A garganta de Melissa doía e seus músculos estavam queimando de tanto se movimentar, quando Knight a jogou por sobre uma cama surpreendentemente macia, no interior de um grande quarto cercados de móveis esculpidos em madeira dentro de seu castelo, depois de uma agitada e cansativa viagem em que ela não havia desistido de lutar um só minuto. E, se ele achava que ela desistiria agora, apenas porque eles haviam chegado ao castelo, então estava muito enganado.
Erguendo-se em um átimo, Melissa tentou se equilibrar entre os lençóis, enquanto o via trancar a porta maciça de madeira atrás de si, deixando-os a sós no quarto, quando um cheiro desconhecido para ela, almiscarado e picante, a atingiu... Um cheiro que ela nunca sentira antes em sua vida, mas que de repente compreendeu o que era.
Cheiro de homem.
Aquele era o quarto dele.
E seu estômago congelou de puro pavor quando ela se deu conta do porquê ele a havia trazido até ali.
Pulando para fora da cama até conseguir colocar o máximo de distância entre os dois, Melissa tentou conter o tremor que a percorreu ao ver aquele homem percorrer seu corpo com os olhos injetados, imaginando como seria capaz de se defender daquela parede de músculos construída para matar, caso ele tentasse... Tentasse...
- Um de nós dois vai sair daqui morto... – ela engoliu em seco, tentando manter a voz firme enquanto fazia aquela promessa, que cumpriria a todo custo – Se você tentar encostar em mim.
Com as mãos cravadas na madeira de um dos móveis que havia ali perto, Knight apenas permaneceu encarando-a, sentindo-se inquieto como um peixe se debatendo na rede. Magia era a religião dos tolos. Ou, pelo menos, era no que ele havia acreditado durante toda a sua vida. Então, por que todos os anos de fome que ele passara quando era criança, as batalhas em que já estivera, todo o sangue que derramara para finalmente dar a si mesmo um sobrenome... Para finalmente se tornar um homem respeitado e temido... Por que tudo aquilo tinha perdido a importância quando ele colocara os olhos naquela mulher? Por que apenas um único vislumbre de seu corpo alto e cheio, seus olhos quase negros de tão escuros, seu rosto pálido coberto de sardas escuras, cercado de longos e ondulados cabelos castanhos que desciam quase até a altura de sua cintura e seu vestido sujo de sangue... Tinha sido o suficiente para torná-la a coisa mais importante que havia em seu mundo?
Era loucura.
Era pura magia das trevas.
Mas, naquele instante, em que ela estava parada no meio de seu quarto, parecendo tão assustada e ao mesmo tempo tão determinada a não permitir que ele a tocasse... Tudo no que ele conseguia pensar era em envolvê-la entre seus braços, para apagar aquela expressão amedrontada de seu lindo, sentir sua pele corar sob suas carícias, tocar nos músculos pronunciados em seus braços que ele conseguia notar mesmo através das longas mangas do vestido, provavelmente fruto de uma vida inteira de trabalho duro no vilarejo, e livrá-la daquele vestido puído para deixar seu corpo livre para as sedas e joias com as quais ele queria envolvê-la...
Foi quando ele percebeu que imaginá-la sem o vestido foi um grande erro. Em um piscar de olhos, sua mente se perdeu em fantasias ardentes e selvagens em que ele a despia pouco a pouco dos trapos que estava usando, até revelar cada parte de seu corpo: ele libertaria aqueles s***s rechonchudos do aperto do vestido e os envolveria em sua mãos, apertando e acariciando a carne macia até que os b***s se tornassem pontudos e atrevidos, implorando para que ele usasse sua boca para acalmá-los. Ele se imaginou sugando-os, provocando a carne macia até que aquela mulher selvagem estivesse gemendo seu nome e arranhando suas costas, exigindo que ele lhe desse mais. Knight podia se ver, nitidamente, descendo seus beijos e lambidas por sua barriga, até chegar a seu frente, onde sua f***a apertada estaria escorrendo, pronta para que ele a tomasse. Mas Knight não faria isso de imediato. Ele tomaria seu tempo separando sua carne macia e abrindo para que sua língua faminta varresse cada gota daquele doce creme. Só então, finalmente, quando ela estivesse trêmula e satisfeita entre os lençóis, ele deslizaria aquela pedra dura, que pesava entre suas pernas naquele momento, profundamente dentro dela. Ele se perguntou como seriam seus gritos e suspiros quando ele a penetrasse com toda aquela fome recém-descoberta dentro de si. Como seus lábios ficariam inchados depois os beijos que ele lhe daria. Como seu pequeno buraco o ordenharia quando ela atingisse o auge do prazer, engolindo cada gota de sua semente, quando se derramasse dentro de sua mulher.
