234° capítulo

3284 Palavras
Maria Clara. Fiquei com tédio de ficar assistindo filme. Me levantei e eu estava com frio nas pernas mesmo a minha meia sendo até o joelho e sendo quentinha. Mas também não coloquei o tênis. Peguei minha bala fini na mochila e sai da sala, queria ver daddy todo gostoso na reunião. Estava um silêncio meio barulhento, com som de teclado, telefone, cadeira de escritório sendo arrastada, impressora sendo usada, vozes ao telefone e algumas risadas. Mas era em um tom razoável. Cheguei em uma parte em que tinha várias mesas com computadores, mas todas elas com divisórias do meu tamanho mais ou menos. O telefone não parava de tocar sobre uma mesa. Ninguém queria atender e as pessoas que tinham ali eram poucas e estavam focadas no computador, mais eu atendi. - alô. - esperei. - estou na espera a um tempo, queria abrir uma nova conta bancária. - é... Você tem quantos anos? - 64. - penso. - o senhor já pediu ajuda de seus filhos? - eu acho que eles nunca tem tempo pra me ajudar. - então o senhor precisa pedir pra um de seus netos ou se não o senhor pode guardar seu dinheiro em um cofrinho de unicórnio, eu tenho um. - ele riu. - você não trabalha aí né? - não, só vim de passeio, vou passar o senhor pra alguém. - digo e ele ainda ri. Mas não tinha ninguém ali, mas alguém passou. - oi, você pode atender? - desculpa? - ele se abaixou pra me ouvir melhor. - o telefone. - estiquei pra ele que pegou e atendeu. Aí eu saí de cena. Era legal ser secretaria ou seja lá oque for, mais eu não gostei. Acabei de descobrir que o trabalho do daddy não é oque eu quero fazer quando crescer. Estava de pés descalço mas o chão era fofinho, tinha carpete por todos os lados. Peguei o elevador finalmente, ainda comendo e cheguei no andar de cima. Uau! Assim que ele se abriu, bem na minha frente tinha uma enorme parede de vidro, eu via todos os prédios dali! Uau! Andei tentando achar alguém mas estava um silêncio, mas quanto mais eu andava mais ouvia vozes. Primeira sala de vidro... Espiei, daddy não estava lá e passei rápido pra ninguém me ver, aí tinha mais salas com portas e algumas estavam abertas e tinha gente trabalhando. Próxima porta de vidro... Daddy. Comi a bala fini de beijinho olhando daddy falar, até alguém único no meio de tantos homens aparecer. Só tinha homens e duas mulheres mas elas não estava tão... Femininas como aquela mulher com a bandeja de café. Tipo, as duas mulheres sentadas a mesa usavam blazer por cima de uma blusa normal e tinham o cabelo preso, essa mulher do cafezinho tinha uma saia curta, blusa desabotoada e andava toda se rebolando... Mas era bonita. Ela serviu daddy, abri a boca brava... ELA QUER QUE DADDY CHUPE SEUS s***s?! Foi assim que pareceu. Mas daddy me viu e piscou pra mim, oque me fez ter certeza de que ele estava bem tranquilo e que nem ligou pra moça do cafezinho. Mas eu cerrei o olhar pra ele e neguei, daddy riu fraquinho. Fiquei ali, assistindo a reunião e ouvindo bem pouco, depois eles comeram rosquinhas! Pareciam gringos. Aí a reunião acabou e eu entrei por que daddy ficou sozinho. - comeu a balinha? - sentei em seu colo e daddy segurava a caneta já que estava escrevendo algo nos papéis. - uhum. - pode comer, sempre tem, mas sempre fica pra outro departamento, tipo os andares mais pra baixo. - puxou as rosquinhas e fiquei animada. - olha, de avelã. - digo e daddy sorri. - daddy acho que eu quero faltar aula todos os dias. - riu. - nem pensar, por que eu quero que tu se forme pra ficar rica e eu não precisar mais trabalhar. - comecei a rir. - que f**o daddy. - ele ria. - tô brincando meu amor.. - me olhou apaixonado. - mas quero que estude... E aqui só é legal nos primeiros dias, depois a gente enjoa de tudo. - penso. - e as rosquinhas é daqui a frente, a senhora da loja sempre manda mas eu sempre acerto com ela depois. - e a gente pode levar mais pra casa? E comer de sobremesa do almoço? - concordou. - pode, claro que pode. - sorri. Ficamos lá, eu ao lado do daddy por que ele precisava escrever e comendo as rosquinhas deliciosas. A moça do cafezinho voltou. - senhor Henrique, quer que eu limpe a sua sala hoje? - olhei pra ela, com os pés em cima da cadeira. Ela não foi muito com a minha cara