Kang Minho, o filho bastardo entre o famoso CEO da empresa de cosméticos Illay, Kang Saejon, com uma americana que o nome e sua aparência nunca foram revelados ao mundo. Muitos acreditam que ele, o bastardo, tenha surgido da relação dele com uma prostituta.
Sua esposa, uma mulher de família chamada Kang Illay, se recusou a aceitar o filho bastado, mas como todo relacionamento abusivo, ela não teve opções e foi obrigada a aceitá-lo.
Ele foi criado bem e ao mesmo tempo nada bem, pois o seu pai não se importava muito com ele, sua mãe ele não a conhecia e a sua madrasta agia como se ele nem existissem.
É inevitável não associar o coitado ao Jon Snow de Game Of Thrones, mas o problema e diferença é que ele tocou em alguém que é meu.
Não foi um problema descobrir os locais que ele mais frequentava e suas manias ou hobbies, que era um mais nojento que o outro. Ele morto não fará diferença pro mundo, e ainda a madrasta dele será eternamente grata a mim.
E o principal, não foi um problema sequestrar ele, pois o mesmo não saia com seguranças, provavelmente pensava que ninguém iria querer mexer ou acabar com a vida dele.
Estralando meu pescoço de um lado e o outro, aproximei-me de onde Kang Minho estava sentado com uma sacola de pano preto em seu rosto.
Puxei-a pra cima e o observei ofegar em busca de ar, pois o pano preto era grosso o suficiente pra impedir uma boa e tranquila respiração.
Sentei na cadeira na sua frente escutando-o tentando falar por cima da mordaça em sua boca. Seus olhos olharam ao redor e se fixaram em mim, no mesmo instante o medo tomou conta de cada uma das suas feições.
Meu rosto estava todo escondido onde somente meus olhos eram visíveis, e como alguém próximo de mim já dizia, eles brilhavam quando eu estava fazendo meu trabalho.
Inclinei-me pra frente e removi a mordaça da sua boca.
— Quanto você quer pra me soltar? — Indagou antes mesmo que eu me sentasse novamente na cadeira.
— Quem disse que eu quero dinheiro? — Questionei vendo seu corpo se arrepiar pela a maneira que a minha voz soou rouca.
Eu adorava quando eles simplesmente perguntavam quanto eu queria de dinheiro. Todos, nenhum em toda a minha carreira, se é que podemos chamar assim, perguntou outra coisa e isso só deixava tudo ainda mais divertido.
— V-Você quer alguma coisa? — Começou a chorar. — V-Você quer? — Neguei e o seu choro aumentou. — O-O que você quer?
— Você tocou em algo que era meu, então talvez eu queria a sua mão. — Gargalhei quando ele prontamente tentou esticar a mão em minha direção, animado em saber que não iria morrer. — Ou sua vida! — A animação morreu no mesmo instante do seu rosto.
— P-Por favor... N-Não me mate, faço t-tudo que você quiser! — Catarro começava a descer do seu nariz.
— Acho que você conhece a pessoa... — Estralei a língua. — Verena Kim, conhece? — Dava pra ver que não conseguia se lembrar dela.
— E-Eu não fiz nada disso. — Seu rosto se contraiu mostrando que ele tinha se lembrado naquele momento. — Eu juro, n-não conheço ninguém com esse nome. — E mesmo assim negou aumentando a minha excitação para o matar.
— Você tem um longo histórico ruim... — Peguei a minha arma que estava no cós da minha calça. — Estrup0, assédio s3xual, n3crofilia e o que me deixou intrigado, p3dofilia. — Começou a se debater na cadeira. — Me responda, como que sente prazer em uma criança ou bebê?
Kang Minho não me responder e continuava a debater na cadeira em meio aos choros e gritos pedindo por socorro e ao mesmo tempo por piedade.
Ninguém o ouviria, estávamos em um local totalmente deserto, era somente eu e ele!
— Eu fiz a porr4 de uma pergunta. — Puxei o gatilho mirando em sua perna.
Um grito soou dos seus lábios ao mesmo tempo que era possível ver o osso pra fora da sua perna.
— MALDITO! — Gritou e cuspe voou de sua boca. Cuspe ou catarro, não identifiquei ao certo.
— Pode me xingar ou me amaldiçoar o quanto quiser, não vai mudar o seu destino final. — No chão peguei uma faca e quando ela refletiu o brilho, os olhos do homem se arregalaram. — Vou pegar uma de suas mãos! — Aproximei-me dele e sua cabeça começou a se mover em negação. — Ora, se se mexer demais pode ser que eu te machuque demais, pois se não me engano a lâmina está cega.