Ao sentir parte da madeira afundar contra seus dedos, Knight respirou fundo para tentar se controlar. Seus pensamentos estavam embaralhados como folhas em um rodamoinho e seu futuro era incerto como as águas turvas de um lago lamacento. Não era certo sentir o que ele estava sentindo. Não fazia sentido. Nem sequer era natural...
A velha!
Ele precisava encontrá-la e obrigá-la a fazê-lo voltar ao normal! Era o que precisava ser feito! Imediatamente!
Porém, até lá, a mulher, Melissa, teria que ficar exatamente ali onde estava. Em seu quarto, onde ele poderia encontrá-la sempre que quisesse. Olhá-la sempre que a necessidade sufocante em sua garganta se tornasse insuportável. Onde ele poderia ter certeza de que ela estava segura e perto dele. Onde ele seria capaz de convencê-la a deixá-lo tocá-la e transformar em realidade todos aqueles pensamentos imundos...
Não, ele não podia cair na tentação de tocá-la. Aquilo apenas potencializaria aquele sentimento que estava se enraizando cada vez mais dentro de seu peito e então... E então...
Ele jamais seria capaz de deixá-la ir.
Com um rugido colérico, ele apenas deu as costas a ela, ignorando a pontada dolorosa em seu peito por não estar mais vendo seu rosto, e abriu a porta em um rompante, trancando-a atrás de si no exato momento em que sentiu a mulher se jogar contra a madeira, provavelmente na vã esperança de conseguir escapar por debaixo do braço dele ou qualquer outra péssima ideia.
E, estranhamente, ao ouvi-la gritar de raiva e arremessar um dos jarros que havia em seu quarto contra a porta, Knight se apaixonou ainda mais.
(***)
Absolutamente ofegante enquanto observava o jarro que lançara contra a porta se espatifar por completo, enviando cacos de cerâmica para todos os lugares, Melissa tomou um minuto para ponderar sobre o que deveria fazer.
Não havia porque tentar entender a razão de Knight estar fazendo tudo aquilo com ela aleatoriamente, já que havia ficado bastante claro que ele não estava exatamente são. Ela sempre soubera que o novo senhor do vilarejo era um guerreiro frio e sanguinário, mas jamais imaginara que ele fosse insano também. O povo costumava fofocar sobre muitas coisas em relação a ele e suas tendências atípicas de isolamento, era verdade, mas ela nunca tinha ouvido falar nada sobre ele capturar mulheres na região e trancá-las em um quarto de seu castelo por absolutamente nenhuma razão.
Mas ali estava ela.
