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Seja Minha.

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Comédia
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Sinopse

Um cafajeste e uma garota tímida onde isso vai parar?

Hector é um homem feito para os negócios, ele sabe muito bem ganhar o que quer, seu único objetivo é inriquecer ainda mais, porém não contava com o que o destino o reservou, sendo ele um cafajeste que tem todos os tipos de mulheres aos seus pés, não esperava se encantar e se apaixonar por uma garota doce e gentil que está comprometida com outro homem.

Alina é uma jovem que acabou de conquistar seus objetivos, noiva de um cara legal, com emprego estável e suas amizades de sempre, ela tem a vida perfeita, ou é tudo uma mentira que sua ingenuidade causou? O que está por vir pode não ser algo que ela espera e nem algo "timido", mas um romance intenso que vai fazer ela suspirar de paixão.

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Seja Minha.
.Hector Rodrigues. — Droga, meus pés estão doendo. — Rodo os olhos, é a quarta vez que ela diz isso. — Não vai morrer por isso. — Continuo caminhando sem dar importância a Rebecca que está logo atrás de mim, consigo sentir seu olhar de morte sobre mim, mesmo estando de costas para ela. — Eu odeio você, tudo que eu queria era um banho quente e deitar na droga de uma cama, mas estamos em uma estrada deserta no meio da noite e é tudo culpa sua. — Ela berra histérica tirando seus sapatos e ficando descalça, aparentemente com dor nos pés por tanto andar. E por acaso eu tenho culpa de ter esquecido de colocar gasolina? — Se tivesse me avisado antes, que chegaria hoje as duas da manhã, não teria acontecido. — Digo irritado. — Eu avisei. — Ela grita. — Eu esqueci. — Grito de volta me virando para ela. Essa menina me deixa tão irritado que m*l consigo controlar os nervos. — Claro sua cabeça só serve para pensar em mulher, armário de terno. — Ela grita furiosa me deixando com raiva também. Por que ela está gritando comigo? — Quem está chamando de Armário de terno sua fedelha feia? — Falo bravo. — Você mesmo, preciso desenhar para seu cérebro de uva passa intender? — Seria hilário se não fosse trágico. Duas pessoas gritando uma com a outra no meio de uma estrada escura as três da manhã. — Do que você está falando, adotada? — Ela taca seu sapato em mim e eu desvio por pouco. A fedelha tem boa mira. — Você que é adotado Terno falante, meus pais te acharam no lixo do vizinh... — Ela para de falar derrepente. No fim da estrada começo a ver a laterna de um carro e Rebecca se vira. — Finalmente, alguém nessa maldita estrada. — Para de ser i****a, quem pararia para dois estranhos no meio da madrugada? Até se fossem assaltantes teriam medo de parar por causa da sua cara feia. — Ela ignora o que digo e cotinua acenando. Rodo os olhos. Nem se o motorista fosse um anjo, seria tão ingênuo de parar para nós dois em uma estrada deserta no meio da noite, ninguém seria tão ingênuo. Suspiro, esperando o carro passar para rir da cara de frustação de Rebecca. — Olha ele está parando. — Arquio a sombracelha quando vejo a Picape reduzir a velocidade e parar ao nosso lado. A Picape carrega vários vazos de flores em sua trazeira o que me faz pensar que deve ser algum caipira. Vemos a porta do carro abrir e logo arregalo os olhos com a pequena figura que sai do carro preocupada. — Precisam de ajuda? — Com toda certeza eu nunca estive tão errado na minha vida, esse ingênuo ser com toda certeza é um anjo que por acidente caiu do céu. Senti meu coração falhar diversas vezes depois de ver ela olhar para mim e para Rebecca preocupada como se tivessemos acabado de sair de um acidente ou algo do tipo. — Ah, minha heroína. — Rebecca se joga abraçando a jovem que fica surpresa e levemente corada. — Querem uma carona? — Sua doce voz calma e macia entra em minha cabeça me fazendo ficar leve. Um segundo mais tarde meu coração bateu de uma forma que eu não reconheci, uma sensação estranha se apossou de mim e eu não podia mais desviar os olhos dela. Que tipo de feitiço essa bela jovem produz? — Nós seremos eternamente gratos a você se nos ajudar, estamos andando a mais de uma hora já. — Rebecca choraminga e a Jovem ilumina um grande sorriso que facilmente calsaria a morte de alguém com coração fraco. Ela deve ter apenas um metro e meio de altura, parece tão indefesa e ainda