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1073 Palavras

DAVI NARRANDO Ver a Isabela daquele jeito… parecia criança em dia de Natal. Abraçando carro, abraçando laço, pulando, rindo, falando alto, já tirando foto pra tudo quanto é canto eu achei que ia gostar de dar o carro, mas não achei que ia gostar tanto de ver a reação dela. Por uns segundos eu só fiquei olhando, quieto, pensando que aquela menina que empurrava minha cadeira pela varanda agora tava entrando num carro zero, blindado, com meu sobrenome no documento, com um filho meu na barriga. — Vamo dar uma volta no condomínio! — ela falou de repente, com o olho brilhando. — Agora? — perguntei, rindo. — É, ué! Eu tenho que batizar meu carro. Ela abriu a porta do motorista toda importante. Eu fui pro lado do passageiro, manobrei a cadeira até a porta, fiz a transferência pra dentro do c

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