Propriedade
A mensagem chegou sem aviso.
— Eduardo quer você.
Suzi não perguntou. Já sabia.
O escritório estava como antes.
Luzes baixas. Bebida. Silêncio.
Mas, dessa vez… ela entrou diferente.
Não havia tremor. Não havia pressa.
Ela fechou a porta com calma e ficou ali, observando.
— Demorou — disse Eduardo.
— Eu vim.
Simples. Direto.
Sem submissão na voz.
Ele se aproximou devagar.
O olhar pesado. Carregado de algo novo.
— Você gostou da atenção hoje — disse.
Não era pergunta.
Suzi inclinou levemente a cabeça.
— Eu fiz o que você queria.
Ele parou perto demais.
— Não… — murmurou. — Você fez mais que isso.
Silêncio.
— Você gostou de ser olhada.
Suzi sustentou o olhar.
— Eu gostei de fazer a coisa certa pra não apanhar. .
Aquilo atingiu.
Direto.
O ar mudou.
Eduardo segurou o queixo dela com firmeza.
— Você esqueceu quem manda aqui.
Mas, dessa vez… Suzi não recuou.
Não desviou. Não quebrou.
— Não — disse, baixo. — Eu só aprendi.
O silêncio ficou denso.
Pesado.
Quase perigoso.
O que veio depois não foi resistência como antes.
Também não foi entrega.
Foi jogo.
Cada tentativa de imposição dele encontrava algo diferente nela.
Calma. Frieza. Leitura.
Ela não enfrentava de forma direta.
Mas também não cedia por completo.
Era sutil. Quase invisível.
Mas estava ali.
E Eduardo percebeu.
Isso o irritava. Mas, ao mesmo tempo…
O puxava. mais.
Em um momento, ele parou.
Afastou levemente. Observando.
Tentando entender.
— O que você fez ou o que você quer fazer?
Suzi respirou devagar.
— Sobreviver. Uma coisa eu aprendi que se eu não dança sua musica, eu posso me dar m*l não quero isso.
Aquilo não era submissão.
Também não era confronto. Era algo novo.
E isso mexeu com ele de uma forma que ele não controlava.
— Quero que você dance pra mim assim como fez ontem no palco.
Ele coloca uma musica e ela inicia a dança, estava com uma blusa curta e vai tirando devagar, deixando seus s***s a mostra. Ele nunca havia reparado nela dessa forma, os olhos dele escureceram ele não viu nenhum sutiã, entendeu que ela estava ali m*l intencionada. Ou realmente ele havia despertado um lado dela que nem ela sabia. A dança continua e com isso ela empina as costa onde seu s***s ficam mais a mostra e seus m*****s chamava atenção. Isso foi o suficiente. Eduardo foi para cima dela como um animal faminto. Antes que pudesse piscar suas mãos grandes já estava nos p****s da Suzi. Os dedos rolavam no m*****s enquanto me empurrava contra a bancada do seu escritório
— Você fez de proposito né, safadinha? — rosnou no ou seu ouvido antes de levar a boca nos p****s dela.
Ela soltou um gemido, não era de desejo era de controle e manipulação. E com isso ele fica ainda mais doido, ele suga os m*****s dela como se quisesse arrancar leite dela. A barba dele arranhava a pele dela causando uma pequena dor.
— ai que delicia você é muito gostosa.
Ele paga a mão dela e coloca bem encima do seu p*u.
— Olha o que você faz comigo. Vou te mostrar como um homem de verdade, come uma p*****a como você.
Ele levantou ela como se ela fosse nada e jogou encima da mesa, derrubando tudo que estava lá e antes que ela pudesse se recompor, ele já estava entre as pernas puxando a calcinha para baixo com um só movimento
— Tão molhadinha, já estava pensando nisso antes de chegar aqui. Safada, gostou de ser deseja por outro homem.
Ela não teve tempo de responder. Ele enterrou a língua na b****a dela como se estivesse com sede e aquela fosse a única fonte de agua. Lambendo, sugando devorando como se aquilo fosse uma refeição completa. Suzi não esposava nenhum tipo de desejo apenas aquilo que ele precisava ouvir, o suficiente para ter ele ali na sua mão. Ele levantou e sem nenhum aviso estocou, seu p*u estava duro como pedra, e ela estava fora de controle cinco estocada e já gozou freneticamente enchendo a b****a dela de p***a.
Mais tarde, no salão…
Eduardo chamou Marcelo.
— A partir de hoje… ela não desce mais do palco.
Marcelo franziu a testa.
— O quê?
— Só dança — disse Eduardo, firme. — Ninguém toca.
— Isso vai contra o lucro—
— Eu não perguntei.
Silêncio.
— Ela é minha vitrine agora.
A palavra saiu fria. Definitiva.
Naquela mesma noite, um cliente novo chegou.
Presença forte.
Discreta, mas impossível de ignorar.
Terno impecável. Olhar atento.
Nome: Henrique Valente.
Um homem que não perguntava valores.
Definia.
Ele não pediu nada.
Apenas sentou.
E observou.
Quando Suzi entrou no palco, algo mudou no ar.
Ela sentiu.
Mesmo sem saber de onde vinha.
Henrique não desviava o olhar.
Diferente dos outros.
Não havia pressa. Não havia impulso.
Havia interesse. Calculado. Profundo.
— Quem é ela? — perguntou, sem tirar os olhos do palco.
Um dos funcionários respondeu, baixo:
— Nova.
Henrique assentiu.
— Quero exclusividade.
— Ela não sai do palco — respondeu o homem, desconfortável.
Henrique finalmente desviou o olhar.
Calmo.
— Todo mundo sai… pelo preço certo.
Minutos depois, Eduardo foi chamado.
— Tem alguém interessado.
— Todo mundo tá — respondeu ele, irritado.
— Esse é diferente.
Uma pausa.
— Ele não perguntou quanto custa.
Eduardo ficou em silêncio por um segundo.
— Então quanto ele ofereceu?
O funcionário engoliu seco.
E disse.
Eduardo não reagiu na hora.
Mas o olhar… escureceu.
Do outro lado, no palco…
Suzi dançava.
Leve. Controlada. Intocável.
Sem saber que, naquele momento…
Ela não era só desejo.
Era disputa.
E, pela primeira vez…
Eduardo sentiu algo que não conhecia bem:
Medo de perder o controle.
Porque agora não era só sobre ele.
Era sobre quem poderia tirar dela…
O que ele acreditava ser dele.