[...] Horas depois, Samanta m*l conseguia conter a ansiedade. Estava eufórica, não apenas por ouvir notícias do nosso bebê, mas também para finalmente reencontrar a senhora que o pai mencionou e ela ansiava , que não parava de perguntar por ela. Foi emocionante ouvir o coração do nosso bebê. Senti um alívio profundo ao constatar que ele estava bem, crescendo e se desenvolvendo perfeitamente. Após algumas explicações da obstetra, encaminhei-me para o quarto onde a senhora, chamada “Cotinha”, estava aguardando a Samanta. Quando chegamos à porta do quarto, Samanta não hesitou. Abriu-a de repente, sem bater ou pedir licença, entrando de forma abrupta. Lá dentro, já estava dona Vitória. Ela segurava a mão da senhora no leito e chorava incessantemente, agradecendo em meio às lágrimas. Vit

