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Your Eternal Babygirl | Romance Lésbico

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Sinopse

Eu tinha medo, ela me assustava um pouco. Eu queria que ela olhasse para mim e visse uma mulher, e não uma garotinha de apenas 17 anos com Infantilismo.

Ela não sabe, ela acha que sou normal como todas as outras garota. Ela não deve gostar da baby, eu tenho medo dela me machucar, mais a baby gosta dela, e quer que ela seja minha Mommy.

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Capítulo 1
— Princesa da Mamãe, acorda, tá na hora do bebê ir para escola — Resmungando Clara virou para o outro canto da cama se enfiando mais de baixo das cobertas. Clara não gostava de acordar cedo e muito menos de ir para escola, como todo jovem é claro. Só que diferente de muitos jovens, Clara é uma garota especial, como sua própria mãe mesmo sempre lhe dizia. Por outro lado, ela não acreditava muito, já que é sempre alvo de bullying para com os seus colegas da escola. Acham ela infantil de mais, o que torna a garota incapaz de acreditar nas plavras de sua mãe. — Nein mãmã, quelo dormir — Clara diz errado por estar com sua chupeta rosa com glitter em sua boca. — Meu amor, não pode faltar na escola, prometo que quando você chegar deixo você comer o que quiser para sobremesa — Abrindo os olhos, Clara se virou para sua mãe, a qual não deixou de sorrir. — Poxu mesmo? — Balançando a cabeça em afirmação, Clara não demorou muito para se levantar da cama e começar a se despir. Correndo para o banheiro, Dona Susan foi atrás de sua menina. A qual para seu azar havia molhado seus cabelos, mais não iria brigar com sua sua menina por causa disso. — A chupeta filha — Fazendo careta Clara entregou para sua mãe, a qual saiu do banheiro e colocou sobre o criado mudo. Susana não demorou a voltar para o banheiro e banhar sua filha, a qual lhe molhou o seu pijama todinho. O banho foi rápido apesar disso tudo, Clara já estava sentada na cama enrolada em sua toalha com toquinha com orelhinhas de coelho. — Nein Mãmã, quelo rosa — Clara diz falando para sua mãe, a qual havia pego uma calça preta. — Essa daqui meu amor? — Balançando a cabeça positivamente tirou sua toalha de seu corpo. Susana não demorou muito para ir vestir sua filha, a qual já havia ficado ansiosa para ir para escola. Com Clara já pronta, ela amarrava os cadarços do sapato de sua menina, o qual o trabalho foi difícil já que a mesma ficava se mexendo a todo momento. — Mãemãe, passa batom na minha boquinha? — Clara pedia para sua mãe, a qual pegou um gloss e passou nos pequenos lábios rosados de sua filha. — Prontinho meu amor, agora vamos, precisa comer antes ir. — Posso tomar leitinho de maçã? — Susana apenas sorriu afirmando que sim, ao descer foi preparar o leite de sua filha. Clara adorava leites de frutas, mais seus favoritos eram de morango, banana e maçã. Raramente ela tomava leite com chocolate. Sentada no sofá, Clara esperava sua mãe vir para lhe dar seu leite. O qual ela esperava ansiosa já que sua barriga parecia um leão rugindo. Quando viu sua mãe vindo com sua mamadeira, já ficou animada querendo pegar a mesma. Assim que sua mãe sentou no sofá, Clara já sentou no colo da mesma pegando sua mamadeira. Enquanto sua filha se alimentava, Susana ficou analisando cada traço delicada de sua menina. A qual a cada dia que passava ficava cada vez mais linda. — Prontinho Mãemãe — Sorrindo Susana se levantou com sua filha ainda em seu colo. Se encaminhando para cozinha deixou sua filha no chão para lavar a mamadeira de sua pequena. — Vamos minha princesa — Fazendo biquinho Clara suspirou pesadamente, pegando na mão de sua mãe