CAPÍTULO 12

2024 Palavras
Amon se ajoelhou no cobertor estendido sobre a neve, sem desviar os olhos do príncipe, que encarava de volta com uma intensidade tão sobrenatural que o bruxo soltou um grunhido manhoso, sentindo a sua própria excitação subir nas alturas e um sentimento quente cruzar o seu corpo. Amon ergueu as mãos e tocou as coxas grossas e torneadas do príncipe sobre a sua calça escura, fazendo Benjamin arfar baixinho. Os músculos duros do moreno eram gostosos de se tocar, então o bruxo subiu as mãos devagarinho pelas pernas dele, engatinhando um pouco para mais perto, até estar de joelhos entre as pernas do outro, com seus corpos quase se tocando. — A-ah... — Benjamin gemeu quando a pressão das palmas de Amon finalmente chegou até aquele ponto onde o seu m****o dolorido estava praticamente furando a calça. O bruxo deu uma leve e deliciosa apertada naquela carne dura e latejante por cima da calça, fazendo o príncipe soltar outro som manhoso, ao mesmo tempo que a boca do bruxo enchia d'água. O cheiro másculo e amadeirado de Benjamin chegou até às narinas de Amon de forma brusca, fazendo-o ficar completamente entorpecido com os aromas deliciosos que o outro exalava. Ele lembrou alguns segundos depois que não estava sentindo os cheiros antes porque esse foi o preço do feitiço para acender a fogueira, e que agora seu olfato já havia voltado ao normal. Amon desamarrou sem muita pressa aquele conjunto de cordões trançados que prendiam a calça do príncipe no lugar, sentindo o príncipe arquejar à cada toque dado, enquanto aquele negócio sob o tecido pulsava sem parar. — O-oh... — O bruxo soltou uma exclamação quase inaudível ao finalmente conseguir liberar o p*u do outro de dentro da calça. Seu coração deu um salto desenfreado, enquanto salivava mais ainda encarando aquele negócio. A barraca armada que o príncipe tinha no meio das pernas quando estava vestido não fazia jus ao tamanho real do seu p*u, porque aquele m****o grosso, longo e delicioso que agora estava totalmente à vista era definitivamente bem maior do que Amon imaginou que seria. O mastro de Benjamin era grande, de um tom mais escuro que a sua pele morena. Toda a sua extensão era revestida por grossas e simplesmente deliciosas veias saltadas, enquanto uma cabeça rosada e úmida apontava diretamente para o rosto do bruxo, que estava completamente abismado com aquilo. A virilha do príncipe era coberta por uns camada de pelinhos negros, embora as suas bolas grandes e pesadas fossem totalmente livre deles. O cheiro almiscarado e másculo que o m****o do príncipe exalava fez o rapaz pálido ficar bêbado de prazer. Benjamin era tão grande quanto Tristan era, tão lindo e delicioso quanto o amigo de Amon era, apesar de ambos serem bastante diferentes. Amon resolveu enfiar o pensamento no fundo da sua mente, pois era um pouco escroto ficar comparando daquele jeito. O bruxo não conseguiu se conter por mais um segundo sequer, antes de envolver a carne dura e latejante do outro com uma das mãos, completamente maravilhado com a maciez daquela fina camada de pele cheia de veias que revestia o interior duro como ferro daquele mastro. Bastou um simples movimento com o punho para benjamin soltar um grunhido de puro prazer, agarrando o cabelo branco de Amon com as duas mãos, de forma possessiva e selvagem. Amon não desviou os olhos do m****o do príncipe por um segundo sequer, observando uma grande quantidade de pré-g**o vazar pela f***a da cabeça redonda e maravilhosa, escorrendo livremente e lambuzando os seus dedos. O bruxo sequer tinha orgulho o suficiente para fingir não está amando aquilo, desejando tanto provar o outro que seu corpo tremia de excitação. Sem cerimônia alguma, Amon abaixou os lábios até lá e abocanhou aquela cabeça rosada e pulsante, soltando um gemido de puro prazer quando o gosto do príncipe explodiu na sua boca. O sabor másculo do outro era tão bom que as bolas de Amon ficaram pesadas pra c*****o subitamente, fazendo