - chefe um cara chegou e sentou na mesa já reservada - Como assim? Você não avisou para ele que ja estava reservada? sabe que isso é contra as regras. - Claro que eu avisei, mas ele pelo visto não se importou - Deixa que eu mesmo vou resolver isso, já que pelo visto você não consegue fazer nem seu trabalho. Ele como sempre grosso, vai na direção do salão. - É o sr Lee Hoo, sai já daqui e va atendê-lo. - Mas e a mesa que outra pessoa já reservou? - questiono - Não importa só vá atendê-lo - diz curto e grosso, quem é esse homem que chega assim e quebra as regras como se não fosse nada. - Boa noite senhor, o que deseja?- ele me olha de cima a baixo. - Agora sim, fazendo seu trabalho direito - eu me questiono se esse salário realmente vale a pena, mas depois lembro do meu financiamento, e respiro fundo. - Posso começar a anotar seu pedido? - Claro, trás uma garrafa de vinho - Qual senhor? - o vejo revirar os olhos - Qual você me indica?- um bem forte e se possível com 40% de veneno, pra beber e ir de arrasta. - Temos... - falo mais de 7 dos melhores vinhos que temos disponíveis. - Você acha que esses vinhos é a melhor opção pra sugerir pra alguém como eu? - O senhor pode esperar eu terminar de sugerir? - vejo ele dando um sorriso de canto. - A vontade - termino de sugerir e o rei do Egito finalmente escolhe o vinho "a sua altura". Volto pra cozinha pra passar o pedido pro chefe e buscar a garrafa de vinho do rubalo. (...) Quando estou com a garrafa na mão pronta pra voltar pro salão o Cleber segura meu braço. - A Isabel vai no seu lugar - pega o vinho da minha mão. - Porque? O que houve? - Desde de quando preciso te dar satisfação sobre minhas decisões? - fala entregando o vinho a Isabel - você já sabe o que fazer - diz e ela confirma e sai. - E minha comissão? - questiono. - Garota sai da minha frente - diz saindo, eu respiro fundo e fico em silêncio, como eu queria jogar esse homem em uma panela e fritar até ele virar um lanche grelhado. Lee Hoo Vejo uma garota de pele clara vindo na minha direção com meu vinho. - Boa noite sr Lee... eu irei lhe servir a partir de agora. - Cadê a outra garota? - Ela precisou ser substituída senhor, posso servir o vinho? - O porque ela precisou ser substituída?. - Não sei responder senhor - a observo e vejo que em nenhum momento me olha, seu olhar se encontra baixo - posso servir? - Pode - Seu jantar já está a caminho - diz saindo ainda com o olhar ao chão. Minha comida chega e a qualidade sempre é a mesma... por isso sempre dou prioridade a esse restaurante. (…) - Satisfeito? - o Cleber dono do restaurante sempre vem pessoalmente me cumprimentar. - Com a comida sim. - O que lhe desagradou?? - Quem era a garçonete? - Que garçonete? - A primeira? - Ela fez alguma coisa? me desculpe por ela, essas pessoas são assim mesmo, não se preocupe que irei chamar sua atenção e ... - Qual o nome dela? - Senhor... - Qual o nome da garota? - Flor... - E o resto? Ela não tem um sobrenome? - Eu não sei o sobrenome dela senhor. - Você não sabe o sobrenome da sua própria funcionária? - dou um sorriso forçado. - São muitas funcionárias pra gravar o sobrenome. - Eu quero falar com ela - ele me olha surpreso e ao mesmo tempo confuso. - Senhor ela está lavando os pratos. - Eu quero falar com ela agora. - Só um instante - diz se retirando. Flor Já estou esgotada, são quase 22:30 da noite, o restaurante já está pra fechar, e estou lavando prato sujo enquanto meus olhos lutam pra não fechar. - Você - o chefe chega na cozinha quase derrubando tudo e me assusto saindo do transe . - Eu? - falo já preocupada, nada vindo desse homem é bom. - E tem outra?, única que causa problemas aqui é você. - O que eu fiz dessa vez? - Vamos descobrir agora, o senhor Lee Hoo esta lhe chamando em sua mesa - olho pra ele surpresa. - Pra que? - Chega de perguntas... vá - tiro o avental que estou usando e as luvas e vou em direção a porta da cozinha - e outra coisa - diz me fazendo voltar - se você fizer alguma m***a, estar no olho da rua - diz no tom de ameaça. Entro no salão das mesas e logo vejo o tal do senhor Lee Hoo me observando, na verdade seu olhar não sai em nenhum momento de mim, o que me deixa extremamente tímida. - Mandou me chamar senhor? - falo em um tom baixo. - Qual seu nome? - diz ignorando minha primeira pergunta, e continua me encarando enquanto bebe sua taça de vinho. - Flor - falo em um tom quase sussurrando. - Você não tem um sobrenome? - meu Deus é entrevista de emprego é. - Ana Flor Fonseca - pra que raios ele quer saber meu nome. - Você trabalha aqui a quanto tempo? - isso é uma entrevista de emprego é? eu realmente estou sem entender. - Senhor... o senhor deseja pedir mais alguma coisa? - mudo de assunto. - Desejo que você responda a pergunta que lhe fiz - diz em um tom seco. - 6 meses - Você aceitaria sair desse emprego e trabalhar pra mim? - olho pra ele e dou risada . - Que? - questiono ainda rindo, quem é que sai oferecendo emprego assim. - Tenho certeza que ouviu com clareza o que lhe foi perguntado - diz sério me fazendo ficar seria também. - Mas... - tento justificar o porque da minha risada, mas logo sou interrompida. - Pense bem, se sua decisão for aceitar minha proposta liga pra esse número - tira um cartão de visita do bolso - até breve Ana Flor - coloca o valor da conta e a comissão do garçon no cartãozinho que já é pra isso e vai embora. Recolho o valor da mesa e assim que abro o cartão de comissão ele colocou 400 reais, eu nunca ganhei esse valor de comissão... aqui é um restaurante chique, só vem gente importante, mas o máximo que ganhei foi 50 reais. Guardo o dinheiro e volto pra cozinha, pra por os pratos na pia. - Ele queria o que? - Só agradecer - Agradecer logo a você? - questiona rindo, que odio desse homem - que piada boa, cadê o comissão? - Ele não deu, o cartão está vazio... só pagou a conta - falo me fazendo de sonsa, ele vai achar, entrego a ele o cartão vazio, como o Deus das galáxias dele, ele não vai questionar nada.

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