Melhor maneira de se acalmar

2345 Palavras
Acordei naturalmente e nunca fiquei tão feliz em saber que era sábado de manhã e que eu não precisaria ir para o trabalho. Abri meus olhos com um pouco de esforço e a minha primeira visão quando olhei pra baixo foi a da Venera deitada em meu peito, nua, dormindo tranquilamente. Meu braço debaixo da sua cabeça podia estar dormente, mas aquela visão valia a dormência que estava sentindo. Os cabelos estavam bagunçados em seu rosto e em suas costas. Com cuidado e delicadeza, movi alguns dos fios do seu rosto e pude ver quão linda ela era até mesmo dormindo e com o rosto, olhos e lábios inchados. Acariciei sua bochecha e depositei um selar suave em sua testa, sentindo-a se mexer e ficar de costas pra mim em um gesto inconscientemente de quando estamos dormindo. Sorri de lado e passei o braço em sua cintura, ficando de lado e me tornando a concha maior. Inspirei profundamente o cheiro de pêssego dos seus cabelos e deixei com que eles e o calor do corpo dela contra o meu, me levassem a adormecer novamente. Não fazia a menor ideia de quantos minutos ou horas se passaram, só acordei quando escutei algo tocando e a Venera, com cuidado e sutileza, tirar meu braço da sua cintura. Senti a cama de movendo enquanto ela saia e ia em direção ao celular, e principalmente, senti falta do calor do seu corpo contra o meu. Me sentei na cama jogando os meus cabelos pra trás e finalmente me permitir analisar como era o quarto dela. Ontem anoite tomamos banho e trocamos os lençóis da cama, mas eu estava tão animado e também sonolento que nem parei para olhar ao redor. As paredes eram de um cinza enquanto o chão totalmente branco, dando um constate perfeito. As janelas com certeza iam de cima embaixo graças as enormes cortinas que as cobriam, mas que mesmo assim permitia um pouco que a iluminação natural entrasse no cômodo. A cama king size ficava do lado oposto de duas portas. Uma delas, a que estava aberta, percebi que era o banheiro, então julguei que a outra era um closet. Pensei que haveria mais coisas ou decorações em seu quarto, e me enganei profundamente, pois só havia a cama king size com cobertores e lençóis pretos, duas mesas de canto em tom de madeira escura com abajur em cima delas, tapetes no chão, próximo da cama e em frente de ambas portas do quarto. Nada nas paredes, nenhum quadro aleatório ou foto de família ou dela pequena. Era simples, bonito, porém ao mesmo tempo achei triste. Parecia que na vida da Verena não tinha nada de felicidade, e normalmente o quarto nosso sempre reflete o que sentimos. A porta se abriu tirando-me do meu devaneio e um sorriso de canto surgiu em meus lábios quando Venera entrou usando a minha camisa social que joguei no chão do quarto, com os cabelos negros presos em um r**o de cavalo, deixando-a ainda mais linda do que já era. — Precisei atender a porta aí peguei a sua camisa, espero que não se importe. — Murmurou. — E eu acho que realmente não se importa pela a maneira que está me comendo com os olhos. — É, eu não me importo mesmo. — Fiz menção pra sair da cama, porém hesitei quando me lembrei que estava completamente nu e no mesmo instante fiquei constrangido com direito ao rosto corando fazendo com que Venera sorrisse. — Quem diria que eu veria o deus da guerra com vergonha. — Brincou e acabou que eu corei mais pela a maneira que ela me designou e por ela ter percebido e não deixado passar. — Coloquei suas e minhas roupas pra lavar e pra secar ontem à noite, deve que já estão secas. Observei-a sair do quarto antes mesmo que eu pudesse perguntar quando ela tinha saído no meio da noite, pois meu sono era leve, se ela realmente tivesse saído eu teria acordado ou pelo menos percebido seus movimentos. — Que horas você acordou ontem? — Indaguei assim que ela voltou com minha cueca e calça. — Obrigado! — Eu dormi e depois acordei pra desligar as luzes e fechar a cortinas. — Virou-se e eu rapidamente vesti a cueca e a calça. — Você dormia profundamente! — Normalmente meu sono é leve... — Murmurei aproximando-me dela. Toquei a sua nuca e ela me olhou por cima do ombro. — Não entendi o porquê de não ter acordado quando você levantou. Dormiu bem? — Massageei o local vendo seus olhos se fecharem com a carícia. — Muito bem... — Sua voz soou baixa. — Fazia tempo que eu não dormia