uma sensação simplesmente deliciosa fluir pelo seu corpo, como se fosse fogo líquido. Benjamin também estava gemendo sem parar, sentindo a boca macia do bruxo envolver aquela sua parte absurdamente sensível, ao mesmo tempo que a língua molhada e quente brincava com o seu p*u, varrendo cada vestígio do pré-g**o quente, que continuava escorrendo da cabeça do seu p*u sem parar. O príncipe agarrou o cabelo branco de Amon e puxou sua cabeça para baixo com força, fazendo o bruxo engolir mais do seu comprimento. Benjamin mordeu o lábio para tentar conter a enxurrada de sons manhosos que queriam escapar da sua boca, sentindo a cabeça do seu p*u entrar na garganta apertada e quente do bruxo, que era tão maravilhosa que seria impossível de descrever com palavras. Amon foi pego de surpresa pela súbita ousadia do príncipe, que começou a f***r a sua boca como bem entendia. O bruxo enterrou os dedos na cintura do moreno, deixando ele f***r a sua boca como quisesse, pois a sensação era simplesmente maravilhosa. Quanto mais Benjamin dava, mais Amon o tomava na sua boca, sentindo o p*u grosso e simplesmente delicioso do príncipe f***r a sua garganta sem dó, de modo com que lágrimas se acumulassem nos cantos dos olhos do bruxo, que sentia o seu cabelo ser puxado de forma bruta e possessiva para baixo. Amon engoliu o m****o de Benjamin por completo, até sentir a base do seu p*u pressionado contra os seus lábios e estar com o nariz enterrado nos pelos escuros da virilha do príncipe. O cheiro másculo do moreno entrava pelas suas narinas quando o príncipe retirava o seu p*u da garganta de Amon por tempo o suficiente para que ele conseguisse recuperar o fôlego. Era um pouco difícil engolir aquele p*u enorme por completo, além de que o bruxo engasgava uma vez ou outra, mas ele definitivamente não iria parar. A sensação de ter sua garganta fodida por aquele homem lindo era simplesmente maravilhosa, e além disso, crescer sozinho fez Amon ser obstinado o suficiente para não desistir de um desafio, principalmente se o desafio fosse sobre conseguir ou não aguentar um p*u daqueles. Amon acariciou as bolas pesadas de Benjamin com uma das mãos, fazendo o príncipe soltar uma série de xingamentos e começar a f***r a garganta do bruxo com ainda mais força. Não demorou muito para o p*u de Benjamin inchar mais ainda e a sua pulsação aumentar, então o príncipe gozou com uma última estocada profunda, urrando de tanto prazer. Amon engoliu cada gota da p***a de benjamin, ordenhando aquele p*u gostoso e sentindo o líquido quente descer pela sua garganta. Quando Benjamin finalmente retirou seu p*u da garganta de Amon, o bruxo respirou fundo para recuperar o fôlego e lambeu os lábios, sentindo o gosto do príncipe alí e completamente maravilhado com o que havia acabado de acontecer. Amon já havia chupado vários paus antes, mas aquele alí... Aquele alí estaria gravado na sua mente para sempre. Benjamin encarou Amon e grunhiu. Ele claramente tinha adorado aquilo tanto quando o bruxo. E assim como Amon, aquela definitivamente havia sido a melhor experiência do príncipe, que apesar de ter gozado, ainda estava com o p*u duro e pulsando sem parar, pronto para outra rodada. — Vem cá. — Benjamin puxou o bruxo para o seu colo e envolveu a sua cintura com os dois braços, antes de levar a sua boca até a de Amon, que envolveu o pescoço do Príncipe e aceitou o beijo de bom grado, movendo os seus lábios contra os dele de forma profunda e molhada. As suas línguas disputavam o controle do beijo, entrelaçando-se uma na outra, alternando o campo de batalha entre a boca de Amon e a de Benjamin. As suas salivas se misturaram por completo enquanto exploravam a boca um do outro com urgência. As mãos de Benjamin agarraram a b***a de Amon de forma possessiva, que rebolou no colo do príncipe de forma lenta e provocante. O príncipe começou à arrancar as roupas do bruxo uma por uma, livrando-se das várias camadas de roupa até chegar naquela