saíram de casa. Clara: O caminho até escola, baby ficava cada vez mais ansiosa. Não era uma sensação boa, dava dorzinha na barriga da baby. Só que Mãemãe não deixaria eu ficar em casa, só quando baby fica dodói, e a baby não tá dodói. — Mãemãe vou sentir muitão saudades, te amo muito — Apertando Mãemãe em meus braços, ela deixou um beijinho na pontinha do nariz da baby. — Também vou sentir muitas saudades meu dengo, vou contar ansiosa as horas para ter minha princesa de volta em casa — Sorrindo apertei Mãemãe ainda mais em meus braços. — Tchau Mãemãe, te amo muitão — Após baby se despedir de Mãemãe, ela desceu do carro entrando na "ecola". Muitos olhavam para baby torto e outros nem davam a mínima, na "ecola" ninguém gostava da baby, a não ser os professores da baby e a Diretora. Sentindo alguém esbarrar em mim, olhei para pessoa, a qual se virou para mim na velocidade do flash. — Mil perdões, desculpa — A garota de cabelos vermelhos pede, o que faz a baby ficar vermelha que nem seus cabelos. — Tudo bem! — Ei, você sabe aonde fica a sala do 3 ano, número 013? — Balançando a cabeça positivamente a mesma sorriu para baby. — Poderia me dizer aonde fica? — Sim, eu estava indo para lá, é à minha sala — Mordendo meu lábio inferior a mesma estendeu sua mão para baby. — Então vamos, eu sou Carol e você? — Sorrindo de lado olhei para a mesma. — Clara! — Ótimo Clara, podemos ser amigas certo? Eu sou nova aqui, e você parece estudar aqui a mais tempo. — Sem responder a mesma, notei que ela olhava para baby. — Sim, podemos ser amigas, eu acho — Digo e olho para a mesma, a qual sorri para baby. — Por que você não têm amigos? — Carol me perguntou, e eu fiquei sem saber o que responder. Se eu falasse, provavelmente ela não iria querer mais ser minha amiga. Todos não gostavam de mim, não por causa da minha aparência, mais sim por eu ser assim, ainda ano retrasado descobriram que tenho infantilismo, fingiram ser meus amigos e foram me visitar em casa, por que fazia dias que eu não comparecia na escola. Se antes já pegavam em meu pé, foi a partir dali que tudo piorou. Eu não sei por que eles não gostam da baby, eles são m*l comigo, por mais que eu me esforce para me enturmar, eles sempre machucam a baby. — Tudo bem, não precisa me responder. Mas sabe qual aula é agora? — Negando para a mesma ela sorriu de lado. Os minutos que se seguiram, ficamos na espera de algum Professor. Eu não sabia que aula era agora, já que eles tiveram problemas no sistema e não conseguiram imprimir as grades de aulas para nos entregar. Ouvindo um barulho irritante ecoar do corredor para dentro da sala, olhei na direção daquele som extremamente irritante. Encontrando com uma bela mulher entrando sala, baby ficou encantada na mesma hora. Seus cabelos longos e vermelhos como fogo, sua pele dourada, e uma postura dura, não havia sorriso em seus belos lábios carnudos tingido de batom na cor vermelho acastanhado, roupas sociais impecáveis. Parecia uma mulher muito séria e dura. — Bom dia turma, eu sou Luise Morgana, serei a nova professora de história de vocês. Já avisando que não tolero gracinha, piadinhas, conversas paralelas, celular e muito menos desobediência, no caso, que me respondam de forma grosseira e muito m*l-educada — Olhando para Carol, a mesma parecia assustada como eu. Não tinha como não ficar assustada, ela assustava, apesar deser uma linda mulher, muito linda mulher mesmo. — Eu gostaria de saber o nome de cada um de vocês, então começando por essa fileira aqui — Suspirando pesadamente, deitei minha cabeça sobre meus braços. Eu odeio essa coisa toda de apresentação quando tem professor novo, não gosto de apresentação, fico nervosa e acabo falando