Nojo de você

3148 Palavras
A sala estava completamente bagunçada. Sofá arrastado e torto, mesa de centro derrubada e os objetos caídos no chão ou por cima do próprio móvel. Parecia que um furacão passou por lá mais cedo. Aurora estava deitada no chão nua e sozinha, com um lençol enrolado em seu corpo. Ainda dormia profundamente. Donovan entrou na sala após receber uma ordem, e foi até a garota se abaixando para acorda-la. — Ei, Aurora — Chamou calmamente. A morena deu um pulo de susto, e se enrolou mais ainda no lençol após ver Donovan ao seu lado. Sua respiração ficou ofegante e o coração, provavelmente, disparado. — Lorenzo mandou você subir, a empregada tem que arrumar essa zona. — Explicou-se. — Tá bom. Aurora se levantou ainda enrolada, e respirou fundo. Sentiu sua perna falhar algumas vezes, o loiro percebeu sua dificuldade para andar. Mas não ofereceu ajuda. Estava contra as regras qualquer contato físico com a nova hóspede, ordens do seu patrão. Ela subiu as escadas rapidamente, antes que mais alguém a olhasse com cara de dó. Entrou em seu novo quarto, e foi diretamente para o banheiro. Tinha espelho em quase todas as paredes, menos na que estava a banheira. Parecia banheiro de motel luxuoso. Ela deixou o lençol deslizar sobre seu corpo, até cair no chão. Hematomas, por toda parte. Seus olhos se encheram de lágrimas, ela nunca tinha ficado assim. Mordidas no seu ombro, chupões no seu pescoço e barriga. Pernas doloridas e sua v****a ainda latejava e ardia levemente. Prendeu o cabelo em um coque e respirou fundo. Viu um pequeno corte no seu lábio inferior, se recordando da mordida que ele havia dado nela. Olhou para trás, tendo a visão do relógio acima do criado mudo. Forçou a vista e viu que era oito horas da manhã. Ela praticamente dormiu duas horas. Não pode negar que foi uma noite extremamente deliciosa, da qual ela não se lembra de ter sentido as dores desses hematomas, apenas o prazer que Lorenzo De Luca lhe proporcionou.  Deixou a banheira enchendo, e ainda nua caminhou até o quarto para arrumar sua roupa. Ouviu a porta a abrir e se assustou, até ver ele. — Não quero você andando nua pelo quarto — Fechou a porta atrás de si com pressa — Entendeu? — Perguntou nervoso, após não receber resposta. — Entendi, Lorenzo — Respondeu enquanto virava os olhos. — Olha aqui, menina — Segurou no braço dela e a sacudiu — Eu não sou nenhum bonzinho, que vai sentir dó só por que te comeu gostoso. — A encostou na parede. — Você está me machucando — Abaixou os olhos até o braço, e falou em voz baixa. — Eu sei que estou e você gosta disso, se não gostasse não gemeria meu nome a noite inteira — Mordeu o lóbulo da orelha dela. Lorenzo a segurou firme pela cintura, e colou mais ainda seus corpos. Aurora sentiu o gelado da parede na suas costas nua, e logo a ereção dele por cima da calça, que encostou na sua i********e. Ela automaticamente, levou sua mão direita até os cabelos da nuca dele e puxou levemente, ouvindo um gemido de aprovação do homem. A barba dele roçava no seu rosto, e sua outra mão apertava sua b***a. O loiro beija seu queixo, e Aurora desce um pouco o pescoço, para tocar os lábios dele. — Não, não me beije — Ele vira o rosto mordendo o pescoço dela — Vou resolver algumas coisas — Desaproximou-se — Vê se vai comprar roupas novas, se é pra ser minha, que sempre esteja muito bem vestida. — Não tenho dinheiro, caso não saiba não trabalho mais — Revidou amarga. — Quem disse que não — Deu um sorriso sombrio e safado — Trabalha pra mim agora. A hora que eu quiser, quando eu quiser e aonde eu quiser. Agora vai tomar seu banho. — Saiu batendo a porta. Aurora sentiu as lágrimas escorrerem no seu rosto. A noite gostosa não quer dizer que sua estadia se tornaria alegre, ainda sim, gostaria de voltar para sua vida e ter a sua liberdade. Limpou rapidamente antes que ele voltasse, viu que um pouco de água saia do banheiro e se lembrou da banheira. Quando entrou viu que ela transbordava. (..)  Lorenzo descia as escadas galanteante. Com as duas mãos no bolso e um sorriso vitorioso nos lábios, Théo o esperava na ponta da escada. — Que cara é essa? — Perguntou quando terminou os degraus. — Não achamos a mulher do Tyler — Respondeu medroso, Lorenzo odiaria a notícia. — Como assim, não acharam? — Alterou a voz. — É só uma v***a! — Não subestime a Pétala  — Donovan entrou na conversa, passando pelo sofá. — Vou subestimar sim, por que é uma p**a de uma garotinha, que meus homens trepados de armas não conseguem matar e nem achar! — Puxamos algumas coisas sobre ela, estava no meio das coisas que o Tyler fazia. Ele não era um traficante qualquer.  