Capítulo 109
William narrando
Eu tinha retornado ao Brasil e eu estava em um hotel no Rio de Janeiro, bastante seguranças , ela entra pela porta e me encara.
—
Linda como sempre – eu falo para ela.
— Você acha? – ela pergunta sorrindo
— Eu tenho certeza – eu respondo.
— As coisas estão f**a no morro – ela fala se aporixmando e me dar um beijo.
— Comece a falar – eu falo
— Marielle está com Pesadelo – ela fala me encarando.
— E você não surtou?
— Ainda não – ela fala – Isa está com Pedro, Ana está brigada com a Marielle.
— Ana – eu falo pensando nela – preciso tirar ela do morro.
— Ela quer sair a todo custo ir para casa da vó dela.
— A vó dela está morta – ela me encara
— Você a matou?
— Mandei dar ordem – eu falo para ela – não é a vó dela que vai estar esperando ela quando ela chegar.
— Porque você assumiu o papel de pai, se você jamais iria querer ser um? – ela pergunta me encaranod – é errado.
— Não é não, me aproximei de Marielle, nosso plano deu certo, eu lá e você no morro – ela me encara
— O que você fez com Ana? – ela pergunta – que eu nunca soube.
Eu abro um sorriso para ela.
— Não se preocupa, quando eu sair vitorioso de tuod isso, eu levo ela comigo – eu falo a encarando – agora precisamos agir, eu quero entrar no morro, juntos vamos m***r o Pesadelo.
— Ele está caçando DZ a tood custo – ela flaa me encarando.
— Deixa ele caçar DZ a vontade – eu falo para ela – é de mim, que ele precisa ter medo.
— William – ela fala me encarando
— Relaxa, logo terá sua vida de volta – eu falo para ela – vamos nos livrar de todos que atrapalha as nossas vidas.
— Não vejo a hora disso realmente acontecer – ela fala me encarando – espero por isso a anos.
— E isso vai acontecer – ele fala me encarando. – segue o plano , você já sabe o que tem que fazer, quem é o seu alvo agora.
— Eu vou seguir – ela flaa me encarando – da forma que combinamos.
Eu abro um sorriso para ela e a gente continua se beijando, mas eu pensava em Ana lá no morro e no que ela poderia falar.
Capítulo 110
Maisa narrando
Eu vejo de longe Pesadelo e ele me encara, eu desço o morro em direção a escola, chego na escola e dou a minha aula aos meus pequenos como sempre e recebo uma viista inesperada.
— Pedro – eu falo sorrindo para ele e abraço ele forte.
— Mãe – ele fala – vim ver como você está, cheguei da boca, você não estava mais em casa.
— Eu vim cedo para a escola – eu falo para ele – tinha bastante coisa para resolver, você está feliz – eu falo e ele abre um sorriso.
— Estou.
— Será Isa o nome dessa felicidade?
— É sim – ele fala – mas eu também estou chateado com a situação entre você e meu pai.
— Todo mundo está comentando sobre ele e Marielle, aqui dentro da escola, não se fala em outra coisa – eu falo para ele. – mas – ele me olha – você não deve levar isso para sua relação com ele.
— Mas você é minha mãe.
— Eu sei e eu fico feliz por você ser esse homem maravilhoso que pensa assim – ee me encara – mas ele te criou, te deu todo amor do mundo e você é o menino dele, jamais quero que balance sua relação com ele.
— Eu sei – ele fala – eu tenho um carinho imenso por ele, ele é meu pai.
— Isso – eu falo para ele – deixa que a minha situação com ele, eu resolvo. Até porque Marielle é irmã da sua namorada.
— Você tem razão – ele fala
— Eu amo você Pedro com todas as minhas forças – eu falo para ele – fica tranquilo, não toma as minhas dores.
— Eu também amo você mãe – ele me abraça forte.
Depois Pedro vai para casa descansar, eu jamais poderia colocar ele contra Augusto, eu jamais faria isso, eu era grata por tudo que ele fez por Pedro, por ter criado ele da melhor forma possível.
Eu saio da escola carregada de trabalhinhos e acabo derrubando tudo no chão, enquanto subia, eu me ajoelho para pegar.
