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1847 Palavras
Capítulo 39 Sampaio narrando Eu estava na boca, quando Joca entra, eu o encaro e ele me encara, já sei que vinha chumbo grosso. Era de manhã cedo e eu não tinha nem visto Ester, porque até me colocar para dormir fora de casa, ela me colocou. Ele olha para o sofá o travesseiro e a coberta e começa a rir. — Ester? – ele pergunta — Ficou bem doida, disse que ela estava grávida. — Ela insinuou isso? — Insinuou – eu falo para ele – vai me dizer que Alana está grávida? — É meu filho – ele fala – foi uma vez só antes de vocês voltarem, bem antes. — Fura olho do c*****o – eu falo para ele – se eu não tivesse benm casado, bem resolvido com a Ester, te dava um tiro. Sofria pra caramba por causa dela. – começo a rir — Ela vai ficar no morro – Joca fala — Ester não vai abrir guerra por isso, ainda mais se ela estiver grávida, só manda ela ficar na dela. Reabrir o salão dela, ficar na manha. — É o que ela vai fazer – Joca fala se sentando – foi m*l ai, não achei que ela ficaria grávida, foi uma única vez, — Relaxa – eu falo para ele – não vou arrumar confusão com você. Você é fechamento comigo. E como disse, eu estou com a Ester, eu amo aquela maluca, que tem dois maluquinhos na barriga – ele começa a rir. HT entra na boca e nos encara. — Ela falou da Sabrina? – ele pergunta — Sabrina não quis voltar – Joca fala — Minha mãe tenta falar com ela todos os dias, mas ela se recusa – eu falo – atender qualquer ligação ou dar noticia. — Ela também não me atende – HT fala — Alana disse que S;abrina se revoltou por ela voltar, disse que jamais pisa os pés aqui – Joca fala — Sabe o que eu acho de verdade – eu falo para eles – é que Sabrina virou a casaca para o lado inimigo, fugiu para se salvar. — Não acho – HT fala — Quem leva os chifres nunca vai admitir – Joca fala rindo — Engraçadinho – Ht fala rindo debochado para ele. — Estou falando sério, sei lá, para proteger até mesmo a Alana – eu falo – não sei, mas eu acho que é isso. — Ou ela queira esconder algo – Ht fala — Como? – eu pergunto — Não sei. – Ht fala – vou trabalhar, ganho mais. — Isso, precisa gerar a economia do morro – Joca fala rindo para ele. Eu olho para Joca e a gente se encara. — Espero que eu esteja errado sobre a minha irmã – eu falo Ester entra na boca e nos encara, ela tinha umas pastas na mão. — Ela está grávida? – Ester pergunta — Está – Joca fala para ela — É de quem? – Ester pergunta — É do Sampaio – Joca fala – infelizmente, é dele. Antes que eu tente me defender , as pastas que estão na mão da Ester voam em minha direção acertando meu rosto. — c*****o – eu falo gritando — Nem para você usar a porcaria da c*******a seu filho da p**a – ela fala Joca começa a rir sem parar e eu sinto meu rosto sangrando. — É mentira? – Ester pergunta — É obvio que é, é esse fura olho que é o pai. — Fura olho porque? – Ester pergunta me encarando – se é fura olho é porque você ainda gosta dela. — Claro que não c*****o. — Fica quieto Sampaio, cada vez mais tu se complica – Joca fala. — p***a Ester, tu vai me m***r ainda c*****o – eu falo — Coloca gelo, ameniza – ela fala. – são os hormônios, gente, nunca fui tão desestruturada dessa forma – eu começo a rir – sério, eu tenho vontade de m***r todo mundo – ela fala nervosa. — Não me mate, porque eu vouv irar pai. – Joca fala — Eu também vou e ela está atentando contra a minah vida, até o final da gravidez, eu estou morto – eu falo e ela me encara. Capítulo 40 Karina narrando Eu desço as escadas e encontro Grecco, ele me encara e eu o encaro. — Porque está aqui tão cedo? – eu pergunto para ele. — Precisamos conversar sobre ontem, o que aconteceu no quarto – ele fala — Está fora do efeito de drogas e bebidas? — Aquele beijo nunca deveria ter acontecido novamente. — Alguma coisa que nos dois concordamos. — Eu prometi a uma pessoa, que cuidaria de você., que te protegeria, mas não dessa forma. — A Samanta? Você tem contato com ela? — Ontem no baile, tinha alguns homens te olhando com outros olhares, o meu medo era que eles te fizesse m*l – ele fala — Então poderia te rchegado e falado. — Da forma que estava revoltada , não iria acreditar – ele fala – eu quero sim, que seu pai venha até o morro para que a gente mate ele, mas não quero seu m*l e nem te usar como moeda de troca, te usar como moeda de troca seria te entregar a ele. — E você não me entregaria a ele? – eu pergunto – se ele te prometesse grana? — A gente já ganhou a liberdade que a gente queria, queremos vingança, queremos acabar com todos da corja deles – ele fala – não queremos ele vivo. — Entendi – eu falo para ele – essa