[Verena Kim]
As portas do elevador se abriram e eu caminhei pelo o corredor em busca de algum sinal do Ares ao mesmo tempo que prestava atenção se havia alguém por ali ou se eu havia sido seguida.
Avistei ele no corredor encostado na parede mexendo distraidamente em seu celular próximo dos banheiros.
O barulho do meu salto soou e ele ergueu o olhar em minha direção e automaticamente um sorriso largo surgiu em seus lábios enquanto seus olhos me analisaram de cima embaixo lentamente.
Não pensei duas vezes e assim que cheguei próximo dele, segurei a sua nuca e puxei seu rosto na direção do meu, selando nossos lábios.
Ares g3meu e não hesitou em cravar as unhas em minha cintura com força, deixando com que eu o guiasse banheiro feminino adentro.
Com um pouco de dificuldade, consegui abri uma das cabines e o empurrei pra dentro. Nossos lábios foram separados e eu rapidamente entrei e fechei a porta atrás de mim, trancando-a por precaução.
— Não esperava por isso... — Fechou a tampa do vaso e se sentou olhando pra mim atentamente com a respiração ofegante e os olhos carregados de luxuria.
— Sua mensagem e o local que escolheu, eu também não esperava... — Entrei na brincadeira.
Segurei o seu rosto e o ergui, enquanto aproximava meus lábios do seu ouvido.
— Agora será que pode ser um bom garoto e me f***r até esquecer a sua raiva e me satisfazer antes de ir para uma reunião chata? — Vi os pelos do seu corpo todo arrepiarem seguidos de um grunhido baixo que soou dos lábios dele. — Preciso de uma boa motivação. — Mordisquei a pele do seu pescoço, fazendo com que sua cabeça se inclinasse para o lado.
— Serei um bom garoto sim... — Praticamente ronronou em meu ouvido enquanto suas mãos subiam pela a minha coxa e com ela, levando a barra da minha saia, deixando-a enrolada em minha cintura.
Colocou-me sentada em seu colo, permitindo-me que eu sentisse o seu p4u duro ao mesmo tempo que seus lábios iam em direção ao meu pescoço com fome.
— Porém precisamos ser rápidos, sabe disso, não sabe? — Mordiscou a pele do meu pescoço, arrepiando-me.
— Sei sim... — Inclinei minha cabeça pro lado com os olhos fechados enquanto ele deixava beijos molhados e mordidas leves em meu pescoço.
Subi minhas mãos em direção a sua nuca com a respiração ofegante da mesma maneira que a dele. Ares se afastou do meu pescoço e encostou sua testa na minha deixando com que nossa respiração acelerada se tornasse apenas um enquanto minhas mãos acariciavam a sua nuca e as dele passava em minhas costas com ternura.
Aproximei meus lábios dos dele, vendo-os se abrir esperando um beijo e eu não perdi tempo e selei nossos lábios.
Era incrível a maneira que nossos lábios se conectavam, como se moviam na mais perfeita sincronia, como nossas línguas não tentavam ter controle sobre a outra por mais famintas estivessem. Percebi isso na primeira vez e sempre que o beijar, ficarei surpresa com esse fator.
Ares não perdeu tempo e começou a desabotoar a camisa social minha sem parar de me beijar. Mordi seu lábio inferior contendo o g3mido quando suas mãos apertaram ambos os s3ios com força.
— Silêncio... — Sussurrou contra os meus lábios antes de abaixar meu sutiã, fazendo meus s***s ficarem totalmente expostos e disponíveis para ele.
Concordei totalmente ofegante enquanto sua boca ia em direção ao meu seio esquerdo, mordiscando o bico do s3io com força, sugando-o para dentro da sua boca com uma certa pressão.
Inclinei minha cabeça para trás mordendo minha bochecha para não gemer. Minha boc3ta estava tão molhada e tão necessitada de atenção que fez com que eu começasse a mover meus quadris em movimentos de vai e vem em cima do p4u do Ares, tão duro embaixo da minha b****a, enquanto os lábios dele mordiam e brincavam com o bico do meu s3io e uma das suas mãos apertavam o outro.
Entrelacei meus dedos em seus cabelos apertando com certa força assim que senti sua mão livre descer pela a minha barriga lentamente, chegando finalmente em minha boc3ta.
— Porr4. — Gem3u contra meus s***s assim que seu dedo passou por cima da minha b****a coberta, sentindo o caos de umidade que ela estava.
Sua boca em meu seio e agora, suas mãos acariciando-me por cima da calcinha, não me dava nenhum tipo de descanso, obrigando-me a tampar minha boca com minhas mãos, mas também não o dei descanso e nem parei de me movimentar em seu p4u.
