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2156 Palavras
Capítulo 14 Ester narrando Eu entro na boca e encontro Sampaio no celular conversando com Joca, os dfois me encaram. — Grecco acabou de sair – eu falo para eles – deve ir atrás da garota. — As informações são reais? – Joca pergunta — E eu sou mulher de dar informação falsa Joca? – eu pergunto e ele começa a rir. – só eu acho que ele vai brincar com fogo. — Porque? – Sampaio pergunta — A garota não tem nada haver com o pai – eu falo – foi maltratada por ele todos esses anos, a única pessoa que ela tinha é Maria Izabel. Sei lá, não acho que é uma b ao ideia. — Relaxa – Sampaio fala me encarando – Confio em Grecco, não vai fazer nada que coloque a vida dela em jogo. — Maria Izabel morreu em um plano que ela também não correria risco de vida – eu falo — Ela morreu porque fugiu Ester – Sampaio fala me encarando – se ela tivesse seguido o plano – eu o interrompo — Talvez esqueceram de avisar ela sobre o plano, não? – eu pergunto e ele me encara pensativo. — Agora não adianta discutirem – Joca fala – Sampaio tem razão, vamos ficar de olho. — Eu quero ver – eu falo e Sampaio começa a rir — Eu gosto da forma que ela duvida de mim – ele fala rindo — São as crianças, não sou eu – eu respondo e Joca começa a rir Sampaio balança a cabeça e volta contar a grana junto de Joca, eu não conseguia tirar essa Karina da minha cabeça e imaginar o quanto ela deve estar sofrendo com tudo isso. Eu saio do morro e vejo HT, ele me encara e eu me aproximo dele. — Tudo bem? – eu pergunto para ele. — Sabrina não me responde mais – ele fala — E ela te respondia alguma vez? – eu pergunto — Até que me respondeu. — Parece que Alana também não respondeu mais o Joca. – eu falo — Ai que está – ele fala me encarando – Eu tinha um rastreador em um dos celulares de sAbrina e consegui rastrear até um dia. — Que dia? Rastreador? Esperto em HT – eu falo — Me lembrei disso depois, que o celular dela era logado no meu – ele fala – elas foram em uma clinica e depois desapareceram, o rastreador parou, pararam de responder. — Clinica? – eu pergunto — Sim – ele fala – uma clinica. Ele me mostra e eu salvo na minha cabeça o nome da clinica, depois Sampaio o chama e ele vai em direção a ele, eu vou até o meu espaço, Ana estava dando aula e eu vou até o escritório, procuro pela Clinica e começo a tentar encontrar o número de telefone. Precisava saber o que elas tanto foram fazer nessa clinica. Capítulo 15 Karina narrando Faz dois meses que estou aqui e dois meses da morte da Maria Izabel, eu ainda não conseguia acreditar que ela tinha morrido, eu pego no colar que ela me deu de presente quando completei 15 anos de idade. Flash black onn — Esse colar é lindo – eu falo sorrindo para ela. — Eu comprei dois – ela fala me encarando – um para você e um para mim, vamos estar sempre juntas. — Eu amo você, obrigada por existir. — Eu também te amo – ela fala – feliz aniversário meu amor. Flash black off — Ei novata – Amanda que era minha colega de sala fala sentando ao meu lado – vai me dizer que está chorando de novo? — Não – eu falo — Está pensando em sua mãe. — Sim – eu falo, eu sempre descrevia Maria Izabel como minha mãe, porque era isso que eu sentia. — Deve ser dolorido mesmo – ela fala me olhando. — Muito. — Você quer fazer o trabalho em dupla comigo? – ela pergunta — Pode ser – eu respondo para ela – estou sem dupla mesmo. — Pode ser na sua casa ou na minha? – ela pergunta — Preciso ver se posso sair de casa ou receber alguém em casa, te aviso amanhã. — Anota meu número – ela fala Eu pego meu celular e anoto os eu número. — A gente