Uma longa e deliciosa noite

2369 Palavras
— Agora como você foi uma boa garota, te darei o que deseja! — Sussurrei em seu ouvido, ouvindo-a gemer em aprovação em urgência. Depositei um selar em seu ombro ao mesmo tempo que voltava a acariciar a sua boc3ta, movendo meus dedos preguiçosamente em sua entrada enquanto descia mordidas pelo o seu ombro até enfim chegar em seus s***s. Abocanhei um deles e a maneira que ele se encaixou em minha boca, em minha língua arrancou um gemido rouco e abafado dos meus lábios. — Minho... — Ela disse e eu parei no mesmo instante o que eu estava fazendo e a encarei em choque. Um sorriso divertido surgiu em seus lábios ao mesmo tempo que os umedecia. Foi de proposito, eu sabia, mas isso só acrescentou em mais um motivo de matar o homem, pois eu arrancaria a língua dele mesmo ele não tendo nada a ver com a situação. — Você não fez isso... — Eu fiz! Não deixei com que ela falasse muito, pois em um movimento rápido segurei a sua cintura e a virei de costas, colocando-a de quatro pra mim, ouvindo um gemido de surpresa de sua parte. — Marcarei você de uma maneira que o único nome que vai sair dos seus lábios será o meu em todos casos que você tiver. — Exclamei vendo-a olhar pra mim por cima do ombro antes de deitar o seu b***o na cama, deixando a sua bund4 ainda mais empinada pra mim. Deixa sua boc3ta aberta e molhada totalmente visível pra mim. E ela estava totalmente molhada em cada parte que eu olhava. — Porr4! — Gemi arrumando o meu p4u dentro da calça e sem hesitação, cair de boca em sua boc3ta. Outro gemido soou dos meus lábios quando o seu gosto, direto da fonte, desceu pela a minha garganta. O som caminhou pelo o corpo da Verena que estremeceu e gemeu contra o colchão ao mesmo tempo que sua mão segurava a parte de trás do seu joelho, deixando-a ainda mais aberta para mim. “Essa mulher ainda vai me matar um dia.”, pensei em êxtase pela a maneira que ela estava se entregando a mim. Passei minha língua lentamente por toda a extensão da sua b****a, forçando-a entre as suas dobras antes de me afastar brevemente lambendo meus lábios e usar minhas mãos para abri-la. — P-Por favor... — Ela suplicou balançando seu quadril em minha direção fazendo com que eu batesse em sua b***a, e no mesmo instante sua pele ficou vermelha e ela gemeu em surpresa. — Por favor o que? — Estava surpreso comigo mesmo pelo o controle que estava tendo enquanto movia a meus dedos lentamente em cada dobra da sua boc3ta, espalhando a sua umidade para que eu viesse em seguida lambendo cada espaço dela. — Por favor, me fo... — Sua frase morreu e um gemido alto tomou conta de seus lábios quando adentrei três dedos de uma vez dentro da sua boc3ta. — I-Isso! — Moveu seu quadril em meus dedos mandando arrepios por todo o meu corpo, fixando-se em meu p4u que liberava mais pré-g**o que o normal. — Cavalgue em meus dedos, minha afrodite. — Ordenei envolvendo minha boca em seu clitor1s, torturando aquela parte com minha língua e dentes enquanto meus dedos entravam retos e saiam curvados para cima. O gosto dela, que escorria da sua entrada em direção ao clitor1s, era de outro mundo que em vez de saciar minha vontade, o efeito era contrário, estava me dando mais sede e vontade de tirar a última gota da sua boc3ta. Gemi tirando meus dedos de dentro dela, substituindo-os pela a minha boca e língua lambendo cada parte em que espalhei a umidade, enfiando-a dentro dela ao mesmo tempo que meu dedo acariciava seu clitor1s lentamente indo ao contrário da minha língua dentro dela, que se movia rapidamente e sugava com vontade. Meu p4u estava explodindo dentro da calça, pulsando todo instante e eu sabia que iria goz4r sem ter qualquer tipo de contato graças ao frio e formigamento que sempre seguia antes de goz4r. — A-Ares! — Gemeu movendo seu quadril em direção ao meu rosto fazendo meus olhos revirarem ao mesmo tempo que forçava minha língua mais dentro dela, apreciando e engolindo o gosto direto da fonte. — E-Eu... — Falhou miseravelmente em falar, deixando apenas os gemidos altos e constantes saírem da sua boca. Toquei com pressão seu clitor1s e no mesmo instante Verena contraiu sua boc3ta ao redor da minha língua e veio um delicioso squirt, fazendo-me afastar. — C-Car4lho... — Gozei em minhas calças ao ver a cena de sua boc3ta tendo o squirt em minha frente. A visão da sua boc3ta liberando-o me acompanharia todas as vezes que fosse b*******a pra mim. — Porr4! — Apertei sua bund4 