— Eu não acredito… — comecei a rir, nervosa. — Cara, eu não acredito que você fez isso… — Se você não quiser, eu mando voltar pra concessionária. — ele provocou. — Mas vai doer meu coração ter que tirar esse laço daí. Virei pra ele, com o olho brilhando. — Eu vou te matar. — falei rindo, limpando uma lágrima. — Te juro, eu vou te matar. Ele abriu os braços. — Mata aqui então. Fui até ele e abracei por cima da cadeira, enfiando o rosto no pescoço dele. O cheiro do perfume, o calor do corpo dele, tudo misturado com a sensação de “isso não tá acontecendo comigo”. — Obrigada. — murmurei, apertando mais. — De verdade. Ninguém nunca fez isso por mim. Nunca. Senti a mão dele subir pelas minhas costas, fazer um carinho de leve na nuca. — Acostuma. — ele disse baixinho. — Isso aqui é só o

