— nossa Maju só por amamos pastel você nos julga que coisa feia. — Eliz parecia ofendida.
— garçom. — chamou Maju e logo o moço veio com sua caderneta em mãos e uma caneta.
— bom dia, quero um macarrão com almôndegas e suco de acerola. — pediu Maju atenta às amigas que ficaram vermelhas.
— apenas um suco de laranja e o prato do dia por gentileza. — Elise fez seu pedido.
— o mesmo que ela e um suco de abacaxi. — foi o pedido de Sandra.
— salada apenas para mim e um suco de morango.
Esquecendo das informações que rondavam sua mente ela voltou a pensar no almoço.
— quem e este tal Martin que você falou mais cedo Sandra. — Maju mudou o foco da conversa para algo que ficou curiosa.
Martim era um rapaz de 26 anos bonito e forte, tinha os cabelos lisos e de um tom preto. Seus lábios eram rosados. E sua pele bronzeada levemente. Ele possuía uma filha chamada Carol uma menina pequena que era um amor de pessoa e chegaca a conquista cada um que a conhecia. Assim trasmutiua Sandra em palavras o que sentia pela criança. Maju achou fofo pela descrição a menina e procuraria saber sobre ele ainda que fosse só para passar um tempo. Finalizando a refeição as quatro logo pagam a conta e saíram. Enquanto Maju ficaria com um caso de assassinato. onde teria que provar que seu cliente não matou o homem ao qual ele foi acusado de ter matado. Maju estava muito mais que complicada neste por ser muito complicado ter que juntar provas e evidências que não foi ele que causou a morte do indivíduo. Ainda sim ela teria que tenta e conseguir uma vitória sobre o caso não apenas por dinheiro mas também por ser um cliente barra pesada.
Maju Apesar de ficar presa a uma cadeira, mesmo sendo confortável, não tinha como ignorar o cansaço físico ao final do dia, ainda sim ela amava o seu trabalho. E o fazia com excelência ao termina tudo ela pegou sua bolsa sobre a mesa do lado da divisória que tinham para os separa e se levantou. Fazendo seus salto alto bater contra o chão de piso branco. Mais um caso praticamente resolvido e tudo ficaria perfeito o dinheiro em sua conta e a paz na área profissional. Ao término do seu expediente deixaria para manhã o caso do cliente. visto que 50 por cento do trabalho estava feito. Conquistando seu objetivo teria tudo que Desejava aos poucos. Assim tudo que pudesse fazer seria cair na balada e dançar bastante além de beber um pouco por que o dia foi do cão. Ela merecia diversão e teria isso do trabalho ela seguiu para casa e colocou uma roupa mais leve seguindo para a boate onde o Uber a deixou na porta. Poderia beber porém não iria cometer uma tragédia não é?
Maju tinha trabalhado numa empresa como agente secreta. Sua vida era se passar por pessoas diferentes e obter dela algo. Alguns ela teve que retirar dinheiro, outros seduzir, mas não precisava se preocupar por saber que sempre alcançaria o seu objetivo.
A dona do lugar era Suzana, uma mulher fria e c***l. Era casada com Martin e tinha uma filha chamada Carol. Quando conheceu brevemente a filha da sua filha era apenas uma garotinha de cinco anos.
Maju se recordava do passado por alguns minutos. A festa do dia anterior era cansativa, pessoas novas se apresentaram a Maju que ficou um pouco contente.
Elisa passou a festa inteira ao lado de Sandra e ficou conversando com o seu namorado e um amigo dele.
Sem contar na irritante música que tocava e não ajudava em nada os convidados a se enturmar.
Maju conheceu Martin, um rapaz que atraiu sua atenção e o cativou de uma forma diferente.
No dia seguinte….
Maju acordou com seu celular despertando às seis da manhã. Com preguiça ela se levantou seguindo para o banheiro e tomou um banho relaxante escovando os dentes em seguida e retornando para seu quarto.
Pegando uma saia rosa e uma camiseta de manga longa preta com uma jaqueta cinza e um par de scarpin roxo, ela desceu as escadas tranquilamente.
Seguindo para a cozinha, Maju colocou uma cápsula de café na cafeteira elétrica e deixou sua xícara enchendo de líquido preto.
O café ajudava a espantar a ressaca ainda que ela não tivesse tomado mais que duas taças de champanhe.
Ao final da festa Maju foi embora com Martin. Que foi muito cavalheiro em ajudar ela deixando-a no seu prédio e partindo para sua casa.