Lorenzo estava próximo a explodir, seus olhos queimavam e seu rosto estava vermelho. Olhou para o Donovan e levantou as sobrancelhas esperando explicação. — Um que trafica putas para fora do País. — E por qual motivo os meus homens bem pagos não sabiam disso? Por qual motivo o infeliz acumulou dívidas até a morte? — Ele foi um peão. Nada mais que isso... Do porquê ainda não sabemos... Nem para quem, o que sabemos é que você está sendo observado. — Lorenzo, você é mira de alguém — Théo completou. — Eu quero que achem essa maldita v***a, e a deixem viva. Traga-a para mim e com o filho, sei que ele tem. — Sim senhor — Os dois deram as costas. — Donovan. — Sim — O loiro se virou, Théo continuou seu caminho. — Leve a p**a pra comprar roupas novas. Arrume-a antes que eu a devolva. — Pode deixa — Maneou a cabeça em sinal positivo e saiu. O loiro passou a língua entre os lábios e respirou fundo. Caminhou até seu escritório e abriu a gaveta da sua mesa, pegou um saco de cocaína e foi até a mesa de centro. Tirou a arma das costas colocando encima da mesa, e uma nota de cem dólares. Sentou-se no sofá e se curvou, despejando a cocaína na madeira, e enfileirando cada parte dela. Enrolou a nota em um canudo perfeito, e começou a mandar todo aquele pó pra dentro do seu nariz. {...} Aurora desperta assustada com fortes batidas na porta. Preferiu ignorar, mas as batidas continuaram. Ela sabia que não era Lorenzo, se não aquela porta estaria no chão com três tiros na mesma. Respirou fundo e olhou com esforço para o relógio, vendo que já se aproximava das seis horas da tarde. Levantou-se e caminhou até a porta, quando abriu viu Donovan. Vestido de terno todo preto e com seus de costumes olhos tristes. — Foi despedido ? — A morena sorriu cruzando os braços. De alguma forma, ele era o único que ela sentiu afinidade. Desde que ela chegou, ele não a tratou como uma p**a. — Vamos, você tem que fazer compras. Donovan permaneceu quieto enquanto segurava a risada. Lorenzo o mataria se soubesse que está se divertindo com o seu brinquedo. — Entendi — Contraiu os lábios e passou pelo batente junto com o segurança. Aurora ainda não tinha saído da casa desde que chegou, caminhou com ele até os fundos, vendo aquela piscina que viu da sua sacada. Era bem maior e mais bonita de perto. Viu algumas garotas de roupas de banho e outras nuas dançando perto da mesma. — Quem são? — Perguntou para Matt que andava rapidamente na frente. — Algumas garotas do Lorenzo — Respondeu sem olhar pra trás. A morena sentiu seu sangue ferver, por que pegar ela se tinha tantas?  Por que justo ela ter que dormir na casa e ser humilhada por esse i****a? Aquelas meninas na piscina não pareciam nada tristes, pelo contrário estavam felizes o suficientes para estar aqui. O que ele queria tanto dela, que não poderia ser com outras? Donovan abriu a porta da range rover e ela entrou. Ajeitou-se no banco e viu o loiro entrar do outro lado. Ele percebeu que ela estava nervosa e sorriu. — Qual a graça?  Você é legal, mas não me impede de te jogar desse carro, te matar e fugir. — Nem chegou, e já está pensando em fugir? — Perguntou brincalhão saindo da mansão.  — Aqui é o inferno e Lorenzo é o capeta. Se quiser pode contar pra ele, eu deixo. Vai saber ele me manda embora — Deus os ombros cruzando os braços. — Pode acreditar, se eu contasse a última coisa que ele faria era te mandar embora. Aurora ficou pensativa por alguns minutos, vendo o movimento da rua. Pessoas se abraçando, brigando ou apenas rindo. Se sentiu uma prisioneira da sua própria profissão, sentiu como se não soubesse quando seria seu último dia de vida, até quando ela aguentaria. Um grito e levaria um tiro, ou, desobedecer e apanhar até a morte ? Eram alternativas para quem ousasse enfrentar De Luca. Mas de certo modo, ela não tinha tanto medo, quanto seus seguranças tinham. Talvez fosse o seu primeiro e maior erro... — Está pensativa. Espero que não tente fazer nada, eu seria obrigado a machuca-la, Aurora — Entraram no estacionamento do shopping. — Pensei