assim teve a coragem de parar para dois estranho. Que tipo de anjo ela é? Tento não parecer um i****a analisando cada detalhe dela, além do lindo sorriso em seu rosto o que chama mais atenção são seus olhos azuis tão claros como a água do mar e seu cabelo loiro que tem cachos nas pontas, o macacão de jadineira e a blusa branca cai tão bem em seu corpo estrutural, ela é parece uma deusa que tem lábios desenhados para se beijar. — Ah bem, eu tenho um lugar sobrando, infelizmente alguém vai ter que ir na caçamba junto com as flores. — Observo as duas percendo que vai sobrar para mim. — Você pode dirigir até o posto de gasolina e eu vou na caçamba, não há problema. — Ela sorrir novamente olhando para mim. Sinto meu corpo estremecer por seu contato visual repentino e o sorriso iluminado em minha direção. Ela é mesmo real? Forço uma tosse desviando o olhar para não parecer um i****a. Ela é realmente tão ingênua? Eu poderia aceitar e roubar seu carro facilmente. — Não, eu vou atrás. — Digo sério, tentando não transparecer o quão estou intrigado por sua beleza e seu jeito de agir. Ela facilmente poderia se tornar uma atriz famosa ou modelo. — Ótimo, então vamos. — Rebecca diz entrando no carro. — Tem certeza que não quer dirigir? Não é um problema para mim ir atrás. — Ela sorrir gentilmente me fazendo sentir meu corpo esquentar. — Também não é problema para mim. Já está fazendo muito nos ajudando. — Falo calmo e ela assente sorrindo. — Tudo bem então. — Ela se vira e entra na picape. bufo indo até a parte de trás e me ajeitando entre as flores, frustado por me sentir um i****a. Olho para as flores e um único pensamento cruza minha mente. Terei que tomar muitos banho para tirar esse cheiro de flores de mim. A Picape da partida e seguimos para o posto de gasolina. Ouvindo a conversa das duas e a risada doce da bela jovem me pergunto como pude ter ficado e******o com um simples sorriso. Simples? Como ouso nomea-lo assim, aquele sorriso não é nada simples. Merda. Ela deve ser uns dez anos mais nova que eu e ainda sim não evitei de pensar em como ela ficaria ainda mais bonita na minha cama, seria uma boa companhia para noite inteira. Talvez Rebecca tenha razão em dizer que só penso em mulher, mas não sou o tipo que pensa em uma só. Isso é tão esquisito. Normalmente a mulheres precisam dar em cima de mim ou fazer muito mais para me instigar, o que tem nessa mulher? — Palerma? Chegamos. — Rabecca bate no metal chamando minha atenção, rodo os olhos saindo dali. Vejo Rebecca ir até a maquina de refrigerante pegar uma bebida. — Aqui, toma. — A Bela me entrega dois galões para que eu os encha. — Obrigado. — Ela sorrir simpática. — Nada, que isso. — Começo a encher eles com ela ao meu lado. — Sua filha? Olho para Rebecca e sinto meu estômago embrulhar. — Não, irmã mais nova. — Ela rir me fazendo ter palpitações em um certo lugar. — Agora entendo porque estava conseguindo ouvir o grito de vocês dois a um quilômetro de distância. — Ela rir olhando para Rebecca. — Desculpe, a pirralha é histérica. — Ela n**a. — Não, Beca é uma garota legal. — Ela fala olhando para Rebecca com um brilho nos olhos. — Eu vou voltar para Picape, espero vocês lá. — Assinto vendo ela se distanciar de cabeça baixa. Assim que acabo volto para Picape com ela voltando a dar partida. Já estava claro quando chegamos ao carro e eu finalmente consegui liga-lo. — Da próxima vez, tenta lembrar DA GASOLINA. — Rebecca grita e eu apenas fico quieto para não ficar m*l na frente do pequeno anjo. — Bem, eu já vou então. — A bela sorrir. Me aproximo rapimente de Rebecca. — Te dou 5 mil dólares se conseguir o número dela. — Sussurro para Rebecca. — 10 mil. — Ela sussurra. — Feito. — Digo e ela vai até a Bela começando a conversar. — Olha muito obrigada por tudo. Meu deus, cadê minha educação? Sou Rebecca Rodrigues. — A fedelha se apresenta. — Foi um prazer ajudar você, eu me chamo Alina. — A Bela sorrir gentil. — Alina, que nome lindo, eu amei você. Será que podia me dar seu número para falarmos depois? — Ela assente ainda sorrindo. — Toma esse é o cartão da minha loja, se precisarem de flores ou plantas sabem onde encontrar. — Ela fala simpática. Flores e plantas não é exatamente o que estou a procura. — Muito obrigada, nos vemos por ai. — Rabecca e Alina se despedem e a pirralha vem para meu lado, acenamos para Alina quando sua Picape da partida e começa a se distanciar. — Muito