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2531 Palavras
Capítulo 35 Grecco narrando Eu recebo uma mensagem em meu celular e era de um número desconhecido, eu pego aquela mensagem e logo identifico de quem era. ‘’ Você não poderia ter tirado Karina daquela casa, Jean vai para cima de vocês e vai recuperar a menina. Ele quer Karina por poder, por poder ‘’. Não estava identificado, mas sei que era Samanta, algo do passado de Karina me deixava intrigado. O baile já tinha começado e vejo Ester chegando com Karina e Mirella, que vão para o lado ao contrário e Ester se aproxima, eu, Sampaio e Joca nos encaramos. — O que ela está fazendo aqui? – eu pergunto para Ester. — Ela pediu para mim – ela fala – relaxa, vamos ficar de olho. Parece que Mirella convenceu ela vir. — Ela não é acostumada a vir a lugares assim – Kayanne fala – deve querer conhecer. — Pode ser – eu comento — Grecco relaxa – HT fala – a garota só vai se divertir. — Eu prometi a Maria Izabel proteger ela – eu falo — A divida está saindo cara meu amigo – Joca fala pegando uma garrafa de cerveja e abrindo ela. — Muito mais do que eu imaginava – eu falo vendo Karina. Ela estava totalmente desconfortável ali, ela estava usando uma roupa bem diferente do que usava sempre, os cabelos amarrados de uma forma diferente, nem parecia aquela menina. — Ela está bonita – Maryland fala , ela era a fiel de Jacaré , sub do morro onde eu era gerente. — Eu ajudei ela a se arrumar – Ester fala – ficou bonita mesmo. Eu olho para ela e a mesma recusvaa qualquer tipo de bebida que Mirella oferecia, a mesma olhava tudo com os olhos bem arregalados. Nitido que ela não nasceu para frequentar um baile funk., Depois de um tempo ali bebendo, vejo que Fabiene chega no camarote, mas estava acompanhada de um vapor, eu olho para ela e ela me encara com um sorriso no rosto, essa mulher não perdia tempo nenhum. Ficamos ali conversando, até que vejo alguns homens a encarando, falando do seu corpo e a pontando para ela, e eu me levanto e vou em direção a Karina, ela me encara e me ver aproximando dela. — Cadê a Mirella? – eu pergunto — Foi ao banheiro – ela responde — Já está tarde – eu falo para ela – vou te levar para casa. — Mas, eu não quero ir – ela fala com um tom de voz sereno e eu a encaro — Quer ficar aqui? — Mais um pouco, estou com a Mirella. Preciso esperar ela sai r- ela fala me encarando nos olhos – quer dizer, chegar aqui. — Entendi – eu falo para ela – bebeu algo? — Não – ela responde — Vamos – eu falo e ela me encara — Eu já disse eu não quero ir – ela fala — Estou mandando você ir. — E eu disse que eu não vou – ela fala me encarando bem séria – eu vou ficar aqui, esperando a Mirella voltar. Eu olho para ela e a mesma me olha fixo. — É uma ordem! – eu falo para ela. — Porque todo mundo acha que manda em mim? – Karina pergunta me olhando – sério, isso cansa de mais. — Você sabe as condições que eu está aqui – eu falo para ela – não me obrigue a te levar na marra. — Eu estou aqui porque você quer que o meu pai venha até aqui – ela fala me encaranod – então, você me quer viva e não morta, você precisa de mim, para a moeda de troca. — Você tem razão – eu falo para ela – eu preciso de você viva, mas você vai sair daqui porque eu estou mandando e é agora. — Não vou – ela fala — Você vai – ele fala afirmando. Eu pego ela no colo a força e jogo ela em meus ombros, ela era como uma pluma de leve, ela começa a me bater e gritar, para que eu a solte e eu desço o camarote com ela e saio do baile, com o baseado na minha boca. Capítulo 36 Karina narrando — Me solta – eu falo batendo nas suas costas – Me solta! – eu gritava e ele andava comigo pelo morro. Meus gritos e nem mesmo a força que eu fazia para bater em suas costas, fazia ele parar, ele entra na casa de Ester e sobe no quarto e me coloca na cama. — VocÊ está maluco? – eu falo perguntando para ele – quem você acha que é para me tirar do baile daquela forma? Eu não estava fazendo nada de mais. — Aquele lugar não é para você – ele fala – e eu não quero você mais lá. — Você quer decidir até isso ? – eu falo me levantando da cama e ficando de pé na sua frente – eu não tenho liberdade nem mesmo