tudo errado. Quando notei que estava chegando na minha vez, já comecei ficar nervosa, baby simplesmente odeia essa coisa de apresentação. — E você mocinha, como se chama? — Engolindo a seco, notei que todos olhavam para mim, esperando que eu dissesse alguma coisa. — Eu me chamo Clara — Digo apenas isso. A mesma apenas concordou, diferente de mim, eles além de falarem seus nomes, falaram idade e trocaram conversas com a Professora, a qual apenas sabemos que se chama Luise e que têm 35 anos de idade. No ponto de vista da baby, sua aula passou voando, o que foi uma pena, por que eu gostei dela apesar dela dar um medinho. Quando chegou a hora da baby ir embora, ela não pensou duas vezes em recolher suas coisas e sair correndo da escola. No meio do caminho, acabei esbarrando de frente ao corpo da Professora Luise, meu coraçã logo errou uma batida e fiquei com medo da mesma brigar com baby. — Você está bem? — Balançando cabeça positivamente, ela sorriu para mim e logo voltei a correr para fora da escola. Vendo o carro de Mãemãe parado já estacionado em frente à escola, entrei no mesmo assim que a baby chegou perto do mesmo. — Isso tudo era saudades minha? — Balançando a cabeça positivamente, abracei Mãemãe, a qual encheu a baby de beijinhos. O caminho até em casa, baby foi assistindo barbie no carro. Sem contar que baby estava com soninho, e casa de baby parecia tão longe. — Não dorme meu amor, já estamos chegando em casa — Concordando positivamente, voltei a me concentrar no desenho. — Mãemãe baby soninho — Digo coçando meus olhos e sinto seus afagos em meus cabelos. — Olha só, chegamos, vamos entrar, aí minha bebê toma banho, come alguma coisa e depois descansa — Descendo do carro, entrei em casa junto de Mãemãe. Em meu quarto, Mãemãe me ajudou a tirar a roupa para baby tomar banho. — Se lava direitinho viu bebê? A Mamãe vai separar sua roupa, fecha o chuveiro quando terminar — Assim que Mãemãe saiu, fiz o que ela mandou. Baby se lavou direitinho e desligou o chuveiro. Se enrolando no roupão, baby saiu do banheiro e Mãemãe já começou secar o corpinho de baby para colocar a roupa de baby no corpinho dela. — Mãemãe a baby tem fominha — Digo tendo a mesma cheirar o pescoço de baby. — Vamos, a Mamãe já preparou a comida do meu bebê — Sorrindo Mãemãe desceu com baby em seu colinho. Quando baby almoçou e comeu tudinho as verduras que Mãemãe deu para baby comer, baby foi escovar os dentinhos para mimi. — Mãemãe acoida baby quaindo começar barbie? — Perguntei após Mãemãe ter colocada minha pepeta em minha boca. — Claro meu amor, agora durma um pouquinho — Fechando meus olhinhos, Mãemãe se deitou ao meu lado na cama envolvendo baby em seus braços. — Nein, nein Mãemãe, baby nein quer soupa, baby quer gagau — Baby diz fazendo olhinho do gato de botas pra ver se Mãemãe deixa. — Não, e nem adianta fazer esse biquinho e esse olhinho de gatinho de botas, a bebê vai comer e tudinho essa sopa de ervilha, se quiser mamãe pode comer também, você quer meu amor? — Afirmando que sim, dei meu pratinho para Mamãe, a qual deu uma breve risada. — Não, esse é seu, Mamãe vai colocar para ela comer também — Bufando Mãemãe se levantou deixando baby com sua soupinha. Quando Mãemãe voltou, ela se sentou ao lado da baby para dar à soupinha na boquinha de baby. Quando baby comeu aquela soupinha r**m, Mãemãe terminou de comer a sua. Fazendo careta, Mãemãe mandou baby ir escovar os dentinhos. Lembrando da Sra. Morgana, ou no caso da Professora Luise, baby não deixou de sorrir. Ela estava no grupo da sala de baby no w******p, mais baby não teve coragem de mandar mensagem para ela, assim como baby não falava com ninguém no grupo. Deitada na cama, baby já