Passos soaram nas proximidades de onde estava, olhei de lado rapidamente vendo uma sombra de mover, mas isso não impediu e nem me impediria de cortar sua mão.
Coloquei novamente a mordaça em sua boca e comecei o meu trabalho. Estiquei o máximo que conseguia da mão dele e comecei a cortar ouvindo seus gritos abafados enquanto o s4ngue sujo esguichava e me molhava.
A lâmina estava mais amolada do que devia estar, mas isso foi bom pois facilitou o meu trabalho e poupou bastante do meu tempo.
Joguei a mão dentro de uma caixa que estava aos pés da cadeira onde eu estava sentado.
Kang Minho estava aguentando firmemente, mais do que imaginei, pois mesmo após cortar sua mão, ele estava acordado e respirando com força enquanto chorava.
— E-Eu passei a mão naquela v4dia mesmo. — Ele finalmente confessou, sua voz estava fraca e baixa.
Um arrepio subiu por toda a minha espinha enquanto raiva e ódio tomava conta de cada parte de mim.
— Queria t-ter passado meu p-p4u, mas a vag4bunda é difícil demais. — Gargalhou e eu o encarei fixamente. — M-Mulheres são inúteis, e merecerem apenas p4u no r**o gordo delas!
— Eu ia te matar rápido, mas mudei de ideia... — Estralei o meu pescoço. — Vamos brincar mais um pouquinho? — Puxei um carrinho que estava no chão.
Em cima dele estava repleto de itens afiados e torturantes.
Os olhos do Kang Minho se arregalaram quando viu e eu pude ver que se arrependeu no mesmo instante de ter aberto a sua boca.
Peguei uma tesoura de jardinagem e quando eu a mostrei pra ele, o mesmo começou a se mover na cadeira e gritar ainda mais, fazendo-me rir.
Puxei a sua calça pra baixo e me afastei ao ver que ele tinha começado a se mijar nas roupas. Estralei a minha língua com desdém várias vezes e deixei com que ele terminasse antes de puxar a cueca também.
— Homens como você são inúteis e merecem apenas p4u no r**o gordo deles, já que a vida os fez eunuco. — Não hesitei fechando a tesoura no p4u dele.
Seu grito agudo soou deixando meu ouvido dolorido ao mesmo tempo que o p4u dele estava no chão e o sangue sujando o chão e a mim.
Comecei a rir e peguei o p4u dele do chão colocando junto com a mão dentro da caixa. Um presente, eu diria, para a madrasta dele. De início seria para a Verena, mas ela ainda não estava preparada para essa minha versão.
Virei-me para brincar mais com ele, porém o mesmo já estava quase sem vida por conta da perda constante de sangue, enão apenas sentei-me com um sorriso de lado nos lábios vendo o restante de sua vida escorrer dele.
Meus olhos foi a última coisa que ele viu antes de ir fazer uma deliciosa visita ao inferno!
— E eu aqui pensando que seria rápido, mas em comparação aos outros foi até rápido. — Meu amigo que estava no canto escuro apenas observando tudo disse e eu apenas dei de ombros suspirando.
— Era pra ele ter ficado vivo por mais alguns minutos, mas fiquei satisfeito ao em saber que ele viu a masculinidade dele ser cortado de seu corpo. — Estralei o pescoço bastante tenso. — Agora me ajude a limpar e me livrar do corpo, ainda precisamos enviar o presente para a madrasta dele. — Resmunguei e o mesmo riu se aproximando de mim com as mesmas vestes que eu.
— É incrível e estranho como seus olhos ficam parecendo vermelho depois de matar alguém... — Murmurou e novamente e dei de ombros.
— Vai que eu sou uma espécie de filho do deus da guerra? — Brinquei e o mesmo soltou uma risada irônica.
— Você não está em um dos livros do Rick Riordan, esqueça o papo de ser filho de Ares. — Me empurrou e eu soltei uma boa risada antes de me juntar a ele pra limpar a bagunça que eu fiz.
Sua madrasta, até mesmo o pai dele, ficarão felizes por terem se livrado de um peso morto e por conta disso fariam de tudo para que a morte dele não fosse para a mídia.
Nada disso me importava, somente agora o fato de que a Verena não teria mais ninguém que a tocaria sem sua permissão. E todos que a tocassem e ela me desse o nome, eu os mataria.
Fazer o que né, sou um bom cão e totalmente adestrado!