Melissa . . .
Minhas costas bateram com brutalidade na cama. Ele me colocou na moto e me levou para a parte mais alta da favela. Não senti medo algum quando estava com ele — apenas fogo.
Senti a mão dele entrar em contato com a minha i********e, o que me fez gemer entre o beijo caloroso. Fui rapidamente tirando a camiseta que ele vestia, e ele foi ágil ao tirar meu vestido, me deixando apenas de calcinha, já que o vestido não exigia sutiã.
Ele me olhava admirando meu corpo com muita luxúria e t***o. Atacou novamente meus lábios, descendo rapidamente para os meus s***s, onde deixou chupões e mordidas que me deixaram completamente louca.
Arranhei ele algumas vezes, e o mesmo desceu o rosto, rasgando minha calcinha. Ok, isso me deixou fervendo de t***o. Aquele homem me olhava de forma intensa enquanto me chupava com força e vontade. Meus gemidos eram altos naquele quarto.
Ele enfiou dois dedos na minha v****a, me fazendo dar um solavanco pra trás. Ele me puxou de volta e continuou com o vai e vem enquanto chupava.
Melissa: — Awnnn... isso...
Gemendo, agarrei o cabelo dele. Quando ele viu minhas pernas tremendo, se levantou, tirou rapidamente a cueca e me penetrou sem aviso e sem carinho. Gritei ao sentir aquele pênis grosso e enorme entrando e saindo com força.
Diogo: — Isso, v***a, geme, vai...
Ele me colocou de quatro, me dando vários tapas enquanto eu gemia de tanto prazer. Aquilo, sem dúvidas, foi o meu melhor.
Mudei a posição e fui cavalgar nele, que estava completamente cheio de t***o. Enquanto eu sentava e rebolava com força no p*u dele, fui à loucura. Senti que iria gozar, então aumentei as reboladas. Ele falava algumas putarias que me deixavam doida. Senti uma forte onda de prazer me preencher, e minha v****a "mastigando" o p*u dele anunciava que eu tinha gozado. O homem na minha frente segurou minha cintura enquanto eu ainda estava em cima dele e me penetrou rapidamente, me fazendo soltar outros gemidos. Logo, ele também gozou, e eu caí por cima dele, tentando me recuperar do que tinha acabado de acontecer.
. . .
Depois repetimos o sexo mais umas três vezes, e eu adormeci. Acordei com um radinho do lado apitando e fechei os olhos por causa da claridade que entrava no quarto. Droga, tinha bebido demais.
Ao lembrar da noite f**a que eu tive, fechei os olhos com força. Por um lado, me julgava por ter dado pra um qualquer na favela.
Diogo (no rádio): — Fala, 7L.
Escutei a voz grossa do homem ao meu lado. Abri os olhos e vi ele falando em um rádio que só traficante usava. Lembrei dele ontem com o fuzil. Fechei os olhos novamente com força, me praguejando por ter transado com um traficante.
Voz do rádio (7L): — Fala, chefia. Sabe aquela mina? Amiga da Amanda? Ela sumiu, meu chapa. Tamo procurando ela! A Mandinha tá no maior desespero!
Me levantei rapidamente ao ouvir aquilo. Amanda deve estar arrancando os cabelos de preocupação. Vesti meu vestido às pressas enquanto escutava uma risada.
Diogo (no rádio): — Avisa pra Mandinha que a patricinha tá comigo. Chego com ela aí em 10 minutos.
Ele desligou o rádio. Não gostei dele me chamando daquele jeito, mas apenas ignorei enquanto calçava o salto.
Diogo: — Vamo, antes que tua amiga cole atrás de mim.
Ele vestiu a roupa, e eu vi os vestígios da noite anterior no corpo dele, marcado pelas minhas unhas. Descemos a escada da casa dele, que era bem arrumada e bonita, porém simples. Vi ele abrindo a porta e indo em direção a uma moto. Eu o encarei. Ele não acha que vou subir nisso, né?
Melissa: — Tu acha mesmo que vou subir nisso?
Falei debochada. Nunca subo na garupa de moto alguma, pior ainda sendo de um traficante.
Diogo: — Se quiser ir a pé com esse salto, fica à vontade.
Olhei pra baixo enquanto ele ligava a moto. Descer aquele morro com esse salto seria uma péssima ideia.
Diogo: — Bora, garota, não tenho muito tempo.
Bufei, irritada, e subi na moto daquele homem. Ele descia o morro parecendo um maluco foragido da polícia. Me agarrei nele com força e vi um sorrisinho no rosto dele. Revirei os olhos. As pessoas olhavam para nós; algumas falavam com ele. Parecia ser bem popular ali, não apenas um traficante qualquer.
Amanda: — Ai, amiga, pensei que tinha acontecido algo!
Amanda me abraçou quando desci da moto. Logo o homem com quem eu dormi — e que eu nem sabia o nome — saiu com o Lucas na garupa.
Melissa: — Transei com esse homem que nem conheço...
Falei entrando na casa dela. Ela me olhava apreensiva.
Amanda: — Amiga, você transou com o Digão!
Ela falou, assustada. Revirei os olhos.
Melissa: — Ai, Amanda, eu lá sei quem é. Só sei que deve ser um traficante.
Bebi água pra tentar curar aquela ressaca filha da p**a.
Amanda: — Ele é o subdono e filho do dono, Melissa.
Me engasguei com a água e comecei a tossir. Ela bateu nas minhas costas.
Melissa: — O QUÊ?!
Amanda: — Isso mesmo que você ouviu. Ele é o Diogo, conhecido como Digão.
Puta que pariu. Olhava assustada pra minha amiga ali na minha frente.
Melissa: — Que droga!
Eu e a Mandinha fomos dormir porque a ressaca estava me matando. Dormi até tarde e me senti renovada. Acordei com aquela p**a me balançando.
Amanda: — Toma, p*****a!
Ela jogou uma pílula do dia seguinte e me deu um copo d’água.
Amanda: — Fui comprar pra mim e resolvi trazer pra você.
Aceitei. Nem lembrava se ele tinha usado camisinha, e eu não tomava nada — nunca tinha tomado remédio nenhum.
Melissa: — Por que você tá tomando isso? Você não tem DIU?
Amanda: — Sim, mas tenho medo de engravidar. Deus me livre!
Ela fez uma reza, me arrancando risadas. Mas é doida.
Amanda: — Me fala, ele transa bem?
Olhei pra ela com cara de “O que você acha?”
Melissa: — Não lembro muito, mas ele é excelente.
Ela riu da minha cara de safada.
Melissa: — Pena que é tráfica...
Choraminguei. Ela tacou uma almofada em mim, me fazendo rir.