bem. — Se virou e me abraçou, pegando-me totalmente de surpresa. — E você? — Acho que o fato de ter sono leve e não ter acordado com você comprova que dormir bem sim. — Depositei um selar no topo da sua cabeça. — Me permita fazer um delicioso café da manhã? — Se não for incômodo, sim, pois se eu tentar posso colocar fogo no apartamento. — Brincou novamente se afastando de mim. E p***a, como eu estava amando ver ela brincando, rindo e sorrindo na minha presença. O dia podia estar nublado e triste para mim, mas se ela brincasse, sorrisse ou risse para mim, o dia automaticamente se tornava claro, ensolarado e feliz. Venera antes que eu fosse até a cozinha me deu uma pequena excursão em seu apartamento e ao término dela, pedi licença e passei no banheiro pra esvaziar minha bexiga. Lavei minhas mãos e coloquei um pouco de água na boca, antes de colocar pasta e gorgolejar pra ficar com pelo menos um bom pouco com hálito bom. Sai do banheiro e fui diretamente pra cozinha, encontrando Verena sentada na cadeira da bancada falando ao telefone em coreano, e pelo o tom que as palavras estavam soando, ela estava com raiva, pelo menos aparentava. Esperei ela terminar a sua conversa pra perguntar o que ela queria comer, sabendo perfeitamente que ela iria desligar a chamada irritada. — Car4lho, o dia m*l começou... — Suspirou colocando o celular de tela pra baixo. — Problemas na empresa? — Indaguei o óbvio e ela assentiu brevemente. — Eu acho que vou ter que ir na empresa resolver esse problema... — Novamente suspirou. — Começar o dia já se estressando não é tão divertido assim, principalmente por que ontem foi bom. Uma ideia louca se passou na minha mente mostrando que mesmo depois de ontem eu não estava nenhum pouco cansado. Não entraria dentro dela, pois eu vi o jeito que a sua boc3ta ficou vermelha depois do sexo, meu p4u não era tão pequeno e magro assim, eu devia ter ido com calma, por esse motivo lhe darei um “descanso”, mas havia outros jeitos de lhe dar prazer. Automaticamente um sorriso malicioso surgiu em meus lábios enquanto dava a volta na bancada e parava atrás dela. — O que você está planejando fazer? — Indagou assim que eu a fiz ficar de pé e encostar na bancada. — Te relaxando. — Depositei um selar em sua bochecha ao mesmo tempo que minhas mãos espalmavam em sua coxa e subia lentamente. — Me relaxando é? — Grunhi em aprovação quando percebi que ela não usava calcinha. — Que bom garoto você é! — Viu só? — Beijei o seu pescoço, sentindo a sua cabeça se inclinar pro lado ao mesmo tempo que fechava os olhos. — Eu sou um bom garoto adestrado! — Ela riu baixo. Subi mais minhas mãos, tirando aquele tecido de seu corpo. Umedeci os lábios e parei alguns segundos pra admirar a mulher maravilhosa que estava em minha frente e não perdi tempo e me inclinei em direção seus s***s, abocanhando um deles com vontade enquanto uma das minhas mãos descia entre suas pernas e a outra apertava o seio livre. Automaticamente as mãos da Venera foram para os meus cabelos enquanto soltava gemidos baixos em meio a ofegares. Minha mão desceu, pegando a umidade que já estava presente na sua boc3ta e voltei para o seu clitór1s e eu prontamente coloquei meus dedos pra brincar com aquela área lentamente ao mesmo tempo que chupava com intensidade o bico do seu seio. Seu corpo se contorcia e se movimentava em meus dedos no seu clitór1s, provavelmente desejando que eu fosse mais rápido. — Porr4... — Gemeu ela tentando fechar as pernas cravando as unhas em meu ombro. — Mantenha elas abertas. — Ordenei movendo minha boca pro outro seio, mordiscando o bico do seio eriçado dela. — A-Ares... — Olhei pra cima encontrando seu rosto corado. — Por favor... — Sua mão segurou a minha que brincava no seu clitor1s, forçando-a mais para trás, obrigando-me a engolir o seco. — Por favor o que? — Depositei um chupão no vão entre seus s***s, descendo com uma trilha de beijos até estar ajoelhado em sua frente. Em frente ao meu café da manhã. — Me chupe! — Entrelaçou as mãos em meu cabelo e eu muito bem adestrado, obedeci. Segurei uma das suas pernas, colocando-a em meu ombro e quando senti que ela estava firme o suficiente comecei o meu trabalho. Minha língua lambeu toda sua extensão, misturando a minha saliva com a sua umidade, arrancando um gritinho de surpresa dela. Envolvi a minha boca