violência toda me deixa confusa. — Eu sinto muito – ele fala — Maria Izabel morreu nesse morro? – eu pergunto para ele e ele me encara. — Sim – ele fala – infelizmente sim. — Eu acho que isso se torna mais doloriod do que qualquer outra coisa – eu falo para ele – eu vou comer algo, estou com fome. — Eu preciso ir – ele fala. Eu não espero que ele saia, eu só ando até a cozinha, eu preparo o café e como o algo, Maria Izabel sempre me ensinou a preparar as coisas mesmo que meu pai fosse contra e Samanta tentasse impedir, mas ela sempre me ensinou a fazer as coisas sozinhas. Samanta e Maria Izabel brigavam bastante em realação a isso, Samanta tentava o tempo todo impedir que Maria Izabel me deixasse mais independente, e virava uma confusão, e meu pai sempre defendia a Samanta, falando que ela estava lá para obedecer as ordens dele e não a de Maria Izabel, que ela era somente minha madrasta, mas ele m*l imagina que ela era como uma mãe para mim, e que eu jamais tive sentimentos por ele, mas por ela, eu sempre tive. Eu saio de casa e vejo o morro com bastante movimento, Mirella disse que no dia após o baile o morro ficava bem movimentado, era umas 11h da manhã e eu nem tinha visto Ester, tinha acordado no meio da noite com uma discussão dela e do Sampaio, mas resolvi voltar a dormir. Eu vou andando pelo morro e passo por um beco vendo Grecco e uma mulher se beijando, eu olho aquela cena e quando ia seguir andando, Grecco me encara e acaba empurrando ela. — O que foi Grecco? – ela pergunta — Nada não – ele fala me olhando. A mulher me encara e quando vejo que os dois estão me encarando, eu sigo caminhando sem rumo para qualquer lugar dentro daquele morro. Capítulo 41 Grecco narrando Eu tinha passado o restante da noite com uma moradora do morro em um barraco, dei uma grana para ela e sai, eu estava no morro do alemão, acendo um baseado e fico pensando na noite anterior, no beijo que eu tinha dado nela e aquilo não poderia mais acontecer, não mesmo. Eu entro na casa de Ester e ela desce as escadas na mesma hora, me encarando. — Porque está aqui tão cedo? – Ela me encara. — Precisamos conversar sobre ontem, o que aconteceu no quarto . — Está fora do efeito de drogas e bebidas? — Aquele beijo nunca deveria ter acontecido novamente. — Alguma coisa que nos dois concordamos. — Eu prometi a uma pessoa, que cuidaria de você., que te protegeria, mas não dessa forma. — A Samanta? Você tem contato com ela? — Ontem no baile, tinha alguns homens te olhando com outros olhares, o meu medo era que eles te fizesse m*l . — Então poderia te rchegado e falado. — Da forma que estava revoltada , não iria acreditar – eu falo e ela me encara. – eu quero sim, que seu pai venha até o morro para que a gente mate ele, mas não quero seu m*l e nem te usar como moeda de troca, te usar como moeda de troca seria te entregar a ele. — E você não me entregaria a ele? – ela pergunta – se ele te prometesse grana? — A gente já ganhou a liberdade que a gente queria, queremos vingança, queremos acabar com todos da corja deles , não queremos ele vivo. — Entendi , essa violência toda me deixa confusa. — Eu sinto muito – — Maria Izabel morreu nesse morro? — Sim ,infelizmente sim. — Eu acho que isso se torna mais doloriod do que qualquer outra coisa ,eu vou comer algo, estou com fome. — Eu preciso ir – eu falo saindo da boca. Saio perdido nos pensamentos, toda vez que ela tocava no nome de Maria Izabel, eu ficava meio perdido, somente lembrando do dia do seu casamento e do dia da sua morte, eu queria ter feito tudo diferente e queria que ela tivesse ficado viva. Eu tinha planos para nós dois. Eu ando pelo morro e encontro Fabiene, ela me puxa para o beco. — Te procurei o resto da noite – ela fala — Tive que sair mais ceod do baile. — Sei – ela fala — Você também estava acompanhada – eu falo — Mas a melhor companhia é sempre você – ela fala sorrindo. A gente começa a se beijar naquele beco mesmo, mas quando abro os olhos vejo Karina nos encarando. Eu paro de beijar Fabiene e a gente se encara. — O que foi Grecco? – ela pergunta — Nada não – eu falo Fabiene encara ela também, ela nos encara e depois começa a subir o morro. — Quem é ela? – ela pergunta — Ninguém. — Essa é a garota? — Fala baixo – eu falo para ela – eu preciso ir falar com Sampaio. — Você vai atrás dela? – ela pergunta – ela é uma menina. — Não – eu falo – esquece isso – eu dou um beijo rápido nela. — Se encontramos a noite? – ela pergunta — Talvez – eu falo e ela me olha ainda mais desconfiada. Eu saio do beco e começo a procurar por Karina, mas não a encontro.
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