— Deixa que eu ajudo – Martin fala
— Obrigada – eu falo para ele e ele me ajuda juntar. – Obrigada novamente Martin.
— De nada – ele fala – deixa que eu te ajudo a levar até lá em cima.
— Não precisa, não quero arrumar confusão com a Heloisa – eu falo para ele – ela é toda ciumenta.
— Relaxa – ele fala – Heloisa tem ciúmes até das senhoras aqui dentro – eu começo a rir
— Isos é verdade.
Ele me ajuda a levar as coisas até em casa e coloca em cima do sofá.
— Mais uma vez obrigada – eu falo para ele.
— Não precisa agradecer – ele fala sorrindo.
— Até mais – eu falo.
— Até.
Ele sai e eu fico observando ele descer e pensando na maluca da mulher dele.
Capítulo 111
JK narrando
Ingrid entra na boca e parecia está chegando no morro, eu a encaro.
— Oi meu amor – ela fala sorrindo
— Meu amor – eu falo rindo
— Nossa JK – ela me encara
—
Ué – eu falo para ela – não sou seu amor e nunca foi, aliás você sempre me esnobando. Porque não volta para onde você veio?
— Porque está me tratando desse jeito – ela fala
— Eu cansei – eu falo olhando para ela – cansei de ser alguém que você usa e joga fora todos esses anos, vai rala peito vai.
— Você não está falando isso comigo – ela fala indignada.
— Estou – eu falo para ela – estou mandando você ir embora daqui, porque eu não sou mais fantoche na sua mão.
— Você via se arrepender por isso.
— Não sei porque – eu olho para ela.
Ingrid sai toda nervosa de dentro da boca e eu acendo o meu baseado, eu chamei ela milhões de vezes para morar comigo e ela negou todas as vezes, vivia recebendo telefonemas e eu já tinha entendido que ela tinha alguém fora e estava me usando como escpae do seu mundo cor de rosa.
Eu saio da boca e vou em direção ao galpão, fazer a contagem da carga que ia para fora para passar para Pedro. Encontro Ana, a mesma está com os olhos cheios de lagrimas, ela estava em um beco sentada e chorando, não era a primeira vez que eu a via, das outras vezes passei reto, mas dessa vez eu parei.
Ela me encara quando eu me aproximo e limpa as lagrimas rapidamente.
— O que está acontecendo? – eu pergunto para ela – porqu eestá chorando?
— Era um cisco – ela fala sorrindo – porque está preocupado comigo?
Eu olho para ela e me sento ao seu lado.
— Anda – eu falo para ela – desembrulha, me conta tudo que está acontecendo.
— Não tenho nada para contar – ela flaa me encarando
— Tem sim – eu respondo – é por causa do seu pai?
— Não diga que ele é meu pai – ela fala me encarando – e nem mesmo chame Marielle de minha mãe, ela é tão h******l quanto ele.
— Marielle cuidou de você, não foi? – eu pergunto
—
Você não entenderia – ela fala se levantando – a verdade é que eu não tenho ninguém comigo – ela me olha – nem minha vó me responde mais – ela fala chorando – ela disse que eu poderia ir para lá, mas ela não me responde mais nada.
Eu me levanto e acabo abraçando ela, ela me abraça e começa a chorar muito.
— Eu não tenho casa, eu não tenho ninguém.
— Você tem a Marielle – eu falo para ela.
— Não – ela fala nervosa – Marielle viveu comigo a vida toda e me deixou que eu passasse por tudo sozinha, só tinha olhos para proteger a Isabela, mas eu nunca. Nunca – ela fala alterada.
— Ana, me diz o que está acontecendo? – eu pergunto para ela. – Por favor, confia em mim.
— Não – ela fala me encarando – você seria o primeiro a ir correndo contar a todos. Eu eu – ela fala dando uns passos para trás meio desnorteada – preciso ir.
Ela sai andando e eu fico ali pensando no que poderia ter acontecido.
Então resolvo ir atrás dela para que ela me contasse a verdade, encontro Ana subindo o alto do morro e eu vou atrás, ela para quando me ver, no meio do mato e me encara.
— Seu pai abusava de você? – eu pergunto para ela e a mesma me encara – é isso? – eu pergunto para ela – eu só consigo pensar isso.