Ana Flor
Depois de uma noite de sono tranquila, acordo e são 08:00 da manhã.
Desço as escadas e a Berna já surge como um passe de mágica, não entendo como essa mulher aparece tão rápido nos lugares.
- Bom dia senhorita Ana
- Bom dia Berna, você não descansa não?
- Já descansei ontem
- Meu Deus, você está o tempo todo trabalhando, você não tem família?
- Tenho sim, mas sou governante dessa casa, preciso por as coisas em ordem.
- As coisas já estão em ordem, vai tirar uma folga, ver sua família... ter uma vida mulher - sei bem como é exaustivo servir pessoas o tempo todo.
- Eu ganho muito bem pra fazer meu trabalho senhorita Ana - diz sem jeito.
- Vai pra casa hoje - falo.
- Eu não posso
- Pode sim, estou falando... libera todo mundo daí, todos.
- Alguns já tiveram folga ontem
- Paga depois então, ou seila... mas pode liberar todos, fala que eu que estou falando.
- O Sr Lee Hoo...
- Eu me resolvo com ele, fica tranquila - De onde eu tirei essa confiança? eu vou resolver isso como??mas agora já falei né.
- Tem certeza senhorita? - diz me encarando.
- Tenho, pode ir
- Certo, obrigado - me agradece e sai.
Vou andando pela casa e vejo o Lee Hoo na parte da piscina, ele está sem camisa, treinando, ele faz luvinha sozinho, depois faz flexão. Ele é incrivelmente bonito, ele é um cara de 41 anos, mas sendo sincera não parece , e essa tatuagem dele... é literalmente a cereja do bolo, eu não posso negar que ele é um grande gostoso.
Subo as escadas e volto pro meu quarto, tive uma ideia, preciso continuar colocando meu plano em ação.
Faço minha higienes, tomo um banho e coloco um biquíni, um biquíni azul pequenininho... aqueles biquínis de marquinha e desço as escadas.
Passo na cozinha cato uma maçã e vou direto para a área da piscina.
Assim que saio, vejo que alguns seguranças estão aqui também, pelo ângulo que eu estava não dava para ver eles, já estou aqui né... vou em direção a espreguiçadeira e o Lee Hoo ainda não notou minha presença, já que esta de fone, ele só me nota quando passo por ele , pela suas costas.
Ele me olha por cima do olho, e sinto seu olhar me acompanhando, quando chego na espreguiçadeira, sento e estou comendo minha maçã.
- Circulando - ele diz para os seguranças que estavam ali e todos imediatamente saem de seus postos, ele vem na minha direção - qual o seu problema garota?
- Problema? Com um dia lindo desse? impossível... porque, você está com algum problema? - faço bem cara de sonsa.
- Porque você está fazendo isso em?
- Isso? isso o que?
- Você não está fazendo nada então?
- Eu não, quer? - ofereço minha maçã.
- Quero - toma a maçã da minha mãe e da um mordida enorme.
- Ofereci por educação, não era pra morder.
- Não se oferece nada por educação, se está oferecendo é porque quer dar - sinto que ele não está falando da maçã.
- Me devolve - tomo minha maçã de volta.
- Vou tomar banho e você fique aí... nada de ficar passeando pelada desse jeito pela casa, sua área está restrita aqui - sei que ele está falando isso por conta dos seguranças que estão por aí.
- Vai agora não, você está tão gostoso
assim - acho que falei nem foi pra provocar, e sim porque realmente, ele está todo suado e ainda assim cheiroso, e sem camisa... senhor, acho que isso tudo nem é provocação, é só eu querendo ele mesmo.
- Qual é a sua em? - diz sentando na espreguiçadeira que estou.
- Não sei, qual é a sua? - me ajeito ficando com o corpo mais ereto ficando perto do rosto dele.
- Você tá afim de brincar né? - diz me
encarando - então tá bom, só não esquece que tenho 41 anos e você 21... o que você vai viver ainda, eu já vivi e já tive o tempo de me arrepender - dou risada.
- Calma velhinho, que você não pode se estressar muito não pra não ter um infarto aí.
-Velhinho né? - ele rir sem humor
nenhum - Você vai ver o velhinho, quando eu tiver te fudendo igual uma vagabunda... ai você vai achar o velhinho.
- Então fode então - falo encarando ele
também e aproximo meu rosto ao dele - estou doidinha pra você me fuder igual uma
vagabunda - ele segura meu queixo com força.
- Você para com essa p***a - fala com a mão apertando meu queixo e com sua boca quase grudada com a minha - Para com essa m***a você vai se arrepender, está ouvindo? - solta meu queixo e dou risada, acho que isso o provocou mais ainda, e foi questão de segundos, ele me joga na espreguiçadeira me fazendo deitar e vem por cima de mim.
- Vai me fuder aqui? no ar livre? ai que
delicia- falo encarando ele, que fica alguns segundos me encarando em silêncio.
- Eu nunca vou fuder você - acho que ele disse isso mais pra ele, do que pra mim.
- E porque você está duro desse jeito? - ele respira fundo.
- Eu vou tomar um banho - diz todo atordoado levantado rápido.
Assim que ele levanta, levanto junto e empurro ele que cai na piscina, e por azar esse filho de uma p**a caí e me puxa, e caímos juntos nessa piscina fria.
- Meu fone cara - ele caiu de fone, de tênis de tudo.
- tá preocupado com o fone? - abraço seu pescoço e cruzo as pernas na sua cintura.
Assim que cruzo minhas pernas nele, sua mão vai na direção da minha b***a, ele segura e aperta, só que dessa vez estamos com o corpo grudado, é difícil... ai que vontade de esquecer isso de provocação.
Estamos nos encarando, enquanto ele aperta minha b***a e pressiona para que eu sinta o seu volume, seu rosto vem se aproximando, sinto nosso nariz tocando, e sua boca cada vez mais perto.
- Você vai ter que implorar por isso - falo como um sussurro quase em sua boca - e ele rir de uma maneira tão descarada, que me da t***o, mais né.
- Eu jamais vou implorar nada, principalmente de você.