Primeira noite

1051 Palavras
Giovanni entrou no camarim das garotas, vendo apenas o irmão lá. Seu semblante era de um bêbado magoado, era como ele realmente se sentia. Um lixo. E no fundo, isso era verdade... A mais pura verdade. — Vamos lá, já faz horas que ela foi. Você supera! — Você não me ouviu. Eu implorei! — Levantou-se nervoso. — Pietro, vai se f***r! — Aumentou o tom da voz — Chega dessa babaquice de Aurora, chega de achar que você a ama. Sabe por que? Você não a ama! Você amava o sexo que vocês faziam, que deveriam ser uma delicia — Fez uma careta de prazer — Agora, tira essa sua cara de cachorro sem dono e vai administrar o que é teu! Catarina está me enchendo o saco lá fora, deixando minhas garotas nervosas. Ou você da um jeito, ou eu dou! E nós sabemos, que meu jeito não é um dos melhores. Se a amasse tanto, a assumiria. Agora pare de chorar. — Da as costas. — Eu vou tê-la novamente, nem que eu bata de frente com Lorenzo De Luca — Fechou os punhos. — Vou adorar vê-lo tentando. — Acenou antes de sair. {...} Aurora saiu do banho e viu uma roupa aberta por cima da cama. Caminhou até lá, ainda enrolada em uma toalha branca. Uma mini-saia e uma blusa provavelmente bem decotada. Tinha um salto agulha no chão vinho e maravilhoso. Pra ela era normal se vestir daquele jeito, mas aquelas roupas, eram mais chiques e caras do que qualquer peça que ela já tenha vestido. Tratou-se de se arrumar logo. Vestiu-se e se olhou no espelho, parecia uma garota de programa dos filmes de Hollywood. Bagunçou um pouco os cabelos. Passou um rímel leve nos cílios e respirou fundo, ele a esperava na sala. E por mais que ela se odiasse por isso, estava ansiosa para prova-lo. Curiosidade de saber o que se esconde por trás daquele terno. Abriu a porta e tentava se lembrar do caminho de mais cedo. Seguiu pelo corredor até encontrar as escadas e começou a descer. O único barulho era do salto batendo contra o mármore, até que o ruído de um outro som começou a ser ouvido. Decidiu então segui-lo, aliás, ela é uma dançarina e com certeza iria para onde a música toca. Entrou em uma sala e o viu. Se controlou para não suspirar com o que estava na sua frente. Lorenzo com uma camisa branca social amassada e por fora da sua calça, também social e preta. Três botões da camisa social abertos, e um semblante embriagado. Suas maçãs do rosto estavam levemente coradas devido ao álcool. Ele segurava um copo de uísque nas mãos. Não precisou dizer nada, ela sabia exatamente o que fazer. Foi por isso que ele a comprou. Lorenzo percebeu os passos dela em sua direção, a mediu dos pés a cabeça sem pudor e por fim encarou os seus olhos. As íris verdes brilhavam em desejo. Caminhou até a garota e colocou a mão livre na cintura dela, apertou com força, machucando-a. Subiu a mão, deslizando pela sua cintura, costela e apalpou seu seio direito, e em seguida o esquerdo. Molhou os lábios, ele a desejava muito. Se aproximou mais, e seus lábios estavam perto da orelha dela. Sua barba por fazer, raspou na sua bochecha, a respiração dele estava quente e ofegante. Aurora engole seco, automaticamente fechando os olhos ao inalar o perfume misturado com uísque. — Dance pra mim — Sua voz saiu mais como ordem, do que pedido. Ele se sentou na poltrona e bebericou seu uísque. Aurora caminhou até a mesa de centro, subindo na mesma. Começou a dançar no ritmo da música. Seus cabelos passavam pelo seu rosto, e sua língua pelos lábios. Descia e subia com a b***a empinada. Se há uma alguém que sabia o que estava fazendo naquela sala, essa pessoa era Aurora. Ela dominava a sensualidade de uma forma que Lorenzo nunca presenciou. Ele analisava cada movimento atentamente, com os olhos queimando em desejo. Pela sua calça social, Aurora percebeu o volume e gostou disso.  A morena retirou a blusa lentamente enquanto rebolava. Sua cintura parecia ter mola, sua barriga se movia para o lado e o outro sem esforço.  Lorenzo levantou-se e a puxou da mesa com brutalidade, carregou-a em seu colo e devorou o pescoço dela. Entrelaçou seus dedos no cabelo da morena e puxou forte para trás. Com força o suficiente para que ela gemesse de dor. Caminhou rapidamente até a parede, prensando o corpo dela com força contra o concreto gelado. Chupou deixando marcas por todo seu pescoço. Aurora sentia o cheiro de uísque cada vez mais, seus toques eram brutos e fortes. Ele não sentia dó, e nem fazia questão de saber se ela estava confortável. Rasgou sua saia e sua calcinha. Abaixou um pouco da calça junto com a cueca, e ela sentiu seu m****o na entrada. Em segundos sentiu ele entrar, uma dor insuportável. Ele não parava, mesmo que ela pedisse ou implorasse. Aurora fincou as unhas no ombro dele com dor, mas ele pareceu gostar de vê-la sofrer. É o que ele gosta... Deu diversas bombadas, e a dor começou a ser prazerosa na medida da qual ela admirava o rosto dele coberto de prazer. O corpo quente se chocavam rapidamente.  Aurora gemia alto, pois não aguentava de tanto prazer. Ele a preenchia como ninguém nunca preencheu. Ela sentiu sua coxa arder, após um tapa ser depositado sem dó. — Sua vagabunda gostosa — Sussurrou no ouvido dela. A voz masculina saia como música para os ouvidos da morena, era prazeroso ser xingada. E ele fazia da melhor forma possível.  Depois de alguns minutos sentiu ser invadida por Lorenzo. Ele a largou no chão, que pelas pernas bambas sentou-se sem forças. O loiro deu as costas fechando o zíper da calça e foi em direção ao seu copo. Aurora se levantou e percebeu que seria literalmente um objeto s****l. Não que ela se importasse... Faz isso há anos. Ele foi extremamente bruto e grosso. Mas aquela, foi a rapidinha mais gostosa da sua vida. Violento e ignorante, como ela não adoraria aquele sexo? Mas que p***a é esse homem? — Ainda não começou, quero você a noite inteira — Se serviu com uísque.
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