Capítulo 116
Isabela narrando
Era de manhã bem cedo e vi que Ana estava dormindo com Mari, algo bem forte aconteceu e eu já estava achando que as suspeitas de Mari tinha se concretizado.
Eu saio de casa e vou até a casa de Pedro e encontro ele na cozinha, ele me encara e sorri.
— Bom dia – eu falo sorrindo – ainda te peguei em casa.
— Estou indo para boca daqui a pouco – ele fala sorrindo
— Precisava falar com você – eu dou um beijo nele e ele corresponde.
— O que aconteceu?
— Eu acho que Ana foi abusada por William a vida toda – eu falo e ele me encara cuspindo o café.
— O que?
— Eu não sei se isso é concretizado – ele me encara – mas Mari estava com a suspeita, saiu atrás da ]Ana e agora Ana está dormindo com ela.
— Se isso for verdade – ele fala me encarando – William é pior do que a gnete imagina, ela é filha dele.
— E se não for? – eu pergunto para ele – eu pensei em tanta coisa, mas me falta tanta informação do passado, que eu não consigo andar para frente sabe Pedro, não consigo.
— Calma – ele fala
— A Mari me perguntou se ele já tinha tentado alguma coisa contra mim.
— E já?
— Não que eu lembre, olhares, não sei – eu falo nervosa – mas acho que ele tentou algo contra Ana sim. Pensando nas atitudes dela.
— Bom dia – Maisa fala entrando – vocês estão falando que William abusou da própria filha? Desculpa, eu estava vindo para cozinha.
— É uma suspeita – eu falo – ainda não está concretizado.
— Meu Deus – Maisa fala me encarando – isso é h******l, a própria filha
— Isa levantou a suspeita que ela não possa ser filha dele – Maisa nos encara
— Não? – eu pergunto – vocês estava vivendo com um lobo com pele de cordeiro o tempo todo com vocês, que horror, a sua vinda para o morro Isa, fez com que a mascara dele caísse.
— Eu fico nervosa só de pensar – ela fala
— E se Jonas foi contratado por ele para fazer m*l a você – Maisa fala
— Faz sentido – Pedro fala.
—
Eu preciso ir para escola – maisa fala – fiquem bem e se cuidem, qualquer coisa que precisarem estou aqui.
— Obrigada Maisa – ela fala saindo.
Eu olho para Pedro e o mesmo estava levando a xícara do seu café para boca.
—
Se isso for verdade, William merece morrer da pior forma possível – Pedro fala e eu o encaro – torturado da pior forma possível – eu vejo os olhos de Pedro ficarem fixados e seu tom de voz mudar – eu não sei nem descrever a forma que eu tenho vontade de m***r ele, na verdade eu sei, mas não vou fazer isso, em respeito a você que está aqui na minha frente.
— Coitada da Ana – eu falo para ele – Nennhuma mulher ou garota merece passar por um trauma desse.
— Não mesmo – ele fala me encarando – eu fui criado para respeitar as mulheres, tratar como uma princesa, assim como eu trato você, homens que fazem isso, não podem ser chamado de homens.
Ele tinha mudado seu tom de voz, mas depois ele ver que eu estava encarando ele um pouco assustada, mas não por ele estar falando desse jeito, mas sim por toda a situação, então ele me abraça e me beija.
— Eu amo você – ele fala
— Eu também – eu falo sorrindo para ele.
Capítulo 117
Pesadelo narrando
Eu vejo Maisa descendo o morro e ela vem em minha direção. Eu até levo um susto quando percebo que realmente ela estava vindo em minha direção, já que não estava vindo conversar comigo de forma nenhuma.
— Precisamos conversar – ela fala
— O que aconteceu? – eu pergunto para ela.
— Eu escutei uma conversa de Pedro e Isa agora que me deixou preocupada.
— O que eles estão conversando? Isa está grávida?
— Não , e se fosse não seria preocupação e sim bença – ela fala me olhando.
— O que aconteceu? – eu pergunto – você está me deixando preocupad.
— Isabela levantou a suspeita de que William abusava da Ana e que ela talvez nem seja filha dele – ela me encara – Pensa, Ana tem 15 anos de idade.
— Você está falando sério? – eu pergunto para ela.
— São suspeitas – ela fala – mas parece que Isa tem certeza que aconteceu, que Ana até está com a Marielle a gente sabe que ela não queria ver ela nem pintada de ouro.
— É a filha dele.
— Se for a filha dele Augusto – ela fala me encarando – de qualquer forma, era isso que eu queria te avisar, eles acho que não iriam te falar tão cedo.
— Espera Maisa – eu falo segurando seu braço de leve e ela me encara. – A gente tem que conversar, você sabe disso.
— Não – ela me responde – eu já escutei todos os rumores, tudo o que o povo fala. Eu quero que você seja feliz. Você me ajudou muito e você sabe disso.
— Eu deveria ter matado William quando ele pisou os pés no morro – eu falo encarando ela e os olhos dela enche de lagrimas.
— Você não tem culpa de não ter o matado, fui eu que pedi por causa da Isa também, do Pedro e automaticamente da Marielle e da Ana – ela fala me olhando.
— Vamos conversar – eu falo para ela.
— Eu tenho um carinho imenso por você – ela fala me olhando – e terei uma gratidão imensa também pelo resto da minha vida, eu precios ir vou me atrasar para escola, meus pequenos estão me esperando – eu solto ela – se cuida Augusto.
— Você também – eu falo para ela e Maisa desce em direção a escola.
Eu penso em Mari e na formça que ela deve estar com tudo isso, eu vou atrás dela e encontro Mari chegando na casa com um pacote de pão
— Oi – eu falo para ela
— Oi – ela fala me encarando – JK conversou com você?
— Ainda não – eu respondo para ela – mas Maisa escutou Isa falando da suspeita dela para Pedro, de William – ela me interrompe.
— É verdade – ela fala – estou destruída, sem saber como lidar – ela se aporixma – e ainda por cima, ela está grávida dele.
— O que? – eu pergunto para ela.
— Eu queria tanto que essa criança fosse do JK, e não dele – ela fala me olhando.
— Isso é surreal – eu falo para ela – surreal.
— É um gatilho enorme – ela fala me encarando – eu não estou vivendo, estou apenas sobrevivendo nesse momento. Não sei de onde eu estou tirando forças para aguentar tudo isso.
— VocÊ pode contar comigo – eu falo para ela – para o que precisar, você sabe disso – ela me encara.
— Obrigada, eu vou ver se Ana acordou.
Eu volto para Boca e vejo ingrid abrindo o salão, Martin estava na frente da boca com Pedro e JK conversando, ambos me encaram.
— Estava falando com a Mari – eu falo para eles.
— Já contei a eles – Jk fala .
— Vamos m***r esse filho da p**a – Martin fala – o quanto antes.