não. Mas daddy nem a olhou até falar, aí olhou. - não, tudo bem, preciso pegar umas coisas lá que não quero que guardem, deixa pra manhã. - daddy voltou a escrever. Aquilo me deu ódio, o olhar dela. - ah, tudo bem então. Qualquer coisa pode me chamar. - ela esperou por algo mas daddy só fez "uhum" e ela saiu. Parecia que daddy era o seu maior crush. Tô brava agora. - eu sei oque tá pensando. - disse daddy ainda escrevendo. - e não, não penso em nada errado com ela e nem quero. - mais ela pensa. - riu. - deixa ela, a mulher que... - me olhou. - tá sempre comigo é tu. - daddy ia dizer outra coisa e mordi a rosquinha. - aah que coisa mais fofa. - apertou minhas bochechas. - toda sujinha. - limpou minha boca. - daddy mais você não pode ficar falando com ela. - daddy concordou. - tá bom, não vou, se tu tá pedido não vou. - cerrei o olhar pra ele e mordi a rosquinha outra vez. Daddy riu. [...] Já era hora do jantar. Bia estava apanhando e eu cobri os ouvidos. - xiii, não dá bola. - daddy me abraçou e meus olhos se encheram de lágrimas. Dessa vez não tinha como defender Bia, ela chamou a tia Cris de v*******a e disse que ela se apaixonou pelo seu pai pelo dinheiro. Oque não é verdade, tia Cris também tinha dinheiro e era enfermeira, ela saiu do emprego pra cuidar do daddy e por que o pai do daddy era... Ciumento. - vem, vamo comer. - me puxou até o balcão. Hoje a comida não tava na mesa e sim ainda dentro das panelas e sobre o fogão. - hummm.. massinha caseira. - era macarrão, aqueles espaguete só que mais bonito. Daddy serviu no prato dele e depois no meu, e como eu gosto de massa com feijão, eu pedi também. Depois ele colocou bife no meu prato e no dele. A comida era arroz, feijão e bife, mas tia Cris fez o macarrão pra eu e Pedrinho por que Pedrinho queria e eu fiquei com vontade também. Daddy colocou salada de alface, tomate e pepino no meu prato e a gente sentou no balcão. - credo daddy, você tá com fome? - o prato do daddy era uma montanha. Ele riu e foi no mesmo momento em que tia Cris saiu do quarto da Bia. - e para de chorar, por que tá chorando? Na hora de falar m***a é bem adulta, depois vira uma criança né? - fiquei m*l. - qual refrigerante tu quer meu amor? Tem fanta uva e Pepsi, tem limãozinho também pra colocar dentro. - olhei pro daddy mas ainda triste e dei um sorriso fraco. - Pepsi, e você corta duas rodelas de limão? - concordou sorrindo. Estavamos sentados no balcão, daddy do outro lado a minha frente e eu vi todo o processo dele pegar o limão e cortar as duas rodelas. Ai ele colocou na minha caneca de unicórnio por que pedi e colocou o refrigerante. Pedrinho veio comer com a gente. Tava muito bom. - a Bia não vai comer? - tia Cris se sentou ao lado do daddy. - não vai, até que ela aprenda. - perdi o apetite. - come meu amor. - ela vai ficar com fome... - não vai não, depois o daddy vai levar comida pra ela, não se preocupa. - tocou a minha mão mas me senti m*l. - você promete? - prometo, não vou deixar ela ficar com fome. - disse pra mim. - e é só por enquanto Maria, daqui a pouco vai todo mundo dormir e ela vem comer. - disse tia Cris e concordei. Então comecei a comer, o apetite abriu de novo quando Pedrinho começou a falar do meu desastre na aula de química, foi um dia em que eu precisei apresentar o meu trabalho e saiu o negócio químico pra todos os lados. Mais foi assim com todos os alunos mas ele riu tanto de mim que daddy e tia Cris riram mais ainda. Após o jantar tia Cris lavou a pequena louça, daddy me deu remédio pra dor na garganta e depois deixou eu comer uma colher de leite condensado, por que tava aberto e Pedrinho fez isso e eu também queria. Mas daddy xingou a gente por que ficava uma nojeira e realmente, Pedrinho sujou a geladeira e não limpou mas limpei. - vamo dormir? - tia Cris já tinha ido deitar e Pedrinho também. - você não vai dar comida pra Bia? - fiquei triste. - amor depois ela vem. - disse mas fiquei brava. - Maria. - você disse que ia. - daddy bufou. - tá, o daddy vai chamar ela. Henrique. - diz pra ela que tem sorvetinho também. - concordei e Maria ficou me esperando nas escadas. Fui pro quarto da Beatriz, chamar ela pra comer. Óbvio que minha mãe não daria esse tipo de castigo, deixar