em seu clitór1s enquanto dois dos meus dedos adentravam a sua b****a. Voltei-os pra cima em gancho movendo-os pra frente e pra trás ao mesmo tempo que acariciava a pele superior da sua b****a. Verena gemia sem qualquer tipo de controle enquanto apertava e puxava meus cabelos. Seus quadris se moviam em minha língua e meus dedos, me levando a loucura e com um p4u extremamente duro dentro da minha roupa. Tentei olhar pra cima, porém meus cabelos não permitiram e pela a segunda vez, eles me atrapalhavam a ver a suas feições enquanto a minha língua e dedos estavam dentro dela. Meu polegar substituiu a minha língua em deu clitór1s, e a minha língua e boca se juntou aos meus dedos que se moviam dentro dela com rapidez e profundidade se juntando ao movimentar dos quadris dela. Seu interior estava quente e apertado em torno da minha língua, e o seu gosto que tomava conta de minha língua e minha garganta, se tornaria sem sombra de dúvidas o meu “líquido” preferido. — A-Ares... — Gemeu. — E-Eu... — Coloquei meus dedos o mais profundo que consegui e encostei em seu ponto sensível. Um gemido alto e rouco soou dos seus lábios enquanto sentia o seu orgasmo em minha boca. Gemi contra a sua pele sentindo-a apertar e soltar os meus dedos e minha língua sem hesitação e com força. Continuei até que as contrações diminuíssem, prolongando as sensações que estava sentindo. Retirei os meus dedos e lambi cada parte e dobra da sua b****a pegando e adorando o seu gosto em minha boca. Com cuidado retirei a perna da Venera do meu ombro e me levantei mantendo minhas mãos firmes em sua cintura. — Obrigado pelo o café da manhã! — Exclamei e ela riu rouco encostando sua testa suada em meu peitoral também suado. Sua respiração estava ofegante e entrecortada, e a minha não se encontrava tão diferente da dela. — Você está de p4u duro. — Ela disse passando a mão por toda a extensão do meu p4u duro e visível. Meu corpo todo estremeceu e eu tive que fechar meus olhos contendo minha vontade de colocar ela de quatro naquela bancada e a fod3r. — Seria estranho se eu não ficasse após te chupar. — Delicadamente retirei a sua mão e levei até minha boca, depositando um selar nele. — É estranho somente eu goz4r. — Resmungou me olhando. Soltei uma boa risada e a coloquei sentada na bancada. Verena me observou atentamente enquanto pegava a camisa social que joguei no chão. — Não acha estranho não? — Neguei ajudando-a a vestir a camisa. — Não, não acho estranho não. — Olhei em seus olhos. — Por que toda mulher acha que os homens sentem prazer apenas goz4ndo? — Aproximei meus lábios do seu ouvido. — Ontem mesmo eu gozei nas calças, sem qualquer tipo de toque, após você ter um delicioso squirt. — Seu rosto corou e eu gargalhei depositando um selar em sua bochecha. Verena me olhou com atenção cada parte do meu rosto mesmo com o rosto dela totalmente vermelho. Sua cabeça se inclinou pro lado e um sorriso de canto surgiu em seus lábios. — Você é... Peculiar. — Murmurou. — Peculiar? Sério, não tinha nenhuma outra palavra pra me definir não? — Resmunguei. — Tipo bonito, gostoso, um deus grego. Tem tantos outros adjetivos adequados a mim do que peculiar. — Convencido! — Ela disse com um sorriso largo nos lábios. — Um pouco... — Gargalhei depositando um selar em seu nariz. — Agora me permita alimentar você adequadamente! — Vai me fod3r? — Indagou assim que me afastei dela. — Não, a comida que você vai comer entra pela a boca dessa vez. — Brinquei piscando um dos meus olhos. — Mas o seu g**o também entr... — Tampei a sua boca antes que pudesse terminar a sua fala imoral, abafando a sua risada. — Sério, você não presta! — Deixei com que o meu riso se misturasse com o dela. ••• Após tomarmos nosso café da manhã e nos arrumar, deixei a Verena na frente da empresa perguntando se ela queria que eu a esperasse. Ela negou falando que não sabia quando iria resolver o problema, podia até mesmo deixar o país, beijou meus lábios e saiu do carro falando que entraria em contato comigo mais tarde. Não fiquei em casa, quando cheguei e troquei de roupa fui em direção ao último lugar que imaginaria que fosse. Fui em um cabeleireiro. Cortei meus cabelos longos em um corte chamado undercurt. E não me arrependi em nenhum momento da escolha repentina minha.
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