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O tirano

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Sinopse

Depois de tanto tempo trabalhando naquele lugar Amy decide de uma vez confessar seus sentimentos ao colega de trabalho Thomas Waston, fazendo isso de uma maneira um tanto clichê; escrevendo uma carta confessando seus sentimentos por ele.

A ideia parecia ótima, seria ótima...

Se por acaso ela tivesse mandando para pessoa certa, infelizmente para o azar da mulher, a carta acabou parando nas mãos de seu chefe tirano, Meteo Ricci e agora o moreno aproveitaria cada segundo daquela oportunidade que caiu dos céus uma vez que nutria uma paixonite pela mulher.

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Primeiro
9:00hrs da manhã. Não sei bem como devo começar essa historia caro leitor, porém devo adiantar que ela não tem nada de bonitinho e muito menos possui algo lindo como deve estar acostumado(a) em ver nas histórias da Disney, onde tudo é flores e os protagonistas sempre ficam juntos de alguma forma que não sei explicar como. Pode me julgar pelo o que vou falar agora e, eu não me importo. Sempre quando assistia um filme dessa empresa acabava torcendo para o lado oposto da moeda, o vilão. Claro que isso depende muito do caso, ainda assim, achava e acho até hoje a história dos vilões muito mais interessante do que as dos heróis. Bom, voltando ao que verdadeiramente interessa caro leitor(a) ... Essa historia não tem príncipes e princesas tampouco um dragão que prende a mocinha em uma torre, ou melhor dizendo, até tem, só que isso depende muito do ponto de vista se é que me entende. O que contarei é nada mais nada menos do que a realidade com seus dramas e entre outras coisas, que ao longo dos dias que se passaram me fizeram suspirar como também chorar na grande maioria das vezes, sério é difícil ser adulto hoje em dia. Além de ter que lidar com contas todos os meses também temos que lidar com sentimentos complicados: raiva, traição, amor e desejo. Deus! Por qual motivo a vida adulta é um saco? Por qual motivos somos obrigados tão cruelmente a crescer e consequentemente lidar com mil e uma responsabilidades? Eu sinceramente falando apenas queria ficar deitada no sofá de casa vendo Netflix e comendo porcaria, porém se fizesse isso não iria ter uma vida e sim uma morte lenta que eu nem ao menos perceberia chegando. Uma loucura não? Eu sei bem que é, e de certa forma não mudaria nada dela, pois é a história da minha vida, mesmo que seja tão louca desse jeito e nisso eu acho que tenho uma parcela de culpa já que muita coisa eu mesma causei. Fazer o que? Eu gosto de um pouco de emoção para variar. Tentarei ser breve nesse assunto, quando atingi a maioridade então sai da cidade pequena com um único objetivo em mente, mudar de vida e consequentemente ter mais qualidade de vida, do que estava acostumada a ter na minha cidade passada. Algo que de certa forma é o clichê de quem saí do interior. Eu não gostava daquele clima calmo, preferia a agitação e sejamos sinceros se divertir na cidade grande é muito mais fácil do que em uma cidade que todo mundo te conhece, como também aparentemente já te pegou no colo quando era mais novo. Algo que eu achava totalmente bizarro. Apesar de amar o lugar em que cresci e as pessoas que ali viviam mesmo que algumas delas sejam totalmente estranhas demais, sentia que aquele não era o meu lugar, que eu não pertencia àquele clima pitoresco da cidade pequena, que não fazia parte daquele lugar, apesar de querer ficar ali devido aos meus pais, julguei que era hora de sair do ninho e consequentemente começar a viver a minha vida, pois, acreditava que se ficasse ali vivendo com meus pais nunca iria crescer como gostaria de crescer profissionalmente e como pessoa. Eu tinha que trilhar o meu próprio caminho. Ou seja, não iria ser mais acompanhada pelos meus pais em alguma consulta médica. Depois de algum tempo procurando e poupando para ter recursos o