JAMAIS VOU IMPLORAR

1085 Palavras
Ana Flor Depois de uma noite de sono tranquila, acordo e são 08:00 da manhã. Desço as escadas e a Berna já surge como um passe de mágica, não entendo como essa mulher aparece tão rápido nos lugares. - Bom dia senhorita Ana - Bom dia Berna, você não descansa não? - Já descansei ontem - Meu Deus, você está o tempo todo trabalhando, você não tem família? - Tenho sim, mas sou governante dessa casa, preciso por as coisas em ordem. - As coisas já estão em ordem, vai tirar uma folga, ver sua família... ter uma vida mulher - sei bem como é exaustivo servir pessoas o tempo todo. - Eu ganho muito bem pra fazer meu trabalho senhorita Ana - diz sem jeito. - Vai pra casa hoje - falo. - Eu não posso - Pode sim, estou falando... libera todo mundo daí, todos. - Alguns já tiveram folga ontem - Paga depois então, ou seila... mas pode liberar todos, fala que eu que estou falando. - O Sr Lee Hoo... - Eu me resolvo com ele, fica tranquila - De onde eu tirei essa confiança? eu vou resolver isso como??mas agora já falei né. - Tem certeza senhorita? - diz me encarando. - Tenho, pode ir - Certo, obrigado - me agradece e sai. Vou andando pela casa e vejo o Lee Hoo na parte da piscina, ele está sem camisa, treinando, ele faz luvinha sozinho, depois faz flexão. Ele é incrivelmente bonito, ele é um cara de 41 anos, mas sendo sincera não parece , e essa tatuagem dele... é literalmente a cereja do bolo, eu não posso negar que ele é um grande gostoso. Subo as escadas e volto pro meu quarto, tive uma ideia, preciso continuar colocando meu plano em ação. Faço minha higienes, tomo um banho e coloco um biquíni, um biquíni azul pequenininho... aqueles biquínis de marquinha e desço as escadas. Passo na cozinha cato uma maçã e vou direto para a área da piscina. Assim que saio, vejo que alguns seguranças estão aqui também, pelo ângulo que eu estava não dava para ver eles, já estou aqui né... vou em direção a espreguiçadeira e o Lee Hoo ainda não notou minha presença, já que esta de fone, ele só me nota quando passo por ele , pela suas costas. Ele me olha por cima do olho, e sinto seu olhar me acompanhando, quando chego na espreguiçadeira, sento e estou comendo minha maçã. - Circulando - ele diz para os seguranças que estavam ali e todos imediatamente saem de seus postos, ele vem na minha direção - qual o seu problema garota? - Problema? Com um dia lindo desse? impossível... porque, você está com algum problema? - faço bem cara de sonsa. - Porque você está fazendo isso em? - Isso? isso o que? - Você não está fazendo nada então? - Eu não, quer? - ofereço minha maçã. - Quero - toma a maçã da minha mãe e da um mordida enorme. - Ofereci por educação, não era pra morder. - Não se oferece nada por educação, se está oferecendo é porque quer dar - sinto que ele não está falando da maçã. - Me devolve - tomo minha maçã de volta. - Vou tomar banho e você fique aí... nada de ficar passeando pelada desse jeito pela casa, sua área está restrita aqui - sei que ele está falando isso por conta dos seguranças que estão por aí. - Vai agora não, você está tão gostoso assim - acho que falei nem foi pra provocar, e sim porque realmente, ele está todo suado e ainda assim cheiroso, e sem camisa... senhor, acho que isso tudo nem é provocação, é só eu querendo ele mesmo. - Qual é a sua em? - diz sentando na espreguiçadeira que estou. - Não sei, qual é a sua? - me ajeito ficando com o corpo mais ereto ficando perto do rosto dele. - Você tá afim de brincar né? - diz me encarando - então tá bom, só não esquece que tenho 41 anos e você 21... o que você vai viver ainda, eu já vivi e já tive o tempo de me arrepender - dou risada. - Calma velhinho, que você não pode se estressar muito não pra não ter um infarto aí. -Velhinho né? - ele rir sem humor nenhum - Você vai ver o velhinho, quando eu tiver te fudendo igual uma vagabunda... ai você vai achar o velhinho. - Então fode então - falo encarando ele também e aproximo meu rosto ao dele - estou doidinha pra você me fuder igual uma vagabunda - ele segura meu queixo com força. - Você para com essa p***a - fala com a mão apertando meu queixo e com sua boca quase grudada com a minha - Para com essa m***a você vai se arrepender, está ouvindo? - solta meu queixo e dou risada, acho que isso o provocou mais ainda, e foi questão de segundos, ele me joga na espreguiçadeira me fazendo deitar e vem por cima de mim. - Vai me fuder aqui? no ar livre? ai que delicia- falo encarando ele, que fica alguns segundos me encarando em silêncio. - Eu nunca vou fuder você - acho que ele disse isso mais pra ele, do que pra mim. - E porque você está duro desse jeito? - ele respira fundo. - Eu vou tomar um banho - diz todo atordoado levantado rápido. Assim que ele levanta, levanto junto e empurro ele que cai na piscina, e por azar esse filho de uma p**a caí e me puxa, e caímos juntos nessa piscina fria. - Meu fone cara - ele caiu de fone, de tênis de tudo. - tá preocupado com o fone? - abraço seu pescoço e cruzo as pernas na sua cintura. Assim que cruzo minhas pernas nele, sua mão vai na direção da minha b***a, ele segura e aperta, só que dessa vez estamos com o corpo grudado, é difícil... ai que vontade de esquecer isso de provocação. Estamos nos encarando, enquanto ele aperta minha b***a e pressiona para que eu sinta o seu volume, seu rosto vem se aproximando, sinto nosso nariz tocando, e sua boca cada vez mais perto. - Você vai ter que implorar por isso - falo como um sussurro quase em sua boca - e ele rir de uma maneira tão descarada, que me da t***o, mais né. - Eu jamais vou implorar nada, principalmente de você.
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