OLÍVIA Despertei com umas batidas insistentes na porta e a voz da minha mãe chamando. Ainda meio grogue, me mexi e senti o peso do braço forte do Urso me prendendo no lugar. Meu corpo e o dele tavam colados, nus, e a memória da noite passada bateu como um soco no estômago. — Meu Deus... — escapou dos meus lábios antes que eu conseguisse me segurar. O Urso resmungou, ainda dormindo, e se moveu devagar, roçando a ereção contra mim. Meu corpo todo arrepiou. Eu cutuquei o braço dele, tentando me soltar. Ele não reagiu. Tentei levantar o braço dele, mas era pesado demais. Sem outra escolha, resolvi me esgueirar devagar, usando meu corpo pra sair do aperto dele. E tava quase funcionando... — Onde você pensa que vai, princesa? — A voz dele saiu rouca, preguiçosa, cheia de um desejo de qu