para decidir onde eu vou aqui dentro? — É uma ordem e é para o seu bem, você é muito inocente para saber os pergios da vida. — Desculpa Grecco , Gregorio seja lá qual for seu nome – eu falo para ele – mas você entrou na minha casa, seduziu a minha governanta, quem cuidava de mim, me tirou de dentro da minha casa e me trouxe para cá – eu falo para ele – eu acho que eu conheci bastante o perigo, não é mesmo? — Eu não quero seu m*l, você sabe disso e eu já te disse sobre isos – ele vai até a janela e joga o baseado fora – você deveria aceitar as minhas ordens , não deveria estar querendo bater de frente comigo. Não deveria. — Porque? – eu pergunto e ele me encara se aproximando de mim – Eu aceitei a minha vida toda as ordens de todo mundo , eu vivi a minha vida toda a vida que todo mundo queria, as ordens do meu pai. E agora tenho que acolher as suas também? – ele me encara – sinceramente Greggorio, o dia que você apareceu como meu motorista, eu realmente confiei em você, a forma que você me tratava era diferente dos outros funcionários que me tratavam como insuficiente, como uma coitadinha que não sabia fazer nada, você não. E eu realmente confiei em você. — Eu não quero seu m*l e você vai perceber isso no final – ele fala me encarando – te trazer para cá, foi uma prova de que realmente eu quero te proteger. — A custo do que? – eu pergunto para ele – de vingança? Desculpa, mas isso não se chama p******o, se chama somente vingança e querer glorificar o seu próprio ego, você não se preocupa comigo como quer demonstrar que sim, somente para ter fama de bonzinho, mas se tem uma coisa Grecco que eu aprendi nessa minah vida, que ninguém se aproxima de mim atoa, todos tem um grande interesse e todos são ligados ao meu pai. Agora, já que você me tirou do baile, me deixe pelo menos tomar um banho, trocar de roupa e descansar. Grecco me encara e eu o encaro, nem eu sei de onde eu tirei forças e coragem para o enfrentar dessa forma, mas talvez tenha sido somente um grito de liberdade por todos os anos presa. Ele passa sua mão lentamente pelo meu rosto acariciando ele, eu o encaro e ele aproxima lentamente do meu rosto e a gente se beija, mas eu o empurro. E ele me encara. — Não encosta em mim – eu falo para ele – nunca mais. Capítulo 37 Ester narrando Eu vejo a cena de Grecco levando Karina do baile e só me passa uma coisa na cabeça, que Grecco estava ficando impressionado com essa menina ou sei lá, já tinha me passado na cabeça tanta coisa que eu até ficava com medo dos meus pensaments. — Ester tá boladona – Joca fala — Estou mesmo – eu falo – eu já pensei, será que essa garota não era filha da Maria Izabel. — Eu não me lembro muito da Maria Izabel quando jovem – Maryland – até porque ela saiu do morro bem cedo, mas ela lembra pouco, pelas memorias que tenho na cabeça. — Sei lá – eu falo – já pensei que Maria Izabel pudesse ser a mãe. — Acho que não – Sampaio fala – Grecco mesmo já falou que a Maria Izabel casou com jean, ela já era nascida. — Acho que mais certo é a tal governanta – Jacaré fala – a tal Samanta — Que ela pede tanto para proteger – Ester fala – enfim, Karina sabe de todas as coisas que o api fazia contra Maria Izabel e até mesmo contra Samanta, ela tem medo pela Samanta, mas agora que ela está provando a liberdade, ela vai acabar se soltando. Eu já conheço essa história – Sampaio me encara — Você acha que Jean abusava dela? – Sampaio me pergunta — Vindo dessa corja de homens – eu falo para ele s- voc~e sabe tudo que meu tio fazia. O silêncio tomou conta de toods nós e provavelmente todos os pensamentos voaram, quando Karina me pediu para vir ao baile, eu percebi que tinha algo diferente nela e era totalmente normal essa sua atitude diante a tudo. — Alana – Sampaio fala olhando para ela e eu olho para frente, sem acreditar em quem eu estava vendo. Sampaio se levanta, assim como eu e Joca, HT também,. — Cadê a Sabrina? – HT pergunta para ela. — Ela não quis voltar – Alana fala — E porque você voltou? – eu pergunto para ela. — Eu não quero arrumar confusão – ela fala — A ordem era certa, você tinah que ir embora e nunca mais voltar – Sampaio fala para ela. — Eu preciso falar com Joca – Alana fala encarando ele – eu preciso muito falar com você sozinha. — Alana – joca fala – eu achei que você nunca mais voltaria aqui. — Eu sei que não deveria, eu sei que fui expulsa do morro – Alana fala – mas eu precisava retornar ao morro porque eu precisava falar com você, por favor me escuta e depos tirem as próprias conclusões de vocês. Joca encara ela. — O que você tem tanto para falar com Joca? – Sampaio pergunta e eu encaro ele. — Deixe eles conversarem – eu falo – Joca leva ela daqui, é melhor você tirar ela daqui. — Vem – Joca fala Alana desce as escadas, mas antes ela e Sampaio se encaram, eu olho para Sampaio e ele me encara. — O que foi? Ficou com ciúmes que ela voltou para conversar com joca e não com você? – eu pergunto para ele – eu juro que eu te mato Sampaio.Eu tenho um herdeiro seu dentro de mim, preciso de você para nada não – ele abre um sorriso. — Relaxa – ele fala – a minha primeira dama é você e sempre será – ele fala pegando em meu queixo e eu tiro as suas mãos. — As coisas vão ficar f**a para você – eu falo saindo do camarote. — O Ester – ele grita — Vai se fuder Sampaio – eu falo para ele. – vai lá pegar um copo e colocar na porta para ver o que eles estão falando. — Volta aqui Ester – eu falo para ele. U10 Capítulo 38 Alana narrando Eu estava tão nervosa por ter retornado ao morro e pela reação de todos, sei que Joca não dexaria que nada de m*l acontecesse comigo, mas sei que a minah presença iria interferir muito. Eu estava tão nervosa e sem saber realmente o que fazer. Joca me leva até a sua casa, eu entro e ele me encara bem nervoso e impaciente. — Você sabe que não deveria voltar – ele fala – ainda mais recentemente. — Eu não poderia ficar lá – eu falo para ele – não mesmo, eu tinha que voltar. — Porque? — Eu vou direito ao assunto – ele me encara – eu estou esperando um filho seu. — Como é? – eu pergunto para ela. — Não é do Sampaio, eu já estou grávida de quase seis meses – eu falo para ele e abro o casaco que eu estava usando revelando a barriga e ele me encara – eu me envolvi com Sampaio novamente muito tempo depois. — Você está dizendo que você está grávida e que o filho é meu? – ele pergunta — Eu pensei em não voltar, em esconder, em criar essa criança sozinha. Mas eu não queria errar, eu já errei muito com Sampaio – eu falo para ele – lá na frente, essa criança iria querer saber quem é o pai, iria atrás de você e ai todo mundo sairia machucados, eu não quero mais machucar ninguém. — É uma menina? – ele pergunta — É um menino – eu respondo para ele e ele me encara – é um menino, eu descobri recentemente o s**o e isso me fez ter mais vontade de voltar. — Você fez certo – ele fala — Eu não quero arrumar confusão e nem mesmo bagunçar a vida de ninguém – eu falo para ele – mas eu não queria ficar lá sozinha -- ele se aproxima. — Eu queria dizer para você ir embora – ele fala limpando as minhas lagrimas – mas eu jamais faria isso. — Estou esperando um filho seu – eu falo para ele. — Você vai ficar – ele fala – nem que eu tenha que arrumar uma guerra com Sampaio e Ester, mas você não vai embora daqui. Você fez certo em me procurar, filho meu vai se criar comigo e com a mãe junto. Eu abro um sorriso para ele vendo que eu tinha feito a coisa certa. Sampaio narrando Procuro a Ester por todo morro e fico sem acreditar quando vejo ela, eu me aproximo e ela faz sinal para que eu fique em silêncio. — Cara – eu falo – tu tá aqui escutando a conversa com um copo de vidro? – ele pergunta — Cola a orelha ai e escuta também – ela fala — Naõ dá para escutar nada – eu falo para ela – vamos embora Ester. — Vamos ficar. — Fofoqueira – eu falo e ela me encara – cara se é fofoqueira, depois me chama e eu de fofoqueira. — Se ela voltou e quer falar com Joca – ela fala me encarando – é que ela está grávida , espero que seja dele. Porque você já vai ter filho de mais e já vai ter que pagar pensão de mais. — Pensão se paga quando se separa, vai se separar de mim? — Depois que ficou com ciúmes dela falar com joca, estou pensando – ela fala toda nervosinha e eu abro um sorriso para ela. — Vamos embora Ester – eu puxo ela.
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