obrigada, agora me dá. — Tento pegar o cartão mas Rebecca não deixa. — Eu disse que conseguiria o número, não que de daria ele. — Ela sorrir vitoriosa. — Sua... nem brinque com isso Rebecca, me dê esse cartão agora mesmo. — Ela se afasta de mim. — Eu gostei da Alina, não quero que ela me odeie depois que ver que você é só um cafajeste i****a. — Olho para ela furioso. — Quanto mais você quer para me dar a p***a do cartão? — Ela me olha incrédula. — Eu estou falando sério babaca, não sei se quero que você brinque com aquela mulher, gostei dela. — Pego o cartão rapidamente antes que ela possa ter qualquer tipo de reação. — Hector, seu canalha. É sério, você já tem muitas putas aos seus pés, deixe a pobre garota em paz. — Ela grita furiosa. — Vai entrar no carro ou quer que eu te deixe na estrada? — Falo entrando no carro sem dar ouvidos a ela. — Babaca, cafajeste, ordinário, desgraçado, maldito, miserável... — Olho para o cartão enquanto Rebecca esbraveja fora do carro. Alina Wintter, Bela por que quero tanto te ver novamente? (...) — Onde você vai assim todo arrumadinho? — Rebecca indaga de braços cruzados na porta do meu quarto. — Ver algumas flores. — Falo sorridente. Nunca estive tão necessitado em rever uma mulher, mas aquela bela jovem conseguiu me enfeitiçar de uma forma que não consigo explicar. — Tomara que ela chute seu saco. — Isso não vai acontecer. Eu sou irresistível. — Você fique aqui, e não faça nenhuma besteira. — Ela roda os olhos. — Estou falando sério pirralha, eu só deixei você ficar aqui porque está de férias na escola. Essa menina com só 16 anos me deixa de cabelos brancos toda vez que vem para meu apartamento e eu dou só uma saidinha, ela sempre me traz uma surpresinha consigo. Sim, eu com 34 anos estava discutindo com uma fedelha de 16 anos. O problema é que ela me irrita. — Se fazer alguma gracinha, eu te coloco no primeiro vôo de volta para casa. — Ela me da as costas sem dizer nada. — Estou falando sério Rebecca. — Grito sendo ignorado. Ela apenas me ignora indo para seu quarto. Suspiro não deixando a teimosia de Rebecca me irritar. Tenho uma Bela mulher para ver. (...) Entro na Floricultura vendo todos aqueles vazos e plantas por todos os lados tentando achar a pequena com cabelos loiros. Aqueles olhos azuis e sorrio luminoso, tiraram meu sono por duas noites, eu tinha que vir vê-la. — Eu não esperava ver você tão cedo. — Olho para trás vendo aquele lindo sorriso de dois dias atrás. — Posso te tratar por "você" certo? — Claro, acho que não fomos apresentados. Sou o Hector. — Estendo minha mão e ela da um leve aperto rindo. — Alina, muito prazer. — Ela rir. Beijo sua mão fazendo ela corar imediatamente, surpresa acredito eu. Sorrio ao imaginar diversos cenários diferentes onde ela me olha ainda mais vermelha. Céus, eu preciso urgentemente dessa mulher. Ela retira sua mão envergonhada. — Bem... — Ela rir sem graça. — Veio escolher flores? Ela caminha para o balcão e eu a acompanho olhando para seu avental que tem o nome da floricultura estampado. Seu nome, ela deve ser a dona dessa loja. Uma mulher esperta. — Na verdad... — Sou interrompido por alguém atrás de mim. — Oi meu amor. — Um homem se aproxima de Alina rapidamente e da um selinho em sua boca, logo depois ele espirra parecendo estar com alergia a algo. Olha gente, um difunto. — Eu vou guardar nosso almoço. — Ele espirra novamente e da mais um beijo nela entrando em uma porta. Sinto meu sangue fever de uma forma que é difícil até mesmo de respirar e uma pontada de dor me faz pensar o que realmente estou sentindo por essa mulher. — Hector? — Volto ao mundo real quando Alina me chama e sua voz chamando por meu nome me faz sentir-me muito bem. O que está havendo comigo? — Seu namorado? — Pergunto sério colocando minhas mãos fechadas no bolso da calça. Ela sorrir envergonhada. — Não, ele é meu noivo. — Engulo em seco, irritado. — Entendo, obrigado pela ajuda bela, eu já vou indo. — Saio dali sem intender o que está havendo comigo e com essa dor repentina em meu peito. O que há comigo? .Alina Wintter. — Entendo, obrigado pela ajuda bela, eu já vou indo. — Ele se vira andando apressado. — Ah espera, você não ia... — Ele sai antes que eu possa dizer algo. Estranho, o que houve com ele? Como assim 'Bela'? — Amor vamos comer? — Marco me chama com um sorriso e eu sorrio também, ele espirra novamente. — Ah droga. Sua alergia a flores me deixa