alguém com fome é algo sério. Mas provavelmente minha mãe chamaria Beatriz e ela não viria. - Bia. - acendi a luz e Pedro já dormia, nossa. - vai lá comer. - não quero. - falou olhando pra tv de braços cruzados. - tem sorvete também. - aff, sendo bonzinho com quem não merece. - vai lá, abre a fanta uva que acabou a Pepsi, tem dois bife na panela, pode comer os dois. - apaguei a luz e sai do quarto. - você disse com carinho? - estava com medo. - falei meu amor, ela que foi arrogante. - Maria me deu a mão e subimos as escadas. - Beatriz errou, não fica defendendo. - mais ela vai ficar com fome. - Maria, tu acha que ela consegue? Ela é a que mais come, com certeza ela vai levantar daqui a pouco, não se preocupa. - não falou nada. No quarto peguei a toalha da Maria, ela não tomou banho quando chegamos. - vai lá tomar banho que vou ver uma roupinha. - concordou e foi. - guardou o material depois de fazer as atividades? - me esqueci daddy, e eu esqueci o caderno de português na escola, então não fiz as atividades de português. - podia ter feito em outro caderno, só pra mostrar pra professora que fez. - mais aí eu ia ter que passar a limpo... E ia ser chato. - ri negando. Enquanto ela tomava banho fui lá arrumar o seu material mas só pra ver se ela realmente fez as atividades, nesse horário eu tava dormindo, ela não quis dormir hoje a tarde mas por que dormiu no meu escritório. É, ela fez, tudo bem bonitinho e caprichado como sempre. Amo tanto quando vejo o seu jeitinho de escrever, ela é canhota mas sua letra é perfeita. Dizem que canhotos tem a letra f**a mas Maria prova o contrário. Arrumei tudo e deixei pronto pro outro dia, voltando pro quarto logo depois. - daddy, já acabei! - tô indo, pera aí. - peguei outra toalha, aquela tava suja e nem vi. - deu? - concordou e desligou o chuveiro. - daddy eu tô com tanto... Soninho... Aai. - interrompeu o bocejo de novo. - eu só quero bocejar. - ficou triste e enrolei ela na toalha. - por isso tem que tomar o remedinho todos os dias. - concordou. - vem, vamo lá por a roupinha. Fomos pro quarto e eu a sequei, ela estava cansadinha já. Coloquei uma calcinha nela e uma blusa minha, como ela pediu, depois uma meia minha também que em mim fica até um pouco mais acima do tornozelo e nela no meio da canela. Ri e ela disse que eu era grande mais mas na verdade Maria que é pequena de mais. Escovamos os dentes e Maria fez um coque no cabelo pra dormir, aí deitamos e só foi o tempo dela me dar boa noite e virar pro outro lado que já dormiu, estava realmente cansadinha, tadinha. Bom, aproveitei também e fui, agradecendo pelo meu dia de hoje e pedindo a Deus pela saúde da Maria. Maria Clara. Hoje era sexta-feira a noite... Mais eu tava dodói e brava por que eu queria t*****r e a minha garganta tava h******l. - a gente faz amanhã. - daddy me acalmou. - amanhã eu vou tá igual. - cruzei os braços e ele colocou o remédio líquido de morango na tampinha. - mais por que hoje não pode? - tirou um comprido e pegou a minha garrafinha de água, estávamos do lado da cama na minha parte, por que meus remédios estavam em cima da minha cômoda. - por que eu queria c****r. - olhei pra baixo triste. Daddy riu. - amor. - olhei pra ele. - isso não é necessário. - pra mim é. - daddy riu de novo. - tá, tomar o remedinho. - me entregou o comprimido e coloquei na boca, logo depois engoli com a água e doeu menos do que ontem, mas doeu. - agora o bom. - me deu a tampinha com cuidado e tomei, depois passei a língua por dentro por que é bom. - podemos comer sorvetinho? - negou. - por favor. - a Maria não pode, se isso ajudasse na recuperação, Cida teria dito que pode comer. - mais tia Cris disse que pra passar a dor de garganta, tem que tomar água gelada. - não no seu caso e isso é coisa que nossos avós diziam. - mas uma vez passou. - daddy sentou do meu lado. - foi sorte... Não posso te dar sorvetinho. - mas Pedrinho e Bia vão comer tudo. - fiquei triste. - aí eu compro outro assim que tu melhorar, que tal? - concordei fraquinho. - vem, vamo deitar. - daddy se levantou e puxou o cobertor pra eu deitar, assim fiz, vendo ele dar a volta na cama e apagar a luz antes de deitar também. - daddy. - hum? - ele pegou o controle da tv. - você