Olhando ao redor do quarto, Melissa tentou considerar suas possibilidades de fuga, embora aparentemente nada fosse muito animador. Havia ali apenas a cama, dois grandes móveis repletos de gavetas, de onde ela tirara o vaso decorativo que havia quebrado, e um pesado baú de metal, trancado com correntes, bem abaixo da janela. Ansiosamente, ela revirou as gavetas dos móveis em busca de algo que pudesse ajudá-la, ficando frustrada ao não encontrar nada além de roupas gigantescas que obviamente haviam sido costuradas sobre medida para Knight. Bufando, ela se moveu até o baú, não ficando nem um pouco surpresa ao perceber que sequer conseguia movê-lo de tão pesado, quanto mais fazer algo contra as correntes que o fechavam. Por fim, ela se inclinou sobre o parapeito da janela, engolindo em seco ao perceber que estava em um lugar muito mais alto do que imaginara, o que acabava com qualquer possibilidade de ela tentar se jogar lá para baixo ou qualquer coisa do tipo. Melissa poderia até mesmo tentar a loucura de fazer uma corda feita de roupas e lençóis para tentar ajudá-la na descida, como nas cantigas infantis, mas era praticamente impossível passar despercebida por todas aquelas pessoas reunidas lá embaixo, cuidando dos afazeres do castelo, da plantação e dos animais.
Com um aperto no peito, uma parte de Melissa não pôde deixar de perceber que, aparentemente, ela não tinha nenhuma chance de sair dali. O que a deixava totalmente à mercê das intenções loucas de Knight, fossem elas quais fossem.
Não! Ela não podia pensar assim! Uma oportunidade de fuga apareceria, uma hora ou outra. Por isso, ela precisava se manter atenta e preparada, mesmo que isso significasse ficar ali naquele quarto contra sua vontade por tempo indeterminado, tentando fazer algo contra Knight sempre que ele desse as caras.
Se aquele homem achava que ela se renderia a ele em algum momento, ela estava mais do que pronta para provar que ele estava errado.
- Missy? – o som de seu apelido sendo dito por uma voz que ela muitas vezes achara que nunca mais teria a oportunidade de ouvir, a fez congelar por um momento, antes que um sorriso se espalhasse por seu rosto.
- Nissa? – correndo para a porta, de onde a voz de sua melhor amiga estava ecoando do outro lado, Melissa não conseguiu se impedir de exclamar com pura alegria, mesmo com toda a situação que a rodeava – É você? Céus, Vanessa, achei que nunca mais ouviria o som da sua voz de novo! Na verdade, achei que aquele brutamontes tivesse dado você aos lobos!
- Eu disse a você, antes do casamento, que Kyle não é o que parece ser. – ela ouviu Vanessa gargalhar, como se fosse uma grande piada alguém achar que Stone era perigoso – Ele pode ser grande e m*l por fora, mas é preocupado e gentil por dentro. Espero que vocês possam se conhecer melhor e se tornar amigos, agora que você está aqui. O que me lembra: o que você fez para deixar Knight daquela forma? – sua amiga perguntou, de repente com a voz abismada – m*l pude acreditar quando Kyle me disse que ele tinha trazido você para o castelo, mas, depois que o vi andando de um lado para o outro no salão principal... – ela hesitou por um segundo, parecendo sem palavras - Juro que nunca o vi daquele jeito. Ele parece quase... Perdido.
- Eu não fiz nada! – Melissa grunhiu, não irritada com a amiga, mas sim frustrada – Eu nem sequer já tinha falado com ele, antes de hoje. Então, de repente, eu estava no açougue, cuidando da minha vida, quando ele veio para cima de mim e me agarrou sem razão nenhuma, gritando para todos do vilarejo que eu agora era dele, como um completo maluco. – revirando os olhos, ela de repente se deu conta de que não havia motivos para seguir com aquela conversa, quando havia algo muito mais importante para ser feito – Escute, Nissa, você precisa me ajudar. Eu sei que aquele cretino trancou essa porta, mas, o seu marido é o braço direito do Knight, não é? Será que você não conseguiria roubar a chave e trazer para mim? Juro que vou fugir o mais rápido possível e duvido que Stone desconfiaria de você...
- Oh, ele desconfiaria. – uma voz desconhecida de um homem, que parecia estar se divertindo muito com tudo aquilo, falou de repente – Ele apenas não seria capaz de fazer nada para punir ela sobre isso. Mas eu desistiria desse plano se eu fosse você. Knight está com a chave do quarto dentro do punho lá embaixo, e não duvido que ele acabe amassando-a em algum momento e nos forçado a arrombar essa porta para que ele possa ver você de novo.
- Quem está aí?! – Melissa rugiu, sentindo vontade de socar aquela porta ao se dar conta de que alguém já havia atrapalhado seu plano recém-formulado.
- Quieto, Cameron! Eu avisei que eu precisava apresentar vocês primeiro! – Vanessa repreendeu o homem veementemente, antes de pigarrear, com a voz assumindo um tom solene – Melissa, eu gostaria de apresentar você aos amigos que fiz aqui no castelo. Eu adoraria que todos vocês pudessem se ver frente a frente agora mesmo, mas confio no meu marido para convencer Knight a deixar você sair daí pelo menos por tempo o suficiente para que nós duas possamos nos abraçar. – sua amiga refletiu amorosamente, doce como sempre – Bem, esse grande intrometido que você já ouviu se chama Cameron McCarthy. Ele é responsável por parte da segurança do castelo, mas recentemente Kyle pediu que ele se tornasse meu segurança particular, porque ele não acha que sou mais capaz de andar sozinha sem morrer, agora que estou grávida. – mesmo não a vendo, Melissa sabia que Nissa estava revirando os olhos – Cameron pode ser realmente implicante quando quer, mas é um bom homem, eu garanto. Agora deixe-me apresentar Lorna a você. Ela é a filha mais nova do antigo braço direito do velho McJames. Nós a vimos algumas vezes no vilarejo quando éramos crianças, lembra? Knight a deixou ficar e cuidar de algumas partes da organização do castelo, depois que o imprestável do pai dela morreu.
- Eu gosto de adicionar também cretino e boçal, mas tudo bem. – uma voz feminina grave acrescentou, ganhando um pouco da simpatia de Melissa instantaneamente – De qualquer forma, é um prazer finalmente conhecer você, Melissa, mesmo que seja dessa maneira estranha. Vanessa sempre fala maravilhas sobre você e, depois que a vi tentar acertar um soco na cara de Knight quando ele estava tentando tirá-la do cavalo, agora sei que tudo é a mais pura verdade.
- Ela fez o quê?! – uma outra mulher engasgou com pavor, com uma voz muita mais baixa e fina, quase infantil.
- E essa pobre menina chocada é a Muriel. – Vanessa gargalhou – Ela tem 14 anos e trabalha com os avós, cuidando do castelo. E, se eu fosse você, Muriel, me acostumaria a ouvir que Melissa fez esse tipo de coisa. Se eu a conheço de verdade, sei que Knight ainda vai passar por muitas outras situações como essa, enquanto estiver mantendo-a aqui.
- Pode apostar que ele vai! – Melissa prometeu, com um rosnado perigoso – Agora, escutem, é um prazer conhecer todos vocês, mas, será que poderiam me ajudar a sair daqui? – ela praticamente implorou – Prometo que não vou sequer mencionar o nome de vocês, caso Knight acabe me pegando. Mas não posso continuar aqui! Especialmente quando não faço a menor ideia do que ele está planejando, me mantendo trancada nesse quarto que obviamente é dele.
- Eu não acho que ele vai fazer m*l a você. – para sua total surpresa, sua melhor amiga discordou hesitantemente, parecendo não querer ofendê-la, mesmo tendo acabado de defender seu captor - Eu não quero assustar você, Missy, mas Knight não é o tipo de homem que espera para acabar com a vida de quem o irritou ou o ofendeu. Não faço ideia do porque ele trouxe você aqui, já que vocês m*l se conhecem, mas não acho que a razão envolva machucar você... Nem nada do tipo. – Vanessa completou lentamente, deixando implícito naquela frase que também não achava que um dos maiores temores de Melissa se concretizaria, mesmo havendo uma cama naquele quarto.
- Escute, Nissa, eu não sei o quanto você se apegou a esse lugar ou ao seu marido, mas, sinceramente, não acho que você está certa. Não confio no Knight e não vou ficar aqui esperando para saber o que ele pretende comigo. Então, por favor, em nome da nossa amizade, me ajude a sair daqui...
- Isso não vai acontecer! – ela literalmente saltou para trás quando o grito colérico de Knight preencheu o ar, semelhante ao estampido de um trovão – Ninguém vai tirá-la desse quarto sem a minha permissão! – com um rosnado irritado, Melissa ouviu aquele homem odioso se aproximar da porta, com os passos pesados quase fazendo o chão tremer – E o que vocês quatro pensam que estão fazendo aqui, conspirando com ela pelas minhas costas?
- P-perdão, meu senhor... – Muriel começou a gaguejar, apreensiva, mas Vanessa rapidamente a interrompeu.
- Ninguém estava conspirando nada com ninguém. – novamente, Melissa podia afirmar, apenas por seu tom de voz, que Nissa estava revirando os olhos, nem um pouco afetada pela presença intimidante de Knight – E você realmente não esperava que, depois de meses sem falar com a minha melhor amiga, eu realmente esperaria por uma ordem sua para vir até aqui falar com ela, não é? Por que a trouxe para cá, afinal?
- Não é da sua conta, Vanessa. – pasma, Melissa percebeu que Knight não parecia furioso ao retrucar a pergunta de Nissa com um suspiro, apenas levemente exasperado – Mas, se isso vai fazer com que ela pare de quebrar tudo dentro do meu quarto, pode vir conversar com ela quando quiser, desde que essa porta permaneça trancada e você me garanta que ela não vai a lugar nenhum. E quanto a você, McCarthy, desça e ajude Stone a organizar um grupo de busca! – ao som de passos pelo chão, ela soube que Knight estava se afastando – Nós vamos caçar!
- Caçar? – Cameron repetiu, surpreso – Mas você e Stone voltaram com três cervos há apenas dois dias atrás...
- Nós não vamos atrás de animais. – Knight rosnou entredentes, com o som distante de sua voz vindo provavelmente do fim do corredor, antes que seu grunhido se tornasse uma ameaça clara – E, se eu vir você perto dessa mulher novamente, mesmo que ela esteja do outro lado da porta, é melhor se preparar para ter o mesmo destino que aqueles cervos! Agora, me obedeça!
- Bem, acho que essa é a única vez que vamos ter a oportunidade de nos falar, moça. – Cameron riu, não parecendo intimidado, assim como Vanessa – Foi um prazer conhecê-la, Melissa. Se me dão licença, senhoras...
Travando as mãos em punhos, Melissa esperou que o som dos passos de Cameron desaparecesse pelo corredor, tomando isso como um sinal de que Knight também estava longe, antes de voltar a implorar para sua amiga.
- Vamos lá, Nissa... Você não pode me deixar aqui...!
- Pare de tentar encontrar formas de fugir, mulher! – sobressaltando-se novamente, ela ouviu Knight gritar ao longe – Ou vou dar ao seu lindo traseiro umas boas palmadas de novo, quando eu voltar!
Um segundo se passou enquanto Melissa sentia a raiva subir por seu corpo, fazendo seu rosto esquentar e suas bochechas corarem com a força da fúria e da vergonha por ele ter ousado gritar aquilo para que todos pudessem ouvir. E então, sem nem sequer pensar no que estava fazendo, ela começou a chutar a porta com a sola do pé, desejando que a madeira inquebrável fosse a cara daquele sequestrador maldito.
- E eu vou ter certeza de que o vaso acerte a sua cabeça dessa vez, se ousar aparecer na minha frente de novo, seu monte de esterco! – ela gritou a plenos pulmões, tendo certeza de que todos ao redor a ouviram, quando um conjunto de engasgos se seguiu.
- Bem... – enquanto continuava a chutar a porta com ainda mais revolta após ouvir Knight soltar uma risada hesitante ao longe, Melissa pôde ouvir Lorna refletir ali perto – Acho que agora, pelo menos, os homens vão finalmente parar de se vangloriar que ninguém nunca foi corajoso o suficiente para desafiar o nosso senhor antes.