constrangida as vezes. — Vou colocar a praquinha de almoço. — Ele assente, voltando a entrar no escritório. Ando até a porta e coloco a placa. Olho para fora me sentindo inquieta com aquele homem. O que ele queria? (...) Eu sempre fui muito ingênua isso me fez ter muito problemas na vida, meus pais me abandonaram com meus tios quando eu tinha 12 anos, levaram minha irmã mais nova e nunca mais voltaram, desde ai eu tive que trabalhar e estudar muito, meus tios não gostavam de mim nem um pouco, então tive que me virar sozinha. Então eu trabalhei muito para comprar uma lojinha e trabalhar com o que gostava, as flores, foi quando conheci Marco, ele veio a procura de flores para mãe dele e acabou não parando de vir durante muitos meses, até que eu finalmente entendi que ele queria algo comigo. Isso faz quatro anos. Com 23 anos, eu tenho tudo que quero e não tenho mais objetivos a não ser me casar com Marco e ser feliz com ele. Além disso o que mais eu poderia querer? — Você já pode começar o trabalho. — A recepcionista diz de uma forma fria. Assinto gentilmente. Fui contrada hoje para cuidar das plantas de dentro de um arranha céu. Esse prédio é enorme e as pessoas que passam por aqui são todas importantes e inteligentissimas, todos vestidos como executivos, tantos os homens quanto as mulheres. Sinto pena das platinhas que tem que ficar aqui dentro sem quase nenhuma luz solar, mas eu estou aqui para cuidar delas. Cuido das plantas sobre os olhares das pessoas que passam, fico corada por ser observada assim. É meu trabalho que os impreciona? Ou seria minhas roupas simples e o avental? Acabo de regar uma planta perto do elevador e me viro rapidamente esbarrando com algo e derrubando o regador com água. Olho para frente e sinto meu corpo gelar ao ver o terno do senhor todo molhado. Estou frita. — Ah meu Deus, desculpe senhor, eu não fiz por mal... eu me virei e não vi o senhor. — Escuto uma risada e olho para cima reconhecendo a pessoa. — Bela tudo bem, foi só um acidente. — Ele rir de mim. Hector rir parecendo se divertir com meu desespero. — H-Hector... O-olha eu sinto muito mesmo. — Ele n**a. — Fui eu quem esbarrou em você, eu estava distraído, não se culpe. — Sinto meu rosto queimar de vergonha. Meu Deus eu sou um desastre, fico ainda mais envergonhada ao ver o número de pessoas que me olhava aterrorizados. — Perderam alguma coisa? — Hector ebraveja dominante derrepente fazendo todos voltarem a andar e a fazer o que estavam fazendo. — Você não se machucou, não é? Olho novamente para ele. — Ah... não, eu tô bem. — E agora? Eu não vou receber o dinheiro que estava precisando? — O que faz aqui? — Ele indaga curioso, deixando sua maleta no chão e tentando se limpar com um paninho. — Eu fui contratada para cuidar das plantas. — Ele olha aos arredores. — Tem plantas aqui? — Ele indaga incrédulo e surpreso. Pisco algumas vezes e não evito de rir fazendo ele me olhar. — Você é bem desligado, não é? — Ele deve passar todos os dias aqui e não viu as plantas, não me admira que não tenha visto a gasolina do carro acabar. — Sim um pouco. — Ele sorrir gentilmente me fazendo corar. Hector é realmente muito bonito, principalmente quando sorrir. Oque? Mas que droga estou pensando? Forço uma tosse para limpar minha garganta. — Eu preciso voltar ao trabalho agora. Mais uma vez me desculpe por favor. — Digo envergonhada. — Não se preocupe com o que houve, foi um acidente. — Assinto. — Até mais então. Ele se vira indo para o balcão da recepcionista, ela se levanta pronta para atendê-lo. Eles começam a falar e ela olha para mim. Choramingo sabendo que fiz besteira, volto ao meu trabalho porque mesmo que eu não receba um centavo, não vou deixar as plantinhas morrerem. (...) Termino meu trabalho e caminho até a recepcionista para avisar que está tudo pronto. — Que bom que terminou, aqui está seu pagamento, pode ter certeza que te chamaremos da próxima vez. — A recepcionista que antes tinha sido fria, agora é super gentil. — Pagamento? — Ela assente e eu pego o envelope notando algo errado, abro o envelope para encontar o dobro do que me prometeram. — Ei espera, aqui tem muito mais que meu pagamento. — Você fez um ótimo trabalho, passar bem. — Ela diz sorrindo e volta ao seu trabalho. É isso que eu ganho por dar um banho em um dos funcionários? O que houve aqui? Isso foi tão esquisito.

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