com força dando um tapa em ambas nádegas sem medir minha força, puxando-a para se sentar em meu p4u que mesmo após o orgasmo ainda estava 3reto. — Você é gostos4 demais! — Segurei seu pescoço com uma certa pressão, fazendo-a encostar em mim por completo. Suas costas suadas se encontraram com o meu peitoral que não estava tão diferente dela. Nossas respirações estavam aceleradas e entrecortadas, e o quarto tão quente que parecia que minha, que nossas peles estavam queimando. — Eu sou é? — Seu quadril moveu-me em meu p4u lentamente e de maneira deliciosa, fazendo-me gemer contra o seu ouvido, incentivando-a a continuar e a safad4 continuou. — Pra car4lho! — Mordisquei seu ombro apertando mais o seu pescoço. — Então quando que vai me fod3r com ele? — Moveu-se em círculos e eu mordi meu lábio inferior antes de a jogar novamente na cama. Verena se virou para me encarar enquanto eu descia da cama e me desfazia da calça e a cueca molhada do meu org4smo. Sentindo seu olhar no meu p4u, acariciei-o lentamente tirando mais um pouco de g**o de sua ponta, mas eu sabia que seu olhar estava fixo no piercing Frenum que eu tinha na cabeça do meu p4u. Encarei-a percebendo que estava com uma camisinha em suas mãos e com os lábios preso entre os dentes enquanto olhava fixamente para o meu p4u que estaria dentro dela em minutos. Suas pernas se fecharam e eu a vi esfregando sua coxa uma na outra inspirando fundo ao mesmo tempo que mordiscava o lábio inferior. Voltei para a cama e no mesmo instante Verena se sentou e abriu a camisinha. Seu olhar se fixou nos meus e eu arfei, estremecendo logo em seguida, quando a vi colocar a camisinh4 na boca e deslizá-la pelo o meu p4u lentamente. Inclinei minha cabeça pra trás gemendo entre dentes, apoiando minha mão em sua cabeça querendo forçá-la a ir mais fundo mesmo sabendo que sua boquinha não conseguia aceitar por completo. Afastando-se sua língua brincou brevemente com o piercing enquanto sua mão terminava de descer a camisinha até a base. Meu olhar encontrou o dela e ela estava perfeita naquela situação, com o rosto vermelho, lábios avermelhados e inchados, cabelos bagunçados, respiração ofegante, corpo suado e o que me levou à loucura, seu olhar escuro e carregado de luxuria, prazer e sensualidade. Segurei o seu pescoço e a empurrei em direção a cama, e com a mão livre abri as suas pernas e me encaixei entre ela, mas não a penetrei. Subi minha mão lentamente, passando em sua boc3ta que pingava de excitação, levando a umidade pela a sua barriga até o bico de seus s***s eriçados. Soltei o seu pescoço e com uma mão apertei o seu seio com uma certa força ao mesmo tempo que minha boca envolvia um deles, pegando o bico do seio entre dentes apreciando o gemido que saiu da boca dela. Sugava aquela parte como se fosse sair alguma coisa, mordiscava e lambia enquanto minha outra mão apertava e soltava o seio todo, brincava e enroscava o bico do seio entre os dedos. — A-Ares... — Verena se moveu embaixo de mim. Puxei suas pernas para que se entrelaçassem ao meu quadril, fazendo com que meu p4u pressionasse em sua entrada arrancando g3midos de nós dois. Automaticamente os quadris dela começaram a se movimentar contra a cabeça do meu p4u, arrancando um gemido de meus lábios e fazendo-me soltar seus s***s. Almejava mentalmente para que aquilo tudo não fosse um sonho e que não acabasse quando eu entrasse dentro dela, como sempre acontecia em meus sonhos molhados. Afastei-me dela e segurei o seu quadril com força enquanto me afastava para ver a cena do meu p4u entrando nela. Forcei e ele não encontrou obstáculos para a glande entrar, não com o tanto que ela estava molhada pra mim. Gemi entre dentes e perdi totalmente o meu controle, enfiando-me dentro dela de uma vez. Seu grito se juntou com o meu gemido alto quando meu p4u estava totalmente dentro dela. — E-Eu sinto seu piercing dentro de mim... — Ofegou olhando pra baixo, vendo meu p4u totalmente dentro dela. — C-c*****o, i-isso é bom Ares! — Inclinei minha cabeça pra trás. — Porr4... — Suas unhas estavam cravadas em meu braço. — V-Você é tão molhada, quente e apertada! — Sai até a glande e voltei para dentro dela com força e rapidez, suas costas se arquearam seguida de um gemido alto e seu interior se contraindo ao meu redor. Voltei para cima dela, usando meus antebraços como apoio ao mesmo tempo que começava a fod3r ela com rapidez e profundidade e suas pernas se entrelaçavam em meus quadris, fazendo