acha Ju bonita? - deu uma risadinha. - sim, ela é bem bonita, por que? - não gostei. - bonita como qualquer mulher é. Acho o cabelo dela muito lindo. - hum. - riu. - amor, achar bonito não significa que eu goste. - então eu acho o... O... O homem da novela muito bonito. - daddy começou a rir até se virar pra mim. - meu deus! - me encheu de beijos. - ciumenta, bravinha e fofinha. - me deu carinho. - Juliane é bonita sim, não posso chama-la de f**a, mas oque eu procurava eu já achei. - é que... Ela usa aquelas roupas. - eu sei, e tanto pro bem dela como para os dos homens casados que não sabem ficar quieto, vou pedir pra alguém dizer a ela como se vestir, mas Vanessa vai voltar logo. - espero que Vanessa volte rápido e que mande essa mulher embora. - daddy sorriu. - Ju deve namorar, ter filhos... Ela não parece... - gostar de você? - falei por cima dele. - ela deve gostar sim, e muito. - negou rindo. - bobinha, não vou criar diálogos com ela, só profissional. - me puxou pra mais perto. - a garota que realmente quero é bem baixinha, esperta, inteligente de mais e me dá muito, muito orgulho... É gostosa, é linda... Dorme em cima de mim? Dorme mas eu gosto. - ri, olhando pro seu peito e tocando ali. - a minha garota tá com o meu coração guardadinho em algum lugar que eu não sei, então não posso dar ele pra outra pessoa. - olhei pra ele. - eu nunca vou contar onde escondi o seu coração. - daddy riu e sorri. - não consigo me apaixonar de novo... É impossível... Eu tenho tudo que nunca pedi a Deus, mas tudo que lá no fundo eu queria, uma vida sossegada... Não me importo se tu ainda estuda e é mais nova que eu, eu realmente amo viver assim... Com o meu bebezinho que é só meu. - sorri. - Ju não vai interferir em nada, da parte dela pode até vim algo por que ela é muito ousada, mas eu vou cortar qualquer contato. - você promete? - concordou. - uhum... Até por que isso nunca daria certo, tem que existir paixão antes de t***o. - penso. - isso é uma metáfora? - negou. - não, é de verdade. - penso. - olha pra mim. - olhei. - eu sei como é sentir ciúmes.. eu tenho desse teu professor. - ri. - é, ri. - qual? Todos são velhos. - Pedro disse que não, o de matemática não. - desfiz o sorriso. - que foi? - ele é bonito, mas ele olha pra todas as meninas... As vezes parece que se elas tentarem algo, ele vai retribuir e fazer algo ali mesmo. - credo. - s**o pode ser bom, mas não com qualquer um em qualquer lugar. - que bom que pensa assim. - sorri. - na verdade. - cheguei mais perto. - em qualquer lugar é bom, a gente fez no carro lembra? - daddy riu. - como aquele carro se mexeu. - rimos. Iniciei um beijo, lento e com carinho. A mão do daddy apertou a minha cintura e eu segurei seu rosto. Sentia ele levantar uma das pernas e me colocar no meio delas, como se a qualquer momento fosse subir em cima de mim. E ele fez isso. - tô com saudades de sentir tu gozar na minha boquinha. - gemi, mas tive vergonha. - daddy. - hum? - ele ia descendo os beijos. - aaaa. - resolvi não interromper e tava muito bom. E ficou mais ainda quando daddy chupou meus s***s, eles são muito sensíveis e da muito mais prazer. Aí ele fez uma trilha de beijos até a minha intimida, tirou meu short de pijama junto com a calcinha e levantei meus joelhos até os meus s***s. Quando daddy... Uau! - hmmmmmm... - coloquei a mão na cabeça do daddy enquanto a outra apertou o meu próprio seio. O contato quente da boca do daddy com a minha i********e quente me deixaram maluca. Ele chupava e dava dedada, oque estimulava o prazer. Comecei a sentir calor mas daddy não deixa ligar o ar por causa da minha garganta mas eu queria tanto. - aaaaaaaa... Hmmmmmm... - coloquei os cotovelos na cama e olhei todo o excelente trabalho que a língua do daddy fazia. O som me deixava maluca. Quando eu gozei, muito, muito gostoso na boca do daddy, ouvia o som dele chupando tudo e engolindo. Eca, daddy porquinho. Aí ele tirou o pipi pra fora e estava enorme. Vi ele tirar o short e chegar mais perto da minha i********e. - quero com carinho daddy.. - me beijou. - pra não machucar? - concordei. - uhum... - daddy encaixou com calma. - aaaaa.. Começamos a nos beijar... [...]
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