suficiente, finalmente acabei conseguindo a quantia necessária que poderia ter para viver na independência. Demorei um tempo até achar um apartamento perfeito, no centro, perto do centro comercial e perto do trabalho ou em outras palavras seria algo perfeito. Iria consequentemente facilitar um pouco a minha vida adulta, assim como também me motivaria a exercitar-me. Não me entenda m*l, porém eu não sou o tipo de pessoa que é fisicamente ativa, já que exercícios e eu na mesma frase não combinamos nem aqui e nem na China. Além disso, também era próximo de algumas coisas essenciais para uma sobrevivência digna, coisas como: hospitais, supermercado e algumas farmácias, como também alguns restaurantes entre outras coisas, já que eu estava longe de ser um exemplo de boa cozinheira, era bom que eu morasse perto dessas coisas caso não quisesse morrer de fome. Nunca se sabe quando eu precisaria recorrer a um restaurante para quem sabe assim matar um pouco da fome? Fiz isso estrategicamente, pois, sabia que todas às vezes acabava sempre cometendo algum deslize culinário e de alguma forma a minha cozinha acaba em chamas. Não me pergunte como, só sei que eu + cozinha = não é nem de longe uma combinação perfeita e sim a combinação ideal para um desastre na certa, ou talvez apenas uma perfeita combinação para pegar o dinheiro do seguro e por uma consequência - feliz - acabar reformando aquela parte da casa. Ri de nervoso só de pensar em quantas vezes já fiz algum acidente sem querer na cozinha de casa quando era mais nova, nessa parte realmente eu devo pedir desculpas a minha mãe, afinal de contas ela não merecia de forma alguma ter a cozinha destruída daquela maneira tão brutal como eu fiz, porém isso não é história para agora e sim para um outro dia, quem sabe. Quando mais nova acreditava que tudo se tornaria mais fácil quando fosse adulta, que teria as coisas que queria na hora que queria e não teria que me explicar para ninguém como faria quando era mais nova. Odiava essa sensação de ter que explicar todos os meus passos até mesmo o que eu pensava, meus pais não eram pessoas ruins, contudo eram pessoas um tanto controladoras, afinal de contas na mente deles o mundo era um lugar c***l assim como as pessoas que viviam nele e a filha tinha que viver em uma bolha bem longe de todos. Assim tão fácil como um conto de fadas ou as histórias do Harry Potter que só bastava mexer os dedos e tudo estaria diante dos meus olhos. Seria um cenário realmente perfeito para se viver, ao menos é o que eu penso. O único problema de fato era que eu não fazia a menor ideia do quanto eu estava sendo iludida com tudo aquilo e ninguém nem ao menos teve um pouco de decência em me avisar, o quão c***l pode ser o ser humano para fazer - cometer - um ato tão desumano desse nível? Iludir uma pobre criança? Que horror. Ou você é um monstro ou apenas sem coração. Bom, em teoria isso era sim uma verdade, ainda assim xingo até hoje quem teve a maldade de esconder um fato muito importante sobre a vida adulta; ela é uma merda e não é um sonho doce e fofinho com algodão-doce colorido e unicórnios. Primeiro começa com você ter que fazer tudo em casa, desde tarefas simples como pagar as contas, por exemplo. Aquela leve encheção de saco que recebia de sua mãe quando mais novo era um treinamento, para saber se teria a capacidade de se cuidar quando ela não estivesse mais por perto. Cozinhar, lavar e essas coisas do dia a dia. Quando você é adulto não tem mais a sua mãe para fazer por você, pode até pagar alguém para fazer as tarefas domésticas e tudo mais o único problema é que não vai ser sempre que isso vai acontecer ou seja, ou você aprende ou você aprende a fazer. Não é uma escolha, a vida adulta é um teste de sobrevivência. Por qual motivo, justo na minha vez de ser adulto, tudo ficou absurdamente mais caro? Pensei enquanto passava os boletos entre os dedos e vez ou outra direcionava o olhar para a geladeira e os armários entreabertos completamente