Ainda que seu dia não fosse tão complicado, Maju teria que resolver uns assuntos pendentes no tribunal depois de chegar no trabalho.
Depois de beber seu café e comer um sanduíche de frango esquentado no micro-ondas em cinco minutos ela pegou a bolsa e as chaves do carro e saiu de casa saindo.
Enquanto dirigia para a empresa Maju teve que lidar com o trânsito da madrugada. Enquanto se recordava de algumas coisas que passou nas férias.
••••••••••••••
Quando voltou das suas férias, Teresa parecia renovada. Ter transado com o homem que amava e aproveitado suas férias na praia a fizeram bem além de pensar em casos e clientes em um tribunal. Ou em uma audiência em alguns casos. Ligando para Maju elas conversam brevemente.
— Olá Teresa, quanto tempo se passou desde que nos encontramos.
— Há exatamente quase duas semanas.
— Podemos nos encontrar Maju?
— sim podemos.
— Vou te mandar o endereço do café e conversamos melhor.
— Tudo bem Teresa logo nos encontramos tchau.
Maju naquela manhã de sábado estava tranquila, voltaria a trabalhar no dia seguinte, então naquela manhã ela arrumava seu guarda roupa e colocava de volta os objetos que levou para sua viagem de volta em seus respectivos lugares.
Então recordava de sua conversa com Leandro enquanto tomava banho.
— Você se apaixonaria por alguém se Teresa não namorasse com você? — disse ao retornar a realidade.
Tudo corria bem e sua mãe tinha razão, nem sempre precisa chorar pra ter tudo. Então novamente ela tocou no assunto. Mentalmente.
— Você se apaixonaria por alguém se Teresa não namorasse com você? — disse ao retornar a realidade.
— Talvez se fosse uma pessoa legal e boa. Clara sobre seus sentimentos e muito leal sim poderia me apaixonar. — foi verdadeiro em suas palavras e conseguia fazer com que de alguma forma Maju entendesse a situação.
— Eu vejo que de verdade você ama minha amiga, espero que a deixe feliz sempre. Afinal de contas ela é minha melhor amiga. E tudo que eu tenho próximo a mim como irmã. — revela Maju com uma face abatida. Com isso Leandro se arrepende um pouco das palavras usadas anteriormente já que tomou a defensiva sem consideração nenhuma a ela. Naquele momento o dilema era saber se valia a pena acreditar em Maju ou não .
— não seja ousada, eu vejo suas intenções e não confio em você. — Leandro ficou extremamente irritado com aquela situação. Depois da conversa com Maju, Leandro saiu furioso do local após pagar a conta por educação.
— Leandro espera aí por favor. — pediu Maju com a voz quase rouca de tanto gritar.
Então optou por não repetir as perguntas.
— Você gostaria de voltar a me encontrar? Gosta de romance também?— perguntou ainda olhando a rua do filme com um sorriso ladino até que a próxima cena fosse passada.
— não sou muito fã. Prefiro aventura e um pouco de terror já que a vida é um pouco chata. E não sou muito fã do gênero em si, mas não julgo quem o ama. — faz uma argumentação perfeita.
— isso é interessante também gosto. Temos algo em comum. — seus olhos tomaram um brilho diferente.
— Que tal um novo encontro talvez como amigos?
— Pode ser não seria algo muito r**m. — disse aleatoriamente sobre o assunto sem dar uma dúvida importante.
— então é um sim imagino. — ela confirmou mais para si que para ele.
— esse casal aí vai dar o que falar — comentou Ana um pouco sobre o filme.
— e se acontecer uma tragédia coitada da menina.
—mulher não é mais menina. — corrigiu Ana com um sorriso no rosto ao ver que seu amado parecia distraído.
— olha que linda amiga um colar de conchas. — apontava com o dedo sendo repreendida por um turista. A voz da personagem ecoava pela sala e todos sentiam medo quando o colar se tornou um animal e a picou na mão.
— ela foi muito tonta — um senhor de idade comendo pipoca fala com sua voz estridente.
— É muito feio apontar o dedo para os outros menina. — assim concordaram e continuaram a caminhar depois do café da manhã param em um restaurante e comeram pela primeira vez escargot. Um prato meio estranho e de gosto questionável não sabia como seria comer algo considerado vivo. ECA pensava enquanto seguia comendo pizza, depois tomando sorvete de baunilha que era excelente. Tirou algumas fotos para guardar no álbum e voltando para o quarto poderia descansar depois de tantas coisas feitas.