se fala mais tarde – ela fala se levantando. Eu fico ali esperando tocar o sinal para a próxima aula, depois que acaba aula, eu vou em direção ao carro e encontro um homem parado no carro. — Senhorita Karina? – ele pergunta e eu o encaro. — Quem é você? Não o conheço. — Eu sou o novo motorista, Edmundo a esposa dele foi ter nenê e ele teve que se ausentar – ele fala. — É, ela estava grávida – eu respondo — Vamos? – ele fala abrindo a porta – sua governanta, não gosta de atrasos, já me deu todas as informações. — Como é seu nome? – eu pergunto — Gregorio – ele fala — Ok. – eu falo e entro. Ele fecha a porta e depois entra, eu fico cuidando ele pelo retrovisor e ele prestava atenção na estrada, eu estreito os olhos , ele entra dentro da casa e abre a porta para que eu desça. Eu entro em casa e Samanta já estvaa me esperando. — Como foi a aula? – ela pergunta — Bem – eu respondo – trocou o motorista? — Sim – ela fala – mas será temporário, Edmundo deve retornar em duas semanas. Foi tudo ok? — Foi sim – eu falo – só levei um susto. — Fica tranquila – ela fala sorrindo. Capítulo 16 Grecco narrando Tinha sido fácil entrar aqui, foi só desembolar uma grana filha da p**a para Edmundo e fazer com que ele largasse o cargo, Samanta era uma incógnita total, eu ainda queria descobrir se ela realmente se preocupava com a menina de verdade ou se era mais uma mandada de Jean, consegui trocar a maioria dos homens e descobri que Jean estava na India, onde seria o destino de JP e Pedro Henrique se Sampaio não tivesse os matado. Eu encaro Samanta de longe e ela me olha, eu abro um sorriso para ela, precisava me aproximar dela o mais rápido possível, não queria me envolver com Karina, até porque ela tinha a metade da minha idade. — Trouxe um café para você – Samanta fala — Obrigado – eu falo – achei que aqui o serviço seria mais corrido. — Não é não, a minha menina quase não sai de casa, mais da escola para casa e de casa para escola. — Entendi – eu falo – Obrigado pelo café, está uma delicia. — Eu vou entrar, preciso organizar os horários de estudos de Karina. – ela fala – aliás – ela me encara – eu irei ao mercado e preciso que fique de olho em Karina se ela vier para fora de casa. — Ela não tem liberdade para vir aqui fora? — Tem – ela fala – mas , você é o guardião dela, precisa dar segurança a ela, existe muitos homens trabalhando aqui dentro e ela é apenas uma menina. — Eu entendo, fique tranquila – eu falo para ela – Karina estar em boas mãos. — Eu espero – ela fala me encarando – Karina é minha joia preciosa, não posso deixar que nada faça m*l a ela. — Ninguém vai fazer – eu falo para ela – enquanto eu estiver aqui, eu dou a minha palavra. Ela sorri e assente com a cabeça, mesmo ela falando tão bem da Karina, eu ainda tinha minhas duvidas sobre esse carinho e amor que ela sentia por ela, eu prometi a Maria Izabel antes dela morrer que protegeria Karina, eu não queria colocar ela em perigo, jamais faria isso, eu prometi a Maria Izabel que protegeria ela. Depois de um tempo, eu vejo Karina na janela, ela me encara estreitando os olhos lá de cima e eu a observo de longe, mas logo a mesma desaparece da janela e sai pela porta vindo em minha direção. — Boa tarde Gregorio – ela fala me encarando — Boa tarde senhorita Karina – eu falo a encarando — Você viu Samanta? – eu pergunto para ela. — Ela saiu ao mercado – eu falo – com o motorista dela. — Entendi – ela fala – estou tentando falar com ela mas ela não me atende. — Aconteceu algo? — Precisava pedir permissão a ela, para uma coisa – ela fala — Posso ajudar? — Não, precisa ser ela – ele fala. Eu não sei quanto