vazios, suspirei profundamente com isso. Aquilo fez pensamentos tristes surgirem na minha mente, afinal não era sempre que eu conseguia ter a proeza de fazer tudo certinho. Eu era a rainha do desastre, isso sim. É, seria mais um mês que teria que comer macarrão instantâneo ou não teria água e nem luz para passar o mês. A vida é feita de escolhas, muitas vez s você se vê escolhendo o que quer comer e nas outras, como agora, me vejo escolhendo qual tipo de coisa que devo fazer para poder ter um pouquinho de dignidade pelo restante dos dias que se segue. Tudo é difícil em um dia para que seja mais fácil no outro. O lugar em que morava não era lá grande coisa, era o bastante para uma pessoa viver ou como meus amigos gostavam de chamar: uma lata de sardinha moderna. O motivo? Digamos que para chegar até o banheiro dentro daquelas paredes não era assim tão necessário se mover muito, pelo contrário bastavam alguns passos - mais ou menos uns dois - para que então pudesse fazer suas necessidades fisiológicas. Pela boa descrição imagino que conseguiu imaginar como é, caso contrário digo que moro em um kitnet. Para explicar melhor, eu tenho vários cômodos bem juntos mesmo. Por mais apertado que possa parecer é confortável e o melhor de tudo é econômico. Se você mora na cidade grande assim como eu sabe do que eu estou falando, o preço dos imóveis é simplesmente muito caro para que uma pessoa só consiga morar sem ter que dividir um apartamento ou coisa parecida. E sim, antes que me pergunte consigo andar sim no meu apartamento; pouco, ainda assim consigo dar alguns passos, por aquele lugar que mais parece uma caixa de sapatos em tamanho real. É pequeno, porém, é a minha casa que eu conquistei e eu não trocaria aquilo por absolutamente nada. A minha sala é o meu quarto, só preciso mover os dedos com o braço um pouco esticado para pegar algo na geladeira - miniatura de geladeira - sem a necessidade de levantar ou fazer muito esforço, é algo simples e bastante prático eu diria. Pode parecer estranho e apertado aos olhos de muitos, ainda assim, digo com todas as letras que não é bem assim e é bem confortável de verdade. Segundo fato sobre a vida adulta que provavelmente não te contaram quando criança, você não tem tanto tempo livre assim, muito pelo contrário ou você trabalha e come para então pensar em sobreviver durante o mês e quando você trabalha para alguém tão arrogante quanto o meu chefe, digamos que você meio que vendeu a alma pro d***o, fazer o que eu precisava sobreviver de algum jeito na cidade grande, pois, de maneira alguma iria voltar para interior. Eu não aceitaria voltar, apesar de ter todo o conhecimento que meus pais iriam me aceitar sem problemas de volta, sei que se voltasse para o lugar que nasci seria meio como uma maneira de dizer que fracassei, o meu orgulho não deixaria. Por mais que possa parecer, a minha vida não é apenas trabalho, dormir e pagar as contas. Tenho uma vida social fora das paredes da empresa, quando meu querido chefe não está perturbando minha vida e me fazendo ir e vir de um lado pro outro pela cidade fazendo tarefas ridículas como… Argh! Eu nem quero lembrar que já fico irritada. Por mais que seja um homem maduro, Meteo é uma pessoa completamente irritante, se assemelhando facilmente a um adolescente filhinho de papai com suas exigências ridículas e bobas. Uma vez, por exemplo, me fez ir até o outro lado da cidade para buscar um terno caríssimo, já que teria um evento importante pela noite. Pois, é um pouco demais não é? Ainda assim tive que fazer, por mais que a vontade de xingar ele até a alma fosse muita não fiz afinal de contas tinha boletos para pagar. Eu saio, vou comer fora e às vezes dançar com um grupo de amigos e, ao mesmo tempo que isso acontece, nutro uma paixão - segundo meus amigos, uma paixão doida que não vai dar em nada se eu não falar com ele - por meu colega de trabalho chamado Thomas Waston.

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