Cheguei à suíte arrastando o peso de um dia que pareceu durar uma década. A porta se fechou atrás de mim, nos trancando mais uma vez. Emanuele já estava instalada no sofá da sala de estar, um livro aberto no colo, a luz do abajur iluminando seu rosto concentrado. Eu não disse nada. Apenas passei por ela como uma sombra e entrei no meu... nosso quarto. O banho foi longo, quente e necessário para tirar a poeira dos vinhedos e a tensão do jantar que felizmente foi um momento simples naquele dia. Quando saí, o espelho estava embaçado. Vesti uma calça de tecido fino, confortável, deixei o peito nu. Sequei o cabelo com a toalha de forma rude e a pendurei em um canto qualquer. Caminhei até a cama. O lado esquerdo, o meu lado, me chamava. Deitei-me, o colchão afundando sob meu peso, o alív