sim, diversos planos. Mas todos eles não seriam inteligentes. — Bom que sabe — Estacionou — Só se comportar e prometo que irá esquecer por algumas horas, que está presa na mansão. — Por que você é assim ? Todo atencioso? — Estou longe disso. Mas, você não é como aquelas meninas da piscina, que eu tenho certeza que pensou ser. — Vou levar isso como uma cantada — Sorriu. — Não - Apressou-se em interromper - Por favor. Lorenzo me mataria. Leve isso como um pedido de amizade. — Por que seria sua amiga? — Cruzou os braços. — Porque sou o único naquela casa, que não quer t*****r com você e nem te defino como p**a. — Tá, tudo bem — Virou os olhos — Aceito o seu pedido de amizade. Destravaram as portas e desceram do carro. — Mas veja bem — Ele falou — Não me venha ser best friends, por que não sou viado. — Vamos Donovan, antes que eu me arrependa de estar falando com você. {...} A piscina estava cheia de garotas dançando e completamente fora de si. Lorenzo estava sentado em uma das espreguiçadeiras enquanto outras delas, dançavam encima dele, ou do lado. Ele apalpava qualquer parte do corpo delas, sem pudor algum. — Tira a parte de baixo — Ordenou para a morena que dançava por cima dele. Ela desamarrou o biquini nas laterais. Retirou o pequeno pedaço de pano, dando a visão da sua v****a. — Agora, abra as pernas. E assim ela fez, abriu tanto a perna, que parecia uma ginasta. Lorenzo passou os dedos na entrada dela, ouvindo seu gemido.  Tirou o dedo e acendeu um baseado de maconha. A morena saiu enquanto ele dava um trago, segurou por alguns segundos e logo soltou a fumaça. Uma loira dançava próximo a ele, parecia uma modelo mas não passava dos vinte e dois anos. Todas eram novas, porém pareciam imã perto dele.  — Pode vim, não precisa só olhar. - Avisou a loira que o comia com os olhos, Ela se ajoelhou na frente dele, e começou a abrir sua calça.  Lorenzo grudou suas mãos nos cabelos dela enquanto esperava. Ouviu algumas risadas, e olhou para o lado vendo Donovan e Aurora se aproximarem sorridentes, enquanto seguravam sacolas. Sentiu seu sangue correr quente nas veias, por que estavam tão contentes ? Os dois ainda não notaram sua presença, deixando ele mais irritado. Jogou a loira para trás que caiu sentada, e então ele se levantou arrumando sua camisa social e fechando sua calça. — Vejo que se divertiram no shopping, garotas — Olhou nervoso para o Donovan. O amigo o olhou nervoso, suas pupilas estavam dilatadas, o cheiro era de álcool misturado com maconha. —  Ficamos muito tempo no banheiro se maquiando... — Donovan o provocou. Rapidamente, Lorenzo sacou a arma apontando no queixo do loiro. Aurora colocou a mão na boca assustada. Ele estava descontrolado. Completamente fora de si. — Abaixa essa arma, Lorenzo — Falou calmo. — Se eu a comprei, é porque não quero ninguém traçando... —  Não seja ridículo... - Desdenhou, irritado. O loiro olhou para a morena assustada e bateu na sua mão, derrubando as sacolas, enquanto com a outra deixava a arma apontada. — Você vem comigo, vadia A segurou pelo pulso e saiu andando, a arrastando pela casa. Subiram até o quarto dela e a jogou na cama. Retirou sua blusa rapidamente, Aurora se encolheu na cama com medo. Não era ele, estava tão diferente. — Lorenzo para, você está bêbado. Pediu. Mas sabia que não era bebida, ela já tinha visto aquele olhar, diversas vezes a boate. — Cala boca! — Deu um tapa forte na cara dela — Agora abre essa p***a da perna pra mim, cachorra. Ela sentiu sua vista arder, e embaçar ao mesmo tempo. Abaixou o short junto com a calcinha e logo estava nua. Lorenzo observou cada movimento, como se fosse importante, como e ele dependesse daquilo. Ele estava obssecado por cada centímetro dela. Foi por cima  e levou os lábios até o pescoço da morena beijando. Ela sentiu o m****o quente encostar na sua entrada, mas não sentiu t***o. Estava tensa demais para sentir prazer. Sentia era medo, dele machucá-la mas do que o normal. Ele ameaçou colocar, e suspirou nervoso. —  Já fiz isso antes, não posso fazer de novo? — A olhou. Ele tinha os ombros largos e musculosos, seu cabelo estavam bagunçados e os lábios tão avermelhados, que dava vontade de beija-los. Mas ele nunca permitia. —  Não dessa forma...  —  Ora —  Soltou um riso irônico —  Você não espera que eu a trate como princesa, não é mesmo? Novamente colocou seu m****o dentro dela, mas foi com ódio e raiva. Como se fizesse de propósito. Entrava brutalmente, ia fundo. Ela teria que se concentrar, se não só sentiria dor e nojo. Segurou nos cabelos dele e entrelaçou as pernas em sua cintura. Lorenzo chupou seu peito, fazendo ela soltar gemidos de dor.  — Quer t*****r com o Donovan ? É sua p**a? — Empurrava com mais força a cada bombada. Aurora fechou os olhos e deixou que o cheiro dele entrasse no seu nariz. Se permitiu sentir o corpo dele quente encima do seu, e os movimentos brutos que se tornavam prazerosos. Lembrou-se das meninas na piscina, e sentiu ódio. Segurou com força o cabelo dele e abriu os olhos. Ela também tinha raiva dentro de si, e usaria. — Quero! — Gritou e jogou ele para o lado subindo em seu colo. Encaixou nele novamente e quicava tão forte, que sentia sua v****a doer. — Por que sou uma p**a, Lorenzo! Ele deposita outro tapa na sua cara. Puxou seu cabelo pra trás e teve a visão perfeita dos seus s***s fartos e deliciosos. Aurora não cessava os movimentos, cada vez mais forte, fazendo a cama bater na parede diversas vezes. — Eu vou acabar com você, v***a — Ameaçou segurando na cintura dela, fazendo ela ir mais fundo. — Então acaba — Sussurrou no ouvido dele — Ou se não, eu corro pro seu amigo! Lorenzo a tirou, e a colocou de quatro rapidamente. Ajoelhou atrás dela e entrelaçou seu cabelo na mão dele. Aurora empinou mais a b***a então novamente ele encaixou seu m****o nela, fazendo ela ir pra frente de tanta força que ele empurrava. A garota já gemia, era tão bom o toque dele. Ele parecia completar ela, preencher tão perfeitamente. Seus xingos, sua voz grossa e fria. Por que ela gostava tanto daquele sexo selvagem? Daqueles tapas fortes sendo depositados na sua b***a sem dó. E por que, ele tentava dar o melhor dele, sendo que ela era dele? Lorenzo gozou dentro dela e a empurrou pra frente raivoso. Foi pegando suas peças de roupa pelo quarto enquanto sua respiração ainda estava ofegante. — Se eu ver você de risadinha de novo com meus seguranças, p**a — Virou-se para a morena que se enrolava no lençol — Eu juro que te mato. — Você não transa só comigo, com aquelas putas também. Já pensou que pode me passar alguma doença ? Lorenzo caminhou até ela e a puxou pelos cabelos, fazendo-a se sentar. — Eu quero que você se f**a garota. Não me importo com você. Está proibida de falar com o Donovan, entendeu ? Deu as costas e foi caminhando até a porta. — Se não se importa, por que não quer eu falando com ele? — Retrucou. Ele ficou alguns segundos parado, e logo se virou pra ela. — Por que não gosto de ninguém usando a mesma coisa que eu. Se fosse pra outro cara te tocar, te deixava naquele cafofo.  Lorenzo jogou o travesseiro nele com ódio. Sentiu as lágrimas escorrerem em sua bochecha. Ele se esquivou do mesmo e novamente caminhou até ela. Segurou-a pela nuca e olhou dentro dos seus olhos. — Por que diabos está me desafiando, Costa ? — Eu tenho nojo de você! — É uma pena, pois vou te tocar sempre. E se tem tanto nojo, pra de gemer meu nome tão gostoso como você faz. Ele se retirou do quarto e Aurora continuou na cama. Lorenzo tinha razão, como ela poderia ter tanto ódio sendo que sentia prazer a cada toque dele. {...} — Donovan — entrou na cozinha, vendo o amigo tomando água — Não faça mais aquilo. É uma ordem. — Aquilo o que? — Colocou o copo encima da pia — Sou teu amigo, sempre fomos. Não aceitei trabalhar com você, pra ser seu escravo. Mas por que sempre protegemos um ao outro, essas drogas estão acabando com você. Essas garotas só sugam o melhor que há em você! — Minha vida é perfeita, Donovan. Não seja o****o, e a sua também. Não sei por que reclama tanto! — Descobrimos onde a mulher do Tyler está — Mudou de assunto — Foram atrás dela, logo estará aqui. — Ótimo. Donovan foi saindo da cozinha, mas parou e Lorenzo percebeu isso. — Ela não é só uma p**a da qual você está acostumado, você sabe disso... Não sabe? Lorenzo ficou sozinho na cozinha e tirou o resto do baseado que tinha no seu bolso. Sim, ela era só uma puta... Apenas uma prostituta que veio de uma casa noturna famosa... Uma prostitua muito peculiar e afrontosa, mas ainda sim, uma p**a. Em meio a pensamentos, Lorenzo fechou os olhos sentindo o efeito da sua maconha.
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