tempo duraria esse plano, mas em menos de quinze dias eu queria tirar Karina daqui e levar ela para o morro, tinha que ser o mais rápido possível. Mas para isso precisava tirar Karina daqui, trocar o carro e fazer tudo nos mínimos detalhes. Eu ainda estava com o pé atrás com Samanta e estava com medo da forma que ela poderia reagir a minha presença aqui. Capítulo 17 Karina narrando Eu olho para Gregorio mas depois entro dentro de casa, Amanda tinha me mandado mensagem para fazer o trabalho com ela na blbioteca mas Samanta não estava para pedir permissão. A minha vida toda foi pedindo permissão até mesmo para respirar, eu não tinha noticias do meu pai a muito tempo e eu nem sequer sabia onde ele estava, a única que me doía tanto era a morte de Maria Izabel e eu nem tinha conseguido me despedir dela. Samanta tinha voltado do mercado mas não pedi a ela para encontrar Amanda, ela tinha preparado o jantar com a minha comida favorita. — Está uma delicia como sempre – eu falo para ela que sorri — Você está bem triste hoje. — Estou pensando bastante em Maria Izabel – eu falo para ele — Ela faz falta – ela fala — Muito. — Ela era uma pessoa maravilhosa, eu ainda acredito que seu pai mentiu – ela fala — Eu queria me libertar do meu pai – eu falo para ela — Impossivel, olha todos os seguranças que tem na nossa volta – ela fala — Ele fala com você? — Não – ela responde – somente recebo as ordens. Eu queria ir embora mas morro de medo de te abandonar. — Por favor não – eu falo para ela. — Eu não vou, fica tranquila – ela fala – eu jamais vou te abandonar – ela segura na minha mão. — Obrigada. Eu subo para o quarto, tomo um banho e deito para dormir, mas acabo sonhando com Maria Izabel, e pego no colar, eu estava de pijama, então desço as escadas lentamente para tomar um copo de água, não tinha sinal de ninguém andando pela casa, já era bem tarde, umas 2h da manhã, eu olho pela janela da cozinha e vejo Gregorio fumando no lado de fora, estava de calção e camiseta normal, sem estar com as roupas tradicionais das pessoas que trabalhavam aqui. Eu saio para fora e ele me encara, percebendo a minha presença, ele segurava algo que guardou rapidamente. — Ainda acordada? – ele pergunta — Vim tomar água – eu falo para ele — A noite está fria, é melhor você entrar. — Você tem contato com o meu pai? – eu pergunto para ele e ele me encara – gostaria de saber onde ele está. — Não tenho contato diretamente com seu pai – ele responde. — Ninguém me fala nada dentro dessa casa – eu respondo e ele me encara – me sinto enganada sempre. — Até mesmo pela governanta? — Não – eu respondo e ele me encara – ela é a única pessoa que eu confio depois de Maria Izabel. — Quem é Maria Izabel? – Gregorio pergunta. — Preciso ir , boa noite – eu falo para ele e ele assente com a cabeça. Eu vou andando e olhando para trás e vejo que ele me encarava, eu entro para dentro e vou até a janela fechar ela e quando me viro vejo Samanta. — Tudo bem Karina? – ela pergunta me encarando – o que faz acordada? — Estava tomando água, resolvi fechar a janela porque estava entrando um vento frio – eu respondo para ela. Ela vai até a janela abre as cortinas mas Gregorio não estava mais ali, — Não tinha água no seu quarto? – ela pergunta — Não, eu esqueci de levar – eu respondo. — Sem problemças então – ela fala sorrindo – suba meu amor, durma com os anjos. — Obrigada – eu falo sorrindo para ela. – você vem? — Já vou – ela fala. Eu vou saindo da cozinha e vejo que ela abre a porta, ela olha lá fora e eu vou em direção as escadas para subir para o quarto.
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