Os g3midos dele eram abafados por meus s***s e os meus pela as minhas mãos. Eram baixos, porém qualquer pessoa que entrasse em uma das cabines ao lado iria saber ou pelo menos desconfiar do que estava acontecendo.
— Ares... — Afastei-o do meu s3io e puxei o seu rosto na direção do meu, selando novamente nossos lábios.
Minhas mãos se moveram rapidamente em direção a calça dele em meio o beijo. Desfivelei o cinto, abri o botão e abri o zíper, mas quando fiz menção de enfiar a mão dentro da sua calça, Ares me impediu.
— De costas! — Ordenou com a voz rouca.
Foi inevitável não me arrepiar e engolir o seco na mais pura excitação.
Obedeci saindo do seu colo e me virei de costas, mas por cima do ombro, vi-o tirar sua ereçã0 da calça e a acariciar enquanto me olhava atentamente. Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios quando percebeu que eu estava o encarando.
Ares pegou de dentro da sua carteira um pacote de camisinha, abriu-a e deslizou por todo o seu p4u olhando fixamente em meus olhos, fazendo-me engolir o seco e contrair a minha boc3ta ansiosa por ele.
Ele se levantou e pegou as minhas mãos colocando-as na porta da cabine onde estávamos, fazendo-me empinar minha bund4 em se p*u ouvindo um suspiro de sua parte e esperar que a porta fosse forte o suficiente pra aguentar o que iria acontecer.
— Mantenha as mãos na porta... — Sussurrou e eu concordei sentindo-o soltar minhas mãos.
Encostei minha testa na porta ofegando baixo enquanto as mãos dele apertavam a pele da minha b***a com força.
— Prometo ser gentil! — Beijou meu ombro ao mesmo tempo que movia a minha calcinha para o lado.
O seu p4u pincelou a minha entrada e então, lentamente, Ares forçou entrada. Mordi meu lábio inferior sentindo-o tomar espaço dentro de mim de uma maneira deliciosa. Queria muito aquilo, queria que ele me fod3sse naquela maldita cabine, porém estava tensa temendo que fossemos pegos.
— Porr4... — Gem3u apertando minha cintura assim que entrou por completo dentro de mim. — Acho que a situação te deixou mais apertada que o normal! — Moveu seu quadril em círculo dentro de mim.
Sua glande com aquele maldito piercing roçou deliciosamente meu ponto sensível arrancando um alto gemido da minha parte, e no mesmo instante uma das mãos do Ares tamparam a minha boca e um tapa foi dado em minha bund4, fazendo-me inclinar minha cabeça para trás.
— Quietinha, minha Afrodite. — Depositou um selar em minha têmpora, retirando seu p4u até a glande e entrando com tudo em mim.
Cravei minhas unhas no braço do Ares fechando os olhos com força assim que ele começou a suas est0cadas, mantendo-as rápidas e profundas.
— Delici0sa. — Gem3u em meu ouvido e eu fiquei grata por suas mãos abafar os meus gemidos que não conseguia por nada controlar, não quando ele entrava tão fundo e rápido e o seu piercing acariciava-me por dentro de uma maneira alucinante. — Gostos4 do car4lho! — Ofegou.
Sentia-o em todo o movimento de entrar quase encostando em meu ponto sensível, e eu sabia que toda vez que isso acontecia eu apertava o seu p4u, pois Ares g3mia rouco e mais alto que o normal.
— Você viu? — Vozes femininas soou sendo seguida pelo o barulho da porta sendo aberta.
Ares ficou rígido em minhas costas parando as estocadas e eu fiquei totalmente assustada enquanto os passos soavam adentrando o cômodo.
— O deus grego cortou o cabelo. — A mesma que falou primeiro continuou. — Ele ficou ainda mais gato que antes com o cabelo naquele corte.
— É uma pena que ele nem dá moral para nós... — Suspirou a sua amiga, permitindo que eu sentisse o corpo do Ares se mexendo como se estivesse rindo, mas eu não rir, não quando estava tensa e não conseguia parar de apertar e soltar o p4u dele dentro de mim. — Não adianta tentar cantá-lo ou seduzi-lo, ele sempre dá uma de desentendido ou se esquiva das nossas investidas. É frustrante!
— Me pergunto qual é o tipo ideal dele. — A primeira mulher falou em um tom pensativo.
— Qual será que é? — Ares sussurrou em meu ouvido voltando a se mover lentamente
Meus olhos se arregalaram e eu tentei virar para falar que parasse, porém, sua mão que estava em meu quadril segurou a minha contra a porta, mantendo a outra em minha boca.
Somente a mão dele não era o suficiente para abafar meus gemidos, tive que morder meu lábio inferior, pois Ares não fez o motivo de sair e entrar, mas sim, ele simplesmente encostou seu quadril no meu e começou a se movimentar rápido e profundo encostando facilmente em meu ponto sensível. Suas bolas batiam em minha b****a enquanto minha bund4 encontrava seu corpo a cada investida.
— Não vou desistir dele tão cedo, um dia vou fazê-lo me f***r. — Riu e a sua amiga seguiu-a a risada. — Deve que é tão bom ele na cama... Hmm... Porque se faz tão difícil Ares Galanis? — Foram embora.
O frio cresceu em minha barriga e o orgasmo me atingiu com força total sem qualquer tipo de aviso prévio, fazendo meus olhos se revirarem quase ao ponto de ver estrelas.
— C-Caralho... — Ares gemeu baixo e arrastado próximo do meu ouvido.
Ele chegou ao seu orgasmo logo depois de mim, pulsando dentro de mim, provavelmente por que tinha ficado mais apertada que antes.
Continuou com as estocadas, prologando as sensações que estávamos sentindo.
Lentamente tirou a sua mão da minha boca e eu respirei fundo com a minha respiração oscilante da mesma maneira que a dele. Suor escorria pelo o meu corpo e eu sentia-o fraco após ter goz4do com tanta intensidade.
— Você está bem? — Um selar foi depositado atrás da minha orelha.
— S-Seu idiota... — Dei uma cotovelada nele, arrancando uma gargalhada baixa dele. — Era pra ter parado, porque continuou?
— Não sei, acho que foi no calor do momento mesmo. — Exclamou. — Ou talvez por que você não parava de apertar e soltar o meu p4u. — Sussurrou em meu ouvido.
— Idiota... — Meu rosto corou.
Ares se livrou da camisinha com um pedaço de papel higiênico em volta dele, e nos nós arrumamos o máximo que podíamos e ficamos lá dentro conversando baixo enquanto recuperávamos.
Meu corpo ainda estava fraco, mas não mencionei isso em nenhum momento, não queria que ele ficasse preocupado com algo que eu obviamente gostava.
— Preciso de um espelho pra arrumar meu cabelo e maquiagem... — Murmurei pra mim mesmo pensando na reunião que teria em breve.
— Deixa que eu arrumo pra você. — Sentou-se na tampa do vaso e me puxou para ficar em sua frente.
Observei com o coração batendo rapidamente, Ares passar as mãos em meus cabelos com atenção, carinho e cuidado, arrumando-os.
— Que foi? — Riu assim que foi olhar minha maquiagem.
Não disse nada, apenas inclinei pra frente e depositei um selar demorado em seus lábios.
— Nada! — Afastei-me vendo seus olhos analisarem os meus atentamente, indo para os meus lábios.
Automaticamente um sorriso surgiu em seus lábios e ele tentou arrumar minha maquiagem borrada o máximo que pode.
— Prontinho. — Levantou-se. — Vamos? — Inclinou para a porta.
Inspirei fundo e soltei um suspiro alto.
Tinha uma reunião com várias pessoas importantes e dentre elas estava a minha mãe. Ela me deixava nervosa e ativava o meu medo de falar em público, e isso chega até ser irônico, pois onde já se viu uma CEO ter medo de falar em público quando noventa porcento do trabalho é falar com pessoas.
— Temos que ir, não é mesmo? — Sorri fraco limpando minhas mãos suadas na saia que usava enquanto Ares me observava atentamente.
Abri a porta com cuidado, olhei para todos os lados e sai. Ares veio logo em seguida e foi em direção a porta, mas antes me puxou em sua direção e depositou outro selar demorado em meus lábios.
Parei-me em frente ao espelho assim que nos afastamos, percebendo que ele realmente arrumar o máximo que pode de minha maquiagem em meus cabelos,
— Perfeita... — Bateu em minha bund4, arrancando-me um arfar de surpresa ao mesmo tempo que sorria largo. — Você vai arrasar nessa reunião! — Piscou um olho e foi em direção a porta. — Te vejo depois, minha Afrodite? — Colocou a cabeça pra fora e olhou para os lados, antes de me encarar novamente.
— Te vejo depois. — Um sorriso largo surgiu nos lábios dele enquanto piscava um dos olhos e saia do banheiro, deixando-me sozinha para terminar de me recuperar e me arrumar.
— Eu vou me sair bem na reunião. — Repeti a sua fala. — Eu vou me sair muito bem na reunião!
Eu não fui nada bem na reunião!