estava com sua pepeta na boquinha pronta para dormir. Luise: — Quando você vai jogar essas coisas fora? — Revirando meus olhos, olhei para Agatha, a qual apontava para caixas que continha objetos pessoais que estavam guardados a mais de dois anos dentro da dispensa. — Quando eu quiser, agora me dê essas coisas. Até porque você não tinha o direito de mexer em minhas coisas. — Pegando as pequenas caixas, coloquei de volta no lugar e passei a chave na porta. — Você não pode ficar com isso guardado para sempre, você têm que jogar fora Luise, isso só te faz mau. — Não diga o que me faz mau ou não, você não tem esse direito. — Digo subindo para meu quarto e vejo que ela vêm logo atrás, o que me faz ficar ainda mais irritada. — Por que não me deixa em paz? — Perguntei me virando para ela. — Eu sou sua irmã, por mais que queira, sabe que não deixarei. — Me sentando em minha cama, respirei fundo passando minha mão em meu rosto. — Você sabe que ela não vai voltar, você precisa jogar aquelas coisas fora. — Eu não posso jogar fora Agatha, você não entende? É a única forma que tenho de me sentir conectada ainda à ela, a única forma que tenho de sentir como se ela estivesse perto de mim. — Digo já deixando as lágrimas caírem por meu rosto, tendo minha irmã me abraçar, me agarrei ao seu corpo como se fosse meu porto seguro. — Tudo bem, quando se sentir preparada para jogar fora é só me falar, sabe que sempre irei apoiar suas decisões e escolhas — Sorrindo entre meio ao choro, fiquei ali por um longo tempo. Quando finalmente me acalmei, Agatha saiu de meu quarto. Ela não era bem minha irmã, era minha amiga, mais como ambas crescemos sendo filhas única em nossa família, acabamos sendo mais que amigas e viramos irmãs. Me despindo para me banhar, lembrei da garota que esbarrou em mim hoje, a mesma a qual a diretora falou para mim ficar de olho. Não que ela seja uma aluna r**m, por que ela não é. Até onde entendi, sofre bullying por seus colegas por ser diferente, no momento até achei que ela fosse como eu. Mas ela tem infantilismo, já ouviu falar sobre isso, mas nunca quis me aprofundar em saber mais sobre isso. Apenas sei o que falam por cima disso. Indo tomar meu banho, tomei um banho até que rápido já que eu estava cansada psicológicamente e queria me deitar para ver se eu dormia e descansar meu psicológico, ou ver alguma coisa para me distrair. Saindo do banho, coloquei uma cueca e uma camisa qualquer e me joguei em minha cama pegando meu celular e ligando a televisão. Entrando no grupo que me colocaram da escola, da turma de Clara, fui procurar por seu contato, mais não achei o mesmo por não ter foto e nem mostrar seu nome, já que entre muitos contatos poucos mostravam sua foto. Deixando meu celular de lado, entrei no Telecine para assistir alguma coisa. Achando Garfield, não demorei e coloquei o mesmo de uma vez. Eu sempre gostei desse gatinho, me representava muito, gosta de lasanha, gosta de dormir e é muito sedentário. Claro, também porque não engordo de r**m mesmo. Na metade do filme, senti minhas pálpebras pesarem e meu olho ir se fechando sem pressa alguma, mais tentei me manter acordada para terminar de assistir o filme. Baby estava sentada na arquibancada jogando um mini-joguinho off-line no celular, quando chegou uma notificação de mensagem do w******p que fez baby perder na mesma hora. "— Quem que me fez perder no joguinho? ? —" Baby pergunta brava ao mandar mensagem para pessoa. "— E o que faz jogando? Pensei que escola foi feita para estudar. —" Revirando os olhinhos de baby, cliquei no perfil da pessoa para ver quem era, e vi que fazia parte do grupo da escola. "— Não sei quem é, mais se for alguém querendo falar mau de mim, pode ir parando —" Digo mandando em seguida. "— Não, não vim aqui fazer bullying contigo, até porque, que tipo de Professora eu seria se fizesse isso com minha aluna? —" Lendo e relendo a mensagem, fiquei me perguntando quem era aquela Professora. "— Quem é? —" Perguntei curiosa, já que infelizmente não tinha foto no perfil. "— Luise, sua Professora de História, agora me diz mocinha, por que não está em aula? Está matando aula? —" Negando rapidamente lembrei que era por mensagem. "— Que? Não, eu não estou matando aula, eu só tenho bronquite asmática, e como esqueci minha bombinha não posso participar —" Mando para a mesma e espero ela responder para poder voltar a jogar. "— Entendo, então se cuide e beba muita água mocinha —" Sorrindo de lado, vi que ela saiu do online. "— Pode deixar, irei beber sim —" Salvando o contato da mesma saí voltando para meu joguinho. Passei boa parte da aula de Ed. Física jogando meus joguinhos, o que para ser sincera foi um pouco tediante, já que prefiro correr, pular corda. Quando aquela aula acabou, Carol veio correndo até mim, tenho fugido muito dela, mais ela parece que não percebe e vem atrás da baby. — Por que não participou da aula com a gente? Eu queria que tivesse jogado vôlei comigo. — Eles não gostam de mim, eu sempre tenho que fazer par com o professor, e você não deveria ficar falando comigo, se eles te verem falando comigo, eles não vão mais querer ser seus amigos — Digo e vejo a mesma revirar os olhos. — Eu não quero à amizade deles, eu quero a sua — Sentindo o rosto da baby esquentar, Carol sorriu para mim. — Então vamos deixar eles para lá, eu quero apenas sua amizade Clara — Sorrindo a mesma pegou a mãozinha da baby. — Me espera tomar banho? — Concordando com a mesma, baby entrou no vestiário com Carol, a qual pegou roupas limpas e seguiu para chuveiro. Acompanhando a mesma, me sentei no banco e fiquei observando ela tirar suas roupas. Carol tem mais corpo que baby, s***s, bumbum, a barriga dela é perfeita, as pernas. — O que foi Clara? — Nada, apenas que você tem um corpo bonito — Comento vendo a mesma sorrir. — Você também tem o corpo bonito — Agradecendo timidamente, baby segurou as roupas de Carol enquanto ela tomava um rápido banho. Luise: — Não, não tem problema, eu fico com eles sim, quer que eu passe algo para eles Rosa? — Sim, por favor Luise! Pode ser da sua matéria mesmo, mais peça para eles fazer na minha matéria, que valerá ponto — Concordando com a mesma, caminhei em direção à sala do terceiro ano. Aonde ao entrar ainda não tinha ninguém. Me sentando abri meu livro procurando algo para passar à eles, como eu ficaria duas aulas aqui, por que a minha será a próxima, deixarei eles fazendo essas duas aulas a lição que passarei para eles na matéria de geografia. Claro que irá valer ponto em minha matéria também, somente para quem copiar é claro, por que tem alunos que só Deus na causa. Quando finalmente a turma de Clara chegou, já avistei a mesma entrar acompanhada de Carol. Assim como ela uma aluna exemplar, apesar de saber que ela reprovou três vezes o primeiro ano por causa de sua saúde. — Agora não era aula de Geografia? — Uma garota que eu se quer me recordava o nome me perguntou. — Sim, só que ela teve uma emergência de última hora e me pediu para ficar com vocês, já que eu que darei aula para vocês depois. — A Senhora vai passar, lição? — Afirmando positivamente, já fiquei na busca de dois alunos para me ajudar à pegar os livros. — Clara e Carol, poderiam me ajudar a pegar alguns, livros? — Perguntei para as mesmas, as quais me olharam e afirmaram positivamente. — Então vamos meninas!

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