pele pálida e macia. Amon não ficou para trás e fez o mesmo logo em seguida, arrancando primeiro o casaco que havia emprestado pra Benjamin, depois o colete, depois a camisa preta, revelando um peitoral marron claro musculoso, que dava água na boca só de olhar. Quando já estavam completamente pelados, o encaixe dos seus corpos foi simplesmente perfeito, fazendo ambos gemerem baixinho e voltarem a se beijar com força. Eles não precisavam mais da fogueira para esquenta-los, pois o feitiço de Mamon já esquentava tudo ao redor deles, mas o fogo era a única coisa que lhes dava luz. As mãos de Benjamin agarram as nádegas pálidas e redondas de Amon, que gemeu baixinho e sentiu aquele m****o grosso deslizando entre elas. A sensação da pele quente do príncipe contra a sua era tão deliciosa que Amon jamais trocaria aquilo por qualquer outra coisa. Era um momento importuno, mas Amon imaginou que a memória daquela noite iria se tornar algo tão poderoso dalí algum tempo que ele poderia executar qualquer magia se desse à deusa de três rostos aquela lembrança em troca, mas Amon jamais teria coragem de fazer tal acordo. — P-posso colocar em você? — Benjamin perguntou, corando um pouquinho, enquanto tocava a entradinha do bruxo com a ponta dos dedos. O desejo era tão visível nos olhos do príncipe que Amon achou que iria morrer se não fizesse logo amor com ele. Além disso, estava na cara que Benjamin não tinha experiência com homens, e que não sabia que precisava preparar o seu parceiro antes, mas Amon ficou calado sobre isso. Ele queria sentir a dor da penetração. Queria sentir benjamin abrindo-o de com seu mastro de forma crua, sem qualquer tipo de enrolação. Amon confirmou levemente com a cabeça, fazendo algumas mechas seu cabelo branco caírem no seu rosto bonito. Ele envolveu o pescoço de benjamin com força, sentindo os seus peitorais pressionados um contra o outro, ao mesmo tempo que sentia o príncipe encaixar a cabeça grossa e lambuzada do seu p*u no buraquinho de Amon, que soltou um gritinho de dor quando aquela coisa enorme violou o seu buraco. A sensação era dolorosa e deliciosa ao mesmo tempo. Amon beijou o príncipe com força, que retribuiu o beijo na mesma intensidade, sem parar de meter em Amon por um segundo sequer, adentrando no seu interior quentinho e alargando o bruxo de dentro para fora. Não demorou muito para a dor desaparecer por completo, deixando para trás apenas aquela sensação deliciosa de ser preenchido, que fazia Amon gemer sem parar. — R-rebola pra mim, Amon? — Pediu o príncipe, sem que precisasse falar duas vezes para que o bruxo começasse a se mover, subindo e descendo pela extensão do m****o do príncipe, que fodia o seu buraquinho sensível de uma forma tão alucinante que a visão de Amon embaçou de tanto prazer. O príncipe envolveu o p*u de Amon, que estava pressionado contra a sua própria barriga, então começou à masturba-lo, curioso sobre como seria tocar outro homem daquela forma. A sensação de ter Benjamin o tocando enquanto também era fodido por ele era tão gostosa que Amon soltava gritinhos de prazer, também adorando a sensação dos pelinhos do outro contra a sua b***a. A mão livre do príncipe estava na cintura fina de Amon, e vez ou outra ele dava um tapa forte na b***a do bruxo, fazendo-o rebolar com mais força naquele mastro gostoso, sentido-o ir tão fundo que causava borboletas na sua barriga. — A-Amon....— Benjamin gemeu quando o bruxo agarrou o seu cabelo preto com as duas mãos e puxou a sua boca até a dele, dando início a outro beijo profundo e molhado. Naquele ritmo alucinante, os dois iriam gozar em menos de dois minutos, mas ambos sabiam que a noite não terminaria alí, e os dois iriam f***r até não terem mais forças. Benjamin percebeu que estava completamente viciado naquele bruxo pálido. E Amon... Amon percebeu que dali pra frente só seria plenamente feliz se tivesse aquele príncipe i****a junto à ele.
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