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A Verdade Acobertada (Vampiros e Lobisomens)

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Sinopse

Renata saiu do seu país de origem para conhecer a Romênia, o lugar onde se originou suas histórias e folclore preferidos. Ela sempre amou histórias de vampiros, mas nunca realmente acreditou, quando chegou lá sua vida começou a mudar de forma estranha.

Ela vai aprender coisas que nunca imaginou, sentir algo profundo, uma paixão e desejo que nunca sentiu antes.

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Capítulo 1
Renata. Estou muito feliz com a viajem, finalmente irei conhecer o país dos vampiros, irei realmente pisar no castelo do drácula, conhecer a cultura e as florestas, irei realizar meu sonho de criança. Não acredito de verdade nas histórias de vampiros, mas acho elas muito interessantes, imagina se vampiros realmente existissem, eles não poderiam andar na luz do sol nem entrar na casa de alguém sem permissão, será que eles beberiam sangue só para sobreviver ou eles iam gostar do gosto. Sou um pouco fanática por essas histórias mas sei até que nível devo ir, além de gostar de vampiros também amo as histórias dos lobisomens, homens que se transformam em lobos durante a lua cheia, muito interessante também. — está pensativa, já imagino que deva estar nas nuvens pensando em chegar logo na Romênia. / Diz meu amigo Andrei sorrindo sentado ao meu lado, estar nesse avião me deixa tão impaciente. — realmente estou, mas para você deve ser normal, nasceu e cresceu na Romênia, é como voltar para casa, imagino. / Falo sorridente. — na verdade eu não gosto da Romênia, é muito tranquilo, gosto das cidades grandes e tecnológicas. / Diz me olhando calmo. — então por que veio para cá comigo? / Pergunto o olhando curiosa. — não posso deixar uma bela dama viajar sozinha, além disso mulheres jovens e bonitas estão desaparecendo na Romênia. / Por que sinto que ele me cantou agora. — obrigada por me acompanhar, mas eu.... / Ele me interrompe. — sei que pode se virar sozinha, mas se algo acontecer com você sua mãe me mata. / Diz e sorri para mim. — eu já entendi, babá. / Falo encostando minha cabeça na poltrona. Conheci Andrei na faculdade, ele era um turista na época, quase não falava minha língua, eu tentei conhecer ele no mesmo dia que descobri que ele veio da Romênia pois não é todo dia que se conhece um romeno, eu era muito chata, enchi ele de perguntas sobre vampiros e lobisomens, tenho certeza que na época ele achava que eu era uma lunática. Com o tempo nos tornamos amigos quase inseparáveis, quanto terminamos a faculdade ele já não tinha mais dinheiro para continuar no pais, como minha família o conhecia o deixou ficar em minha casa, desde então somos quase como irmãos. Andrei disse que veio para me acompanhar mas sei que ele não irá mais voltar para meu país, ele podia ficar o último mês lá mas quis vir comigo, saber que daqui a um ano terei que voltar ao meu país sem ele dói. — sorria, você está parecendo triste. / Diz me olhando enquanto toca em minha mão. — desculpa, vamos aproveitar esse um ano muito bem. / Falo forçando um sorriso. — claro que vamos, minhas irmãs irão amar você. / Diz abrindo um sorriso. — irmãs? / Pergunto sem entender, ele nunca tinha falado da família antes, pensei que ele era filho único. — sim, tenho três irmãs mais novas e três irmãos mais velhos. / Fico pensativa até perceber que eles são sete irmãos. — quem é o lobisomem? / Pergunto brincando. — nenhum, eu e minha irmã somos adotados, nossa família morreu em um acidente de carro há 17 anos atrás. / Ele parece triste em lembrar disso. — eu sinto muito. / Falo culpada, não queria fazer ele lembrar. — tudo bem, não posso viver sem aceitar o passado, o que importa é que uma boa família adotou eu e minha irmã, claro que ter mais cinco irmãos filhos desse casal foi uma droga mas deu para viver. / Diz sorrindo. — entendo, deve ser uma família grande e feliz. / Falo sorrindo. — é sim, mas sempre odiei viver na Romênia por vários motivos. / Diz pensativo. — por que nunca falou deles? / Pergunto curiosa. — quando decidi sair da Romênia eles não aceitaram, eu não tive outra escolha a não ser ir embora sem avisar, eles devem me odiar. / Diz olhando a pulseira em sua mão, ele sempre usa ela. — entendo, já estamos chegando. / Falo sorrindo. — é, não sei se fico feliz ou triste com isso. / Diz olhando a janela, Andrei sempre sendo um pouco dramático. — veja pelo lado bom, pelo menos irá rever sua família. / Falo olhando a janela. (...) Depois que finalmente o vôo termina saímos do aeroporto, estou tão animada, estou realmente no reino dos vampiros, respiro fundo e fico ansiosa. Enquanto andamos recebo uma notificação, pego o celular é leio. (Infelizmente não poderemos receber você em nossa pousada, indico que procure um hotel pois você não é romena, turistas não são muito vem vistos aqui.) — Eu não acredito nisso! / Falo brava, eles não podem fazer isso comigo, acabei de chegar aqui e não tenho um lugar para ficar. — o que aconteceu, Renata? / Pergunto meu amigo preocupado. — eles cancelaram o contrato de um ano que fiz para ficar na pousada, não sei mais o que fazer, por que não me falou que eles tem problema com turistas?! / Pergunto ficando nervosa. — eu não sabia sobre o preconceito com turistas, mas se acalme, até encontrar outro lugar poderá ficar na casa dos meus pais, eles irão de receber. / Diz me olhando tentando me acalmar. - mas não devem querer uma turista lá, irei ficar em um hotel. / Falo um pouco nervosa. — não, você irá pagar por dia se ficar em um hotel, seu dinheiro não irá conseguir te manter aqui por um ano mesmo que seu trabalho aqui pague bem. / Ele está certo nisso. — mas sua família nem sabe sobre mim, talvez não tenha espaço. / Falo entrando em pânico. — tudo bem, eles iram aceitar que fique na casa por mim, você e sua família me ajudaram quando precisei, agora eu irei te ajudar. / Diz segurando minha mão. — tá, mas só até eu encontrar outro lugar. / Falo me acalmando. — claro, Ren. / Diz sorrindo, como eu odeio esse apelido mas até que não me incomoda sendo ele que diz. Vejo ele a chamar um táxi, entramos nele, vejo Andrei a dar as informações para onde ele deve nos levar, fico olhando a janela até perceber o motorista me olhar pelo retrovisor. — algum problema senhor? / Pergunto curiosa. — não, senhorita mas dá para perceber que é britânica. / Diz o senhor enquanto dirige. — sério? / Pergunto não acreditando. — sim, tome cuidado e não desrespeite as crenças das pessoas daqui, muitos turistas acabam desaparecendo e nunca mais são encontrados. / Diz o senhor e um arrepio percorre minha espinha. — nada assim vai acontecer com minha noiva. / Diz calmamente, como assim noiva? Espero que essa não seja mais uma das brincadeiras dele. — devem ser um casal apaixonado, mas não acho que sua noiva irá se acostumar com o "clima" daqui. / Diz o senhor normalmente, me pergunto o que ele quis dizer com isso. — ela vai sim. / Diz Andrei calmo Depois da conversa estranha a viagem fica normal, sinto que Andrei está me escondendo algo sobre esse país, ou isso é só na Transilvânia.

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