Início de uma bela "amizade"

2085 Palavras
Observei a Venera sutilmente colocar o copo em cima da sua mesa de centro e então em um movimento ágil se sentou em meu colo, surpreendendo-me enquanto se ajeitava deliciosamente no meu p*u que já estava duro desde o momento em que entrei em seu apartamento. Suspirei fechando os olhos, sentindo suas mãos entrelaçando suavemente em meus cabelos, espalhando arrepios deliciosos pelo o meu corpo, obrigando-me a engolir o seco. — Tem certeza de que não vai se arrepender da sua escolha? — Sussurrou sensualmente contra os meus lábios. Soltei uma risada anasalada ainda de olhos fechados, subindo as pontas dos dedos da mão lentamente por toda a lateral do seu corpo direito, apenas provando a maciez dela. E quando a desci, envolvi meus dedos na faixa que adornava suas belas e gostos4s coxas. — Eu que tenho que te perguntar isso... — Inclinei-me pra frente colocando o copo em cima da mesa de centro, para que minhas mãos estivessem livres pra apertar e tocar cada parte do seu corpo. — Pode ser que ser arrependa ao ver que o que sinto por você pode ser difícil de satisfazer. Rocei meu nariz no seu, aproximando nossos lábios vendo os delas de abrir pensando que eu iria a beijar. Nossas respirações estavam aceleradas e ofegantes enquanto nossos corpos se moviam discretamente em busca de mais contato. — Você se arrependerá? Umedeci os lábios movendo uma de minhas mãos até sua bund4 por cima do vestido. — Não me respondeu. — Apertei a sua bund4, arrancando um arfar contra os meus lábios ao mesmo tempo que minha mão livre envolveu seu pescoço, fazendo-a olhar em meus olhos. — Vai se arrepender, Verena? A safada apenas riu baixo e rebolou em cima do meu p4u com mais pressão que imaginava, arrancando-me um grunhido enquanto fechava os olhos e inclinava a cabeça para trás brevemente. Gargalhei ofegante com o meu p4u pulsando e implorando para ser liberto da calça. — Atitudes valem mais que palavras... — Murmurei puxando seu quadril pra mais perto de mim no mesmo instante que selava nossos lábios. Não havia delicadeza de nenhum de nós dois, apenas o mais puro e intenso desejo e tes4o que implorava para ser liberto o mais rápido possível. Eram mordidas, sugadas, gemidos e arfares entre o beijo, tornando o clima ao nosso redor deliciosamente quente e tudo piorou quando suguei a sua língua e o seu corpo começou a se movimentar pra frente e pra trás em cima do meu p4u, fazendo com que eu movesse meu corpo junto com o dela procurando mais contato enquanto g3mia em aprovação ao seu gesto. Envolvi a barra do seu vestido e comecei a subir lentamente, Verena resmungou quando teve que se afastar para que eu pudesse jogar a peça longe, e me xingou quando eu não a deixei me beijar novamente, pois eu tinha me afastado necessitado para ver a peça que ela usava. — Car4lho... — Gemi rouco mordendo o lábio inferior. Aquela faixa em sua coxa realmente era parte de uma lingerie que se conectava diretamente com um tecido em sua cintura. Meu olhar seguiu desde a sua calcinha vermelha com flores e renda, até o tecido em sua cintura que ligava a faixa em suas ambas coxas possuíam, até o sutiã, onde uma rosa escondia as áureas dos seus s***s. O seu peito subindo e descendo ofegante me fez erguer mais meu olhar e encontrar seu rosto. Bochechas coradas, lábios entreabertos e rosados, e os olhos, aqueles malditos olhos violetas — que agora estavam escuros —enquanto me olhava com atenção da mesma maneira que eu a olhava. Sabia que ela estava excitad4, mas também sabia que estava se sentindo insegura com o seu corpo pela a maneira que tentou se esconder brevemente de mim enquanto franzia o cenho. — Eu sei que estou acima do peso e que não... — Interrompi sua fala selando nossos lábios ao mesmo tempo que minha mão desabotoava o colete desesperado para sentir o calor do seu corpo contra o meu. Depositei outro selar rápido em seus lábios, realizando uma trilha de beijos molhados e mordidas suaves pela a sua pele até chegar em seu ouvido, sugando o lóbulo sentindo suas mãos arranharem levemente a minha nuca. — Não imagina o tanto que você é perfeita... — Seu corpo todo estremeceu quando sussurrei em seu ouvido enfim desfazendo do meu colete e abrindo a camisa social que estava usando. Lentamente subi as mãos por suas coxas, apreciando a maneira que ela se contorcia ao meu toque, fazendo os pelos do seu braço se arrepiarem sob a palma da minha mão. — Nunca duvide da capacidade do seu corpo... — Sua cabeça se inclinou pro lado quando comecei a depositar selares em seu pescoço. Peguei a sua mão e levei entre nós, mais especificamente em direção ao meu p4u duro feito rocha enquanto observava atentamente suas reações. — Ele está assim por você... — Arfei quando sua mão começou a acariciar ele por cima do tecido. — Somente por você! Apertei a sua b***a com força sabendo que poderia ficar marcado no dia seguinte, mas nem me importei com isso. Um gemido soou dos seus lábios ao mesmo tempo que apoiava a testa em meu ombro, respirando de maneira pesada enquanto meu corpo todo se arrepiava e meu quadril se movia inocentemente. Meu p4u implorava pra sair daquela maldita calça social e eu sabia que ela não se importaria se eu apenas movesse sua calcinha pro lado e a fod3sse ali no sofá, mas eu precisava explorar seu corpo e ver suas reações. Virei meu rosto em sua direção e a beijei novamente, deixando com que ela sentisse o quanto eu estava desesperado para a sentir, o quão excit4do ela me deixava enquanto nossas línguas travam uma batalha de dominância e eu me levantava com ela em meus braços, tendo automaticamente suas pernas em torno do meu quadril. Prensei seu corpo na parede mais próxima sem parar de explorar a sua boca, mesmo que o ar estivesse em falta pra mim e pra ela, fazendo com que gemidos e arfares soassem entre o beijo de ambas as partes. Entrei no cômodo que julguei ser o quarto e fiquei feliz por ver a sua cama king size, que era grande o suficiente para que eu a fod3sse em todas as posições possíveis sem me preocupar com o espaço. Joguei-a no centro da cama, e parei alguns segundos para a admirar deitada na cama com os olhos fixo em mim em expectativa para saber meu próximo movimento. Subi na cama, abrindo suas pernas e suspirando tendo o meu p4u pulsando na calça ao ver a umidade da sua boc3ta marcando a calcinha enquanto seu rosto estava carregado de desejo, luxúria e um pouco de insegurança. E eu faria questão de matar a todos que a fez se sentir insegura pelo o seu peso. Retirei a minha camisa social vendo os olhos da Verena analisarem todo o meu peitoral, demorando em minhas diversas tatuagens que a camisa escondia no dia-a-dia, até que enfim seu olhar pairou em meu p4u. — Isso também... — Seu pé passou na minha er3ção visível na calça com a mancha da umidade dele. Meu corpo todo estremeceu e meus olhos se reviraram enquanto eu segurava seu tornozelo, fazendo-a parar de acariciar meu p*u por cima da calça no mesmo instante. — Tenho coisas mais importantes pra fazer antes. — Minha voz estava tão rouca e tão baixa que eu nem estava a reconhecendo direito. Depositei um selar em seu tornozelo e fui descendo o selar pela a sua perna até chegar perto de sua boc3ta incrivelmente molhada, local onde eu iria cair de boca e nem se o mundo estivesse acabando, me tiraria dali até que eu estivesse quase satisfeito. Verena ergueu o quadril para que eu retirasse a peça assim que eu segurei as alças dela, porém um grito de surpresa soou quando eu, rasguei aquela peça e a joguei para longe. Mordi meu lábio inferior enquanto um sorriso surgia em meus lábios vendo o seu líquido por toda aquela pele rosada da sua boc3ta, e o cheiro, p***a, o cheiro estava me alucinando. Acariciei a sua coxa com ternura descendo lentamente até o lugar que seria o meu paraíso. Assistir seu corpo todo se contorcer e seus lábios se abrirem arfando quando meus dedos começaram a pegar todo o seu líquido que estava derramando dela, e as levei para o seu clitor1s pulsante e inchado, pressionando-o suavemente apenas para me deliciar com o seu gemido e as costas se arqueando. Ela era sensível e eu iria usar isso ao meu favor apenas para ver seu corpo se contorcer deliciosamente. Movimentei meu polegar em seu clitor1s enquanto a minha outra mão acariciava e explorava cada parte e dobra da sua carne inchada e extremamente molhada. Porra, meu p4u vai entrar tão fácil nela! — Vou fazer uma pergunta e você me responderá... — Meu dedo não encontrou dificuldade ao entrar em sua b****a. Contive o grunhido e meu cenho se franziu enquanto o p4u implorava para ser liberto, ao sentir quão quente, molhado e apertado era a sua boc3ta, da mesma maneira que sempre imaginei em meus sonhos. — Porr4 Ares... — Se contorceu mais de surpresa do que de dor enquanto eu a fazia acostumar com o meu dedo e ria baixo. — Na próxima avisarei! — Coloquei mais dois dedos abrindo a sua boc3ta enquanto o dedo livre, acariciava a pele superior de dentro dela. — Q-Que pergunta? — Apertou a mãos nos lençóis e mordeu o lábio inferior assim que eu comecei a mover meus dedos para dentro e para fora de sua boc3ta de uma maneira lenta e totalmente tortuosa. — O nome do homem que te tocou na festa. — Ela me olhou surpresa, mas logo fechou os olhos quando eu acelerei meus movimentos dos dedos acrescentando uma carícia lenta em seu clítor1s. — I-Isso é sério? — Seu corpo se contorcia ao mesmo tempo que gemidos e arfares saiam dos seus lábios. — Quer falar de outro h-homem na cama? — Talvez... — Coloquei meus dedos em gancho mordendo o lábio inferior quando ela soltou um gritinho de surpresa. Suor começava a cobrir todo o seu corpo, da mesma maneira que o meu corpo. Meu p4u estava pulsando e implorando pra ser liberto e eu sentia que poderia goz4r apenas vendo a maneira que sua boc3ta engolia meus dedos e os deixavam deliciosamente molhados. — E s-se eu gemer o nome dele? Seus olhos me encararam corajosamente e eu automaticamente arqueei minha sobrancelha, acelerando os movimentos em seu clítor1s, aumentando em consequência seus gemidos. — Não teria coragem! — A-Ares! — Ela tentou fechar as pernas e eu parei todos os meus movimentos, recebendo um olhar de raiva e frustração de sua parte. — Nome dele e eu te faço gozar! — Retirei meus dedos de dentro dela e não hesitei em leva-los a minha boca. Gemi quando senti o gosto de sua bela boc3ta descendo pela a minha garganta, fazendo meus olhos se reviverem deliciosamente. Car4lho, é doce como eu imaginei. E eu preciso sentir esse sabor em minha boca. — Minho... — Seu corpo começou a se mover sozinho e sua mão foi em direção a sua boc3ta. Segurei ambas mãos pelo o seu pulso arrancando um gemido de frustração dela. — Kang Minho, filho bastardo, mas herdeiro de uma empresa de cosméticos que compete conosco... — Observava atentamente sua boc3ta contraindo e soltando, e inconscientemente meu p4u fazia o mesmo dentro da calça. — E-Eu não me lembro do nome da empresa deles... A-Ares, por favor! Somente o nome do homem já bastava, não precisava do nome da empresa que ele nem chegaria a herdar. — V-Vai matar ele? — Indagou e eu soltei uma risada soltando suas mãos. — Porque? Quer que eu o mate? — A encarei antes de me inclinar em sua direção. — Eu quero! — Falou com tanta firmeza que me pegou de surpresa por segundos. — Se é o que você deseja... — Depositei um selar em seu ombro, seguida de uma leve mordida. Seu corpo todo estremeceu ao mesmo tempo que abri o fecho frontal do seu sutiã, apreciando aqueles perfeitos s***s com b***s eriçados para mim. — Agora como você foi uma boa garota, te darei o que deseja! — Sussurrei em seu ouvido, ouvindo-a gemer em aprovação e urgência.
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