com que nossos gemidos se unissem ao barulho de nossos corpos se encontrando. — A-Ares, isso... — Suas mãos facilmente encontraram minhas costas e cravaram sem piedade nenhuma na pele e isso só me incentivou a continuar meus movimentos. — N-Não para, por favor, n-não para! — M-M3rda! — Meus olhos se reviraram deliciosamente. — E-Eu não vou parar... — Segurei o seu pescoço com força e a forcei olhar em meus olhos. — Eu não vou parar até você gozar ao redor do meu p4u! — I-Isso... — Apertei seu pescoço prestando atenção em suas feições ao mesmo tempo que ela contraia e soltava o meu p4u dentro dela a cada investidas minha. — E-Eu quero isso! Meus cabelos estavam me atrapalhando bastante a ver suas feições e eu nunca pensei que iria odiar meu cabelo como neste momento. Sai de dentro dela e em um movimento rápido, segurei o seu quadril e nos girei, deixando-a sentada de bruços na cama comigo em cima dela. Bati em uma de suas nádegas, puxando a pele em seguida apenas para ouvir o gemido manhoso que soou dos lábios da Verena ao mesmo tempo que movia o seu quadril em direção ao meu p4u pulsante. Com as mãos firmemente em sua cintura, puxei para cima, deixando-a de quatro e automaticamente a safad4 empinou seu quadril enquanto eu tentava dar um nó em meu maldito cabelo. — Boa garota... — Grunhi dando um tapa em sua bund4. Afastei suas pernas, encaixando-me entre elas. Com uma perna flexionada e o outro joelho servindo de apoio, encaixei meu p4u em sua entrada, deslizando apenas a glande deixando-a dentro dela. Acariciei seu 4nus suavemente, e em consequência, o local se contraiu e a sua boc3ta ao redor da minha glande também. Fechei os olhos com força e nesse momento de distração, a Verena moveu seu quadril em direção ao meu. Meu gemido alto se juntou ao grito de prazer dela quando meu p4u encontrou por completo, a posição permitia que eu entrasse mais fundo dentro dela. — P-Porr4! — Segurei a sua cintura e comecei a fod3-lá com vontade e sem mais provocações ou toques torturantes pra nós dois. Entrei e sai repetidas vezes procurando encontrar um ritmo que fizesse com que nós dois ficássemos pendurados no limite do desejo. Verena apertava o lençol entre os dedos e gemia abafado contra o tecido do travesseiro enquanto sua boc3ta apertava cada vez o meu p4u dentro dela. Gotículas de suor descia pela a curva da coluna dela, sua bund4 estava totalmente vermelha a cada tapa que eu dava e a cada puxão na pele. Meus músculos começaram a reclamar, porém eu continuei o ritmo frenético. Minhas bol4s batiam de encontro a sua bund4 ao mesmo tempo que a Verena abria mais suas pernas me levando a loucura. — M-Mais forte, Ares. — Se contrai ao meu redor e eu quase g**o. Gemi alto e enrolei seus cabelos em minhas mãos, forçando a sua cabeça pra trás e fui mais fundo que conseguia ouvindo perfeitamente os gemidos e xingamentos que saiam dos lábios da Verena. Nossos gemidos se misturavam com nossas respirações e xingamentos, e principalmente o barulho de nossos corpos se encontrando e se fundindo. — E-Eu vou gozar... — Ela disse em um gemido contido entre os dentes. — Eu também... — A sensação de formigamento se alastrava pela a minha espinha ao mesmo tempo que sentia a boc3ta da Verena se contraindo ao redor do meu p4u deliciosamente. Mordi o meu lábio inferior e puxei até a glande entrando com força total, trazendo o orgasmo da Verena enquanto tampava a boca e grita abafado. Sua boc3ta praticamente me massacrou quando ela gozou, tornando-se totalmente apertada e pulsante o que acabou trazendo o meu orgasmo logo em seguida, inundando a camisinha com meu g**o. — M-M3rda. — Minha visão escureceu nas laterais e meus músculos tremeram em um tipo de libertação e alivio que nunca tinha sentindo antes enquanto prolongava aquela sensação para nós dois. Sai de dentro da Verena e me deitei na cama ao lado dela que se virou, ficando de barriga pra cima. Suor cobria todo o seu corpo, a pele branca estava avermelhada, seu peito subia e descia em uma respiração totalmente ofegante, os cabelos bagunçados e lábios avermelhados e inchados. Bem, eu também não me encontrava tão diferente dela. Passei a mão em meus cabelos e ela me olhou ao mesmo momento que meu olhar pairou sobre ela fixamente. Nossos olhos se encontraram e então, inconscientemente começamos a rir. Aquela noite ficaria marcada em minha pele e em minha vida até o meu último suspiro!
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