Capítulo 64

708 Palavras

Horas depois... O lugar onde o governador mantinha meu primo era afastado da cidade. Levei quase uma hora até chegar lá, e cada minuto me consumia em uma sede feroz de sangue. Estacionei diante do galpão, rodeado por seguranças. Meus dedos se fecharam com força no volante. Respirei fundo, tentando conter o instinto primitivo que me ordenava matar aquele desgraçado sem pestanejar. Eu precisava entrar lúcido. Precisava olhar nos olhos dele antes. Saí do carro e caminhei firme, passos largos, o peito em fogo. Não era apenas raiva pelo que ele armou contra mim, era pelo que havia feito com ela. Ele me roubou anos da vida de Samanta. Marcou minha garotinha com traumas, a tratou como um animal. Tudo em nome de sua ambição suja. Passei